SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Mais de 100 professores auxiliares concluem formação continuada

21/6/2018, 11:21h

“Entendi qual é a minha função como auxiliar. Colaboro não apenas com os alunos com deficiência, mas todos aqueles que precisem”. A declaração partiu de Lays Queiroz Guerra, durante o encerramento da 2ª edição da Formação Continuada para Professores Auxiliares da Educação Especial (Forprae), realizado nesta quarta-feira, 20, na Escola Municipal Elizabeth Johnson. A formação reuniu mais de 100 professores auxiliares e contou com uma carga horária de 32h.

“A formação abriu meus olhos para muitas questões específicas, como nomenclatura, esclarecimentos sobre a minha atuação com alunos deficientes e a melhor forma de colaborarmos para o desenvolvimento de todos os estudantes em sala de aula. Precisamos entender e convencer as famílias de que todos são capazes de aprender”, afirma Lays, que atua como professora auxiliar na Escola Municipal Luís Alberto da Associação União Força, do bairro Jardim Cruzeiro.

Com o tema “Desafios e perspectivas no trabalho com o público alvo da Educação Especial”, o encerramento abordou diversos aspectos sobre a educação para estudantes com deficiência, visando à orientação dos professores auxiliares para lidarem com variadas situações encontradas em sala de aula. Mais dois encontros de formação serão realizados em 2018.

“Trabalhamos a aprendizagem do estudante com deficiência intelectual, o olhar do professor auxiliar para as potencialidades de cada sujeito, a importância de compreender como funciona a intervenção psicopedagógica para que os alunos sejam encaminhados corretamente e o trabalho com atendimento domiciliar. Buscamos abordar a atuação, as inseguranças, as dúvidas e qual é de fato a função destes profissionais”, explica a professora doutora Márcia Torres, formadora do Centro Interprofissional de Atendimento Educacional Professora Marliete Santana Bastos (InterEduc).

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Violência verbal entre os alunos motivou escola a promover Caminhada pela Paz

18/6/2018, 23:6h

O crescimento da violência em Feira de Santana de alguma maneira se aproxima da comunidade escolar. Recentemente, professores da Escola em Tempo Integral Mãe da Providência, conveniada à Rede Municipal de Ensino e situada no bairro Mangabeira, começaram a se preocupar com a violência verbal entre os alunos. A constatação levou a escola a promover na manhã de sexta-feira, 15, a 1ª Caminhada da Paz, que percorreu ruas dos bairros adjacentes.

A partir do tema “Transitando pela vida, construindo paz, justiça e solidariedade”, a caminhada reuniu ainda estudantes e professores de outras escolas situadas em bairros próximos: a Doce Lar da Criança, que fica na Cidade Nova, Antônio Gonçalves da Silva, no Parque Ipê; o Colégio Estadual Teotônio Vilela, também na Mangabeira, e o Colégio Thaiane Pinheiro, da rede privada, situada no Conjunto Feira V.

Mensagem de paz deve ser repassada em casa

“Hoje em dia, percebemos um aumento da violência verbal até mesmo entre as crianças, então resolvemos incentivar a paz através dessa caminhada. Esses valores têm que ser abordados com elas, em sala de aula, no nosso cotidiano, desde a infância, para que consigamos causar impactos nos alunos e eles repassem essa mensagem em casa”, afirma a diretora.

Desde o ano passado, a Escola em Tempo Integral Mãe da Providência vem procurando incentivar um ambiente saudável para as crianças e todos os colaboradores. Investiu em estudos sobre valores pregados pelos pacificadores que marcaram história em sua passagem pela Terra. “Madre Tereza de Calcutá, Nelson Mandela, Chico Xavier, Irmã Dulce e Jesus Cristo, que foi o primeiro de todos, entre outros”, destaca diretora da escola, Cleide Rodrigues. A escola escolheu então a construção de valores como um ponto norteador do seu fazer pedagógico para o ano de 2018.

Homenagem a grandes pacificadores da humanidade

Durante o percurso da caminhada, alunos caracterizados como os pacificadores que inspiraram o movimento, recitaram frases marcantes proferidas por estes personagens, ainda em vida. Os participantes entoaram diversas canções sobre a pacificação, como “A paz”, de Gilberto Gil, e “Paz pela paz”, de Nando Cordel.

O evento contou com o apoio da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito e da Polícia Militar.

