SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Gestores da Rede Municipal discutem elaboração do plano gestor das escolas para 2019

20/10/2018, 11:19h

Os Grupos de Trabalho responsáveis pela elaboração do plano gestor das escolas da Rede Municipal de Educação de Feira de Santana para 2019 trocaram relatos sobre suas experiências nesse processo. O encontro aconteceu nesta quarta-feira, 17, no teatro do Centro de Cultura Maestro Miro.

Esses grupos são formados por gestores de escolas municipais. Atualmente, as instituições de ensino estão divididas em oito GT´s; cada um conta com uma ou duas profissionais mediadoras mais experientes. O objetivo do encontro é proporcionar a troca de ideias entre estes e os gestores mais jovens  para facilitar a elaboração do plano.

Tornar o processo menos individual

Uma vez finalizado, o plano entra em vigor em 2019; ele é válido por quatro anos, mas pode ter suas metas e objetivos revisados anualmente. “Todas as escolas devem ter seu plano gestor específico, mas aqui tornamos o processo menos individual. Buscamos proporcionar a troca de experiências; dar sugestões e falar sobre as dificuldades encontradas”, explica Alexsandra Soares, do Grupo de Gestão e Mediação da Secretaria Municipal de Educação.

No mesmo encontro, ela, Rosana Falcão e Geórgia Kaline Matos – também professoras do Grupo de Gestão e Mediação da Seduc – falaram sobre as influências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na prática escolar.

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Secretária de Educação de Helsinque visita o prefeito Colbert Filho no Paço Municipal

19/10/2018, 14:50h

Secretária de Educação de Helsinque, capital da Finlândia, a professora Marjo Kyllonen visitou o prefeito Colbert Martins Filho, na manhã desta sexta-feira, 19, acompanhada do cônsul da Finlândia na Bahia, Wilson Andrade.

Helsinque é considerado modelo mundial de Educação, em função da aplicação de um novo currículo centrado no aluno e na multidisciplinaridade. Este novo paradigma na metodologia de ensino, tendo a aprendizagem baseada em fenômenos culturais, alterou positivamente a rotina de gestores, estudantes e diretores.

“O sistema educacional de Helsinque foi pensado para que todas as crianças possam ter as mesmas oportunidades, e se baseia na igualdade e na equivalência. Os professores são altamente comprometidos e informados, e têm a liberdade para tomarem as decisões que forem melhores consideradas melhores para as criança”, disse Marjo Kyllonen.

O prefeito Colbert Filho, ao enaltecer a importância do método educacional inovador aplicado na capital da Finlândia, externou o desejo de o ensino público praticado na malha educacional do Município “se aproxime cada vez mais destes objetivos, um ponto fundamental para que possamos sair do discurso para a prática”.

Recepcionada no Paço Municipal Maria Quitéria por uma apresentação do coral de alunos do Programa Música na Escola, neste sábado, 20, Marjo Kyllonen ministrará uma palestra no Congresso Internacional de Educação Para o Dia de Hoje, realizado no auditório do SESI, no Jardim Cruzeiro.

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Prática esportiva reduz substancialmente número de conflitos na Escola Chico Mendes

10/10/2018, 9:40h

A prática de esportes vem conseguindo praticamente zerar o índice de conflitos na Escola Municipal Chico Mendes, que fica no bairro Campo Limpo. A constatação é da equipe de professores que promove anualmente o Festival de Práticas Corporais, agora na décima edição. Na sexta-feira, 5, os estudantes do Ensino Fundamental II participam da culminância das atividades, que foram iniciadas em julho em virtude da Copa do Mundo.

De acordo com a organização, o festival estimula desde sua primeira edição a boa convivência entre os alunos. Nos últimos cinco anos, a equipe gestora percebeu que o evento tornou-se fator definitivo para que a escola reduzisse praticamente a zero o número de desentendimentos registrados entre os alunos.
No ano de 2012, a escola registrou 347 casos de conflitos, dentre os quais, agressões físicas, verbais e típicas ocorrências de bullying, como apelidos maldosos; ano passado, 2017, o índice caiu para apenas sete.