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Projeto da OAB conscientiza crianças sobre maus tratos e violência contra animais

18/6/2018, 22:56h

Conscientizar crianças sobre a importância de combater os maus tratos e a violência contra os animais é o principal objetivo do projeto OAB nas Escolas. A inciativa da Ordem dos Advogados do Brasil em parceria com a Secretaria Municipal de Educação promoveu a primeira ação de 2018 na Escola Municipal Nossa Senhora das Candeias, do distrito de Humildes, na manhã de sexta-feira, 15.

Crianças conscientes se tornam adultos responsáveis

O projeto também visa alertar e orientar os alunos sobre questões como cuidados com alimentação, higiene e saúde dos animais. “Crianças conscientes se tornam adultos responsáveis, elas também socializam o que aprenderam com outras pessoas e começam a repreender quando presenciam alguma situação de violência e maus tratos, que são crime e podem levar de três meses até um ano de prisão”, explica Carolina Busseni (foto), presidente da Comissão de Proteção de Defesa dos Animais da OAB.

Para colaborar com a conscientização através da empatia, os estudantes tiveram contato com a cadela Juju, que animou a apresentação e recebeu o carinho das crianças. Cada aluno ganhou um crachá de “Protetor dos Animais”, para reforçar a ideia de que não apenas devem cuidar e respeitar, mas também se manter atentos quando estiverem diante de situações de violência.

Maiza sonha em ser veterinária

A abordagem do tema despertou o interesse de Maiza Pereira Santana, do 5º ano, que sonha em se tornar veterinária. “Achei a palestra muito educativa e gosto de animais. Fui criada em um sítio, rodeada de bichinhos e sempre acreditei na importância de cuidar e tratá-los bem. Agora, que tenho meu crachá de protetora, me sinto ainda mais responsável”, acredita.

Estudos atestam que crianças que maltratam animais podem se tornar adultos violentos

“Nós buscamos estimular a compaixão nas crianças. Estudos do ‘Federal Bureau of Investigation (FBI)’, em português, Departamento Federal de Investigação, dos Estados Unidos, com assassinos em série e terroristas comprovam que 80% deles ingressaram na vida criminosa maltratando animais. O capitão da Polícia Militar Ambiental de São Paulo, Marcelo Robis, produziu uma tese de mestrado sobre a “Teoria do Link”, em que percebe-se que as pessoas que maltratam os animais tendem também a causar violência contra as pessoas, pois não respeitam a vida”, relata a advogada Ticiana Sampaio (foto), do setor Jurídico da Seduc.

A advogada explica ainda que prevenir a violência contra animais é prevenir a violência também contra pessoas. “Tentamos abordar com as crianças, desde os primeiros anos de vida deles na escola, a importância da empatia e compaixão, pois qualquer caso de maus tratos é um alerta para futuras situações ainda mais graves”, declara.

As escolas municipais que se interessarem pelo projeto devem solicitar o “OAB nas Escolas” ao setor Jurídico da Seduc. Em 2017, as escolas municipais Professora Laura Ribeiro Lopes, do bairro Tomba, e a Pré-Escola do Grupo Fraternal Espírita Mãos Unidas, da Mangabeira, foram contempladas.

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Estudantes de quatro escolas aprendem sobre meio ambiente em narrativa aberta

18/6/2018, 22:50h

“Quando eu trago uma história, acordo as histórias das pessoas. Se eu pedir pra todo mundo silenciar o que traz de casa pra ouvir minha única história, vai ser muito menos efetivo do que essa construção coletiva”. A afirmação partiu de Kiara Terra, criadora do método “história aberta”, durante apresentação do projeto “Histórias para pertencer ao mundo” para estudantes de quatro escolas municipais, nesta sexta-feira, 15, no Teatro Margarida Ribeiro.

O projeto é iniciativa do Instituto Estre de Responsabilidade Social e integra a programação alusiva ao mês dedicado ao meio ambiente, que transcorre em junho. Kiara contou a história de Maria, uma menina que tem uma trajetória de construção e mudança através dos resíduos. A vida da menina e uma particularidade dos resíduos reúnem uma singular semelhança, de acordo com a contadora de histórias: ambos são rejeitados e esquecidos pela sociedade.

O projeto “Histórias para pertencer ao mundo” consiste em contações de histórias que buscam aprimorar a participação do público, levantando questões relacionadas ao pertencimento, meio ambiente e cultura. Atualmente está se deslocando pelo Nordeste, tendo já visitado Maceió, Aracaju e outras cidades de Sergipe. Esta é sua segunda passagem por Feira de Santana.

“Maria é um pouco invisível por essa perspectiva social, e o lixo, muitas pessoas pensam ‘joguei fora, sumiu’, mas ele continua no planeta. Quando a gente fala, por exemplo, em aterro sanitário, é preciso lembrar que são necessários 40 anos para cuidar desse lixo. Então, nesse ano, acho que temos uma história muito rica e mais implicada, relacionada à educação”, defende Kiara Terra.

Relação de empatia e pertencimento

A performance da contadora de história ganha mais destaque a partir da interatividade que motiva na plateia, uma estratégia que vem desenvolvendo há mais de 15 anos. “À medida que o público se percebe como alguém que não veio somente para assistir, mas que está ativo, começa a entrar nas questões dessa personagem. Gera uma relação de empatia, de pertencimento”, pontua.

Participaram do evento estudantes das escolas municipais Horácio Silva Bastos, do bairro Caseb; Eurides Franco de Lacerda, do bairro Conceição; Áureo de Oliveira Filho e Centro de Educação Monteiro Lobato, do Capuchinhos.

O Instituto Estre

Este é um dos projetos voltados para a questão ambiental no Brasil, desenvolvido pelo Instituto Estre de Responsabilidade Socioambiental. Além deste, o Estre também tem um programa chamado “Escolas Sustentáveis”, que tem o objetivo de fomentar a construção de espaços educadores sustentáveis que buscam incorporar as ideias da educação ambiental crítica em todas as vias da unidade escolar; também há o projeto “Cadê o lixo que estava aqui?”, em que o Instituto oferece oficinas pedagógicas em escolas para fortalecer o debate acerta da educação ambiental.

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Em clima de Copa, CMEI Christo Planzo estimula a criatividade dos alunos

15/6/2018, 17:27h

Campeonato de futebol e “futepano”, “vassourobol” e até a criação de competições com bolas feitas de placas de ovos. Tudo adaptado para facilitar a compreensão e fortalecer a relação das crianças com a cultura esportiva brasileira. A iniciativa é do Centro Municipal de Educação Infantil Professor Manoel de Christo Planzo, localizado no bairro Campo do Gado Novo, que lançou na manhã desta quinta-feira, 14, o projeto “Conhecendo um pouco a Copa do Mundo”.

“As crianças precisam ter esse conhecimento. Não podem ver tudo apenas pela TV e de repente não entenderem a dimensão do que é este grande evento”, defende a diretora do CMEI, Margarete Matias. Durante todo o período serão realizadas na creche atividades voltadas para o esporte. O objetivo do projeto é resgatar o amor pela pátria através de atividades lúdicas.

“Vamos buscar explicar tudo, passando para eles o contexto histórico e social”, pontua. Segundo a diretora, além de valorizar a cultura esportiva que sempre teve destaque no Brasil, essas atividades também auxiliam o desenvolvimento da coordenação motora, exploram diversas possibilidades expressivas e estimulam a comunicação através dos movimentos.

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Festival Estudantil de Trânsito com participação de mil estudantes será lançado em julho

15/6/2018, 17:1h

Mais de mil estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I da Rede Municipal de Ensino vão produzir diversos trabalhos nas modalidades de teatro, poesia, dança, música, texto, mural e até maquete sobre a convivência no trânsito. As produções vão ganhar visibilidade durante o Festival Estudantil Temático de Trânsito – FETRAN, que será realizado em Feira de Santana através da parceria entre a Polícia Rodoviária Federal, PRF, e a Secretaria Municipal de Educação.

Em reunião entre a secretária de Educação, Jayana Ribeiro, agentes da PRF e técnicos da Seduc foi definida nesta quinta-feira, 14, o dia de lançamento do FETRAN, que acontecerá no próximo 24 de julho, a partir das 9h, no teatro do Centro Universitário de Cultura e Arte, Cuca. O período do festival ainda não foi definido.


Seminário será promovido durante evento

“Estamos organizando os detalhes para o lançamento. Alunos e professores participarão do evento no qual vamos explicar em detalhes o desenvolvimento do FETRAN durante os quatro meses seguintes e apresentar o projeto. Também vamos promover um seminário e discutir os planos de ação das escolas para o festival”, explica Janaina Souza (foto), chefe substituta de operações da PRF.

O lançamento contará com a presença de 20 alunos e professores de cada unidade de ensino participante do projeto. Serão contempladas as escolas municipais: Maria Antônia da Costa (Santa Mônica), Otaviano Ferreira Campos (Novo Horizonte), Antônio Alves Lopes (Viveiros), Escola Pai e Mãe (Campo Limpo) e a Dr. João Duarte Guimarães (distrito de Humildes).