Diversos aspectos são apontados pela equipe pedagógica como preponderantes para a mudança comportamental. Liamara Martfeld, professora de educação física e também articuladora da área de linguagens da unidade de ensino, explica que o aumento do número de modalidades esportivas é um desses aspectos. 

“Temos alunos que não gostam de esportes; mas se não gosta de futsal, tem boliche ou xadrez, ou quebra-cabeças, ou perguntas e respostas. Nosso objetivo é dar aos estudantes opções de escolha variada e ainda espaço para todo tipo de comportamento”, argumenta.

Sensação de pertencimento

De acordo com a professora, quando os adolescentes se sentem pertencentes, são mais ativos, querem participar de pelo menos uma modalidade. “Consequentemente a agressividade diminui, por que eles querem que tudo ocorra da melhor forma; reconhecem que sem o outro não há competição”, explica Liamara.

Em suas primeiras edições, o projeto atendia pelo nome de Jogos Olímpicos Estudantis e contemplava apenas dez modalidades esportivas. Há três anos, com o intuito de envolver também um número maior de estudantes, a equipe pedagógica da escola resolveu aumentar e diversificar as atividades oferecidas.

Ao longo deste ano, os alunos tiveram atividades de várias modalidades esportivas e não esportivas durante as aulas de educação física e recreios interativos. Dentre as 30 atividades há oferta de basquete, vôlei, futsal, baleado, boliche, boxe, dança, jogos de damas, xadrez e de perguntas e respostas.

O objetivo do projeto é cumprir duas metas estabelecidas nas estratégias pedagógicas da escola: a boa convivência entre os alunos e o estímulo do movimento e do equilíbrio com o próprio corpo.

Alunos aprendem a respeitar as regras

Segundo Ana Virginia de Araújo, diretora da escola, a disciplina exigida na prática esportiva se estendeu ao comportamento geral dos alunos. “Os jogos têm regras. Se eles não cumprem, sofrem punição; têm que respeitar a hora de sentar, de ouvir, de falar, de assistir”, pontua.

No âmbito pedagógico, a diretora cita “a disputa” pelo conhecimento. “Eles respondem a variadas perguntas sobre ciências, história, geografia, etc., dentre questões abertas e fechadas. Ninguém é impedido de participar, porém esta modalidade exige mais horas de estudo; o resultado tem sido ótimo”, avalia. A competição entre as turmas marcou a culminância nessa sexta-feira; os alunos do 9º ano conquistaram o primeiro lugar, levando troféu e medalhas.

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Escola Godofredo Coutinho simula eleição para presidente e estimula exercício democrático

9/10/2018, 9:21h

A formação da consciência cidadã e o exercício do voto como mecanismo fundamental para a democracia brasileira foram tema de uma experiência rica para as crianças da Escola Municipal Godofredo Coutinho Pereira, do distrito de Tiquaruçu.

Na tarde de quinta-feira, 4, os alunos foram às urnas e elegeram sua primeira presidenta. O exercício é parte do projeto Eleições na Escola, que movimentou a unidade de ensino nos últimos meses.

Através do voto livre e secreto, Adrielle do Nascimento, do 5º ano, foi eleita presidenta da escola, conquistando 46 dos 86 votos apurados.

Conscientização sobre importância do voto

“Buscamos conscientizar os nossos alunos sobre a importância desse momento; afinal de contas, é nele que temos a chance de construir uma sociedade mais justa”, argumenta a professora Tatiane Jesus de Souza, diretora da Escola Godofredo Coutinho Pereira.

Há duas semanas, os alunos vêm participando de varias práticas em que foram simuladas circunstâncias reais do processo eleitoral. Eleitos por votação como representantes de suas turmas, os candidatos vinham apresentando propostas de melhorias para a escola, com apoio de seus colegas que, em muitos casos, atuaram como cabos eleitorais.

Propostas para uma escola melhor

Com 12 anos, um pouco mais de idade que os outros quatro candidatos-colegas, Adrielle do Nascimento (foto) venceu com folga. Já suas propostas não foram muito diferentes das dos concorrentes. Todos buscaram trazer sugestões de melhorias para a escola, tanto em sua estrutura física, carente em alguns aspectos, quanto pedagógica. E esse é outro ponto essencial do projeto, segundo a coordenadora pedagógica da escola, Meyre Ligia Lima.