Estudantes se tornarão multiplicadores de informação em seus lares

“É importante que os alunos aprendam desde pequenos sobre educação no trânsito, mesmo como pedestres, para que entendam que eles também fazem parte e devem ser cautelosos. Estes estudantes também vão levar informações para as famílias e isso colabora para um trânsito cada dia mais seguro”, defende Luscilla Lima, do departamento de Planejamento e Técnicas Pedagógicas da Seduc.

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Terminam nesta sexta, 15, inscrições para seleção simplificada para intérprete de Libras

15/6/2018, 14:17h

Terminam nesta sexta-feira, 15, as inscrições para o processo seletivo simplificado por meio do Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) para até 30 intérpretes de Libras – Língua Brasileira de Sinais – para atuarem na Rede Municipal de Ensino. As inscrições são feitas das 8h às 11h30 e das 14h às 17h, na sede da Secretaria Municipal de Educação, situada à avenida Senhor dos Passos, nº 197, no centro.

O candidato pode preencher a ficha de inscrição no local indicado ou imprimir uma cópia através do site www.feiradesantana.ba.gov.br e levá-la já preenchida. O processo seletivo consiste em quatro etapas, sendo elas: inscrição, análise dos currículos (devidamente comprovados), entrevista e tradução/interpretação descrita na forma do edital, publicado no Diário Oficial Eletrônico, edição número 749, do último dia 8 de junho.

A carga horária de trabalho será de 20 horas semanais, distribuídas nos turnos matutino, vespertino e noturno. O encaminhamento para escola da Rede Municipal será definido pelo Departamento de Apoio Educacional (DADE) da Secretaria Municipal de Educação. As vagas serão preenchidas de acordo com as necessidades da Rede Municipal de Ensino. Interessados devem comparecer ao local indicado munidos dos seguintes documentos (originais e cópias):

Cédula de Identidade Civil atualizada, expedida pela Secretaria de Segurança Pública, ou Carteira de Identidade Profissional expedida pelo Órgão de Classe, ou Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia, na forma da Lei n° 9.503/97), ou Carteira de Trabalho e Previdência Social ou Passaporte, ou Carteira de Identidade expedida pelas Forças Armadas ou auxiliares; Cadastro de Pessoas Físicas – CPF; Comprovante de Residência atualizado; Comprovante do Serviço Militar (se do sexo masculino); Comprovante de voto da última eleição. Comprovante de escolaridade, podendo ser declaração da instituição ou histórico escolar para o caso dos candidatos de nível médio e dos candidatos graduandos; cópia do Diploma ou Certificado de conclusão do curso de Licenciatura para os graduados.

Poderão candidatar-se aos cargos todos os cidadãos que preencham os seguintes requisitos: ser brasileiro nato ou naturalizado, ou gozar das prerrogativas previstas no artigo 12 da Constituição Federal de 1988; estar em dia com as obrigações militares, se do sexo masculino; estar em dia com as obrigações eleitorais; estar em pleno gozo dos direitos civis e políticos; possuir escolaridade mínima compatível com o cargo, de acordo com exigência do presente edital; gozar de boa saúde física e mental para o exercício do cargo; conhecer e estar de acordo com as exigências contidas neste edital; apresentar certificações dos cursos na área específica - Libras.

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Jogo de damas promove mais concentração, disciplina e até responsabilidade em sala de aula

13/6/2018, 16:46h

A inserção do jogo de damas nas atividades em sala de aula promoveram mais concentração, disciplina e até mesmo senso de responsabilidade. Quem avalia é o professor Márcio Anunciação, idealizador do I Torneio de Damas, iniciado na segunda-feira, 11, e que segue até a próxima quinta-feira, 14, na Escola Municipal Antônio Brandão de Souza, no distrito de Humildes. O torneio é realizado no pátio da unidade de ensino, nos dois primeiros horários da manhã e tarde.

O objetivo do torneio é estimular o raciocínio, o pensamento estratégico e a concentração nos alunos. “Os alunos eram muito agitados em sala de aula. Com o jogo de damas, eles passaram a ter outro comportamento e até mesmo deram um novo sentido à aprendizagem”, avalia o professor de Educação Física Márcio Anunciação.

Outra etapa interessante do torneio é que o material usado nos jogos foi também confeccionado pelos próprios estudantes, utilizando material reciclável. “Começamos as atividades há três meses, os alunos não apenas fizeram os tabuleiros e peças como também aprenderam a jogar e praticaram”, conta.

Estudantes desenvolveram várias habilidades

De acordo com o professor, os estudantes desenvolveram várias habilidades. “É visível como eles mudaram, inclusive, a maneira de se colocar, a postura ao falar, de sentar-se, etc. Hoje, eles respeitam mais as aulas e compreendem melhor suas tarefas do dia-a-dia”, avalia o professor. 

Os alunos do 5º ano, que demonstraram maior entendimento do jogo e se mostraram mais responsáveis, foram eleitos árbitros do torneio. “Isto dá a eles também a chance de desenvolver seu protagonismo infantojuvenil. Acho que esse tipo de atividade estimula até mesmo outros professores a pensarem métodos alternativos de incentivar a aprendizagem e melhorar o comportamento em sala de aula”, sugere.

A coordenadora pedagógica da escola, professora Ana Claudia Moreira, destacou a maturidade dos alunos que atuaram como árbitros. “Gostei da postura, a seriedade e concentração dos alunos durante o torneio. Uma atividade como essa realmente ajuda no processo de ensino-aprendizagem mesmo em outras disciplinas”, destaca.

Hélio Reis Souza, aluno do 5º ano, conta que gostou muito de ter participado dos jogos, pois teve a oportunidade de ensinar aos colegas e de aprender mais. Já Letícia Santos Silva, também do 5º ano, diz que essa é uma atividade diferente e prazerosa. “A gente aprende brincando”, completa.

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Perfil do alfabetizador envolve planejamento estratégico e capacidade de enfrentar desafios

13/6/2018, 16:38h

Planejamento de ensino para atender à diversidade encontrada na sala de aula; organização do tempo e conteúdos; estratégias para promover a aprendizagem; desafios e reflexões sobre o conhecimento. Estes são alguns dos elementos apontados como fundamentais no perfil do professor alfabetizador, durante a formação para professores da Rede Municipal de Educação que atuam nas turmas do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. O encontro aconteceu esta segunda-feira, 11, na Escola Municipal Elizabeth Johnson.

O objetivo da formação, que segue até essa sexta-feira, 15, é promover discussões sobre as necessidades e demandas apontadas pelos próprios profissionais, além de debater pontos importantes sobre o currículo.

“Os professores de cada série têm uma pauta específica, fazemos então um diagnóstico das demandas apontadas para organizar um cronograma que se adéque a estas necessidades. E iniciamos as discussões abordando o perfil básico destes”, explica a professora Paula Daiane Lima de Moraes, do Núcleo de Alfabetização da Seduc.

“Discutir as nossas demandas garante um olhar mais sensível ao trabalho do professor”, diz a professora Jomara Cristina Oliveira Souza, da Escola Municipal Deocleciano Martins da Silva, do distrito de Maria Quitéria. “Estes debates mais amplos, que nem sempre temos no nosso ambiente escolar, ampliam os nossos horizontes sobre a nossa atuação pedagógica”, acredita.

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Brincadeiras livres ou dirigidas devem ser prioridade na infância, defende professora

13/6/2018, 16:36h

Brincadeiras livres, dirigidas e de cunho pedagógico devem ser incentivadas também nas escolas. A afirmação partiu da professora Darlene Lima, da Divisão de Educação Infantil da Secretaria de Educação, nesta segunda-feira, 11, durante o primeiro dia da formação para os professores da pasta. Até sexta-feira, 15, os profissionais que atuam do grupo 1 ao 5 discutem a importância do brincar para o desenvolvimento infantil.

“Após as ações do Dia do Brincar, realizadas no último 28 de maio, precisamos reforçar a importância dos jogos e da diversão todos os dias na infância. Além do brincar dirigido, ou seja, orientado pelos professores, muitas vezes com cunho pedagógico, é necessário lembrarmos que as crianças precisam praticar o brincar livre, deixar que desenvolvam a imaginação e criatividade”, destaca Darlene.

A troca de experiências foi destacada pela professora Francisca de Assis Figueiredo Mota, da Escola Municipal Álvaro Pereira Boaventura, do distrito de Bonfim de Feira. “Este é o momento de dividirmos uns com os outros nossas vivências nas escolas, nossas ideias e relatos sobre as atividades sobre as brincadeiras. O que o outro colega já realizou com os alunos pode ser importante para mim também”, diz.

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