“Eles conhecem a escola, sabem das necessidades e estiveram completamente engajados durante todo o processo. Fizeram seus santinhos, suas campanhas, pensaram em propostas. Então, além da conscientização de si próprio enquanto cidadão que possui direitos e deveres, o projeto também cumpre esse objetivo de fazer com que os alunos se importem mais com a escola”, defende.

Cinco concorrentes, sem vice-candidatos, participaram do pleito: os alunos Lucas Silva e Silva - 3º ano; Rafaela Silva do Nascimento - 4º ano; Manuela Gonçalves da Silva – 4º ano; Jeanderson Santana de Jesus – 4º ano; e Adrielle do Nascimento Silva - 5º ano.

O projeto contou com apoio das professoras Gilcélia Cordeiro de Souza, Marlene Cunha, Maria Selma Nunes, Scheila Vidal e Yara Almeida.

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Mostra de ciências da Escola Agrário Melo busca transformação social

8/10/2018, 10:0h

Buscar a transformação do ambiente social da escola através da ciência. Este é o principal objetivo da quarta edição da Mostra de Ciências da Escola Municipal Agrário de Oliveira Melo, do distrito de Ipuaçu, que aconteceu esta quinta-feira, 4. O evento, prestigiado por familiares, comunidade e alunos de outras escolas da região, abordou temas como água, agricultura, fauna e flora.

Participaram das atividades desde as crianças do Grupo 3 até os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental. A mostra contou com dois momentos: no primeiro, os alunos socializaram entre si os conhecimentos e tiveram a oportunidade de conhecer a apresentação de cada turma; no segundo, a escola foi aberta à comunidade.

Assuntos que refletem diretamente no cotidiano dos estudantes

Como boa parte da população do distrito vive no campo, o projeto tratou de assuntos que refletem diretamente no cotidiano dos estudantes e da comunidade. “Temos famílias que vivem da pesca e da agricultura. Além do teor pedagógico, trabalhamos a prática, a partir da ciência, com conhecimentos que podem ser úteis e têm um impacto social”, destaca a coordenadora pedagógica da escola, Cristhiane dos Santos Gois (foto).

Aluno de 4 anos ensina receita para mãe

“Meu filho de apenas quatro anos aprendeu a fazer molho de tomate com ingredientes da horta da própria escola e até já me ensinou”, comemora a dona de casa Cristiana Pinto Moreira (foto), mãe de Elias. “Ele tem se desenvolvido muito na escola, ano passado também participou do projeto e gostou”, relata.

Cuidar bem do nosso meio ambiente

“A Mostra de Ciências é importante para todos nós”, defende Emily Caetano dos Santos (foto), do 4º ano. “Vi muitos colegas que não tinham a consciência da importância dos animais e das plantas mudarem de pensamento e passarem a cuidar bem do nosso meio ambiente, aprendemos muito”, conta.

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Alunos montam peça teatral para contar história de vida da patrona da escola

4/10/2018, 9:10h

As diversas fases da vida da professora Janete Gomes Medeiros, que hoje dá nome a uma escola pública da Rede Municipal no Conjunto George Américo, viraram uma peça de teatro. A encenação marcou a comemoração do aniversário de um ano da unidade de ensino na tarde de terça-feira, 2. Os alunos, do grupo 3 ao 1º ano do Ensino Fundamental, participaram de apresentações culturais durante toda a tarde.

“Pensamos em uma forma de contar tanto para as nossas crianças quanto para a comunidade do bairro como foi a vida da nossa patronesse, Janete Medeiros”, destaca a coordenadora pedagógica da escola, Aldenice do Lago Batista Marques.

“Eles apresentaram a linha do tempo - desde o nascimento, vida acadêmica, casamento, filhos e falecimento. Buscamos reforçar a importância da nossa ‘madrinha´ para a escola, afinal, é desta forma que nossas crianças se referem a ela”, relata Aldenice. O projeto pedagógico apresentado abordou também poesias de Cecília Meireles.

Mãe elogia qualidade de ensino

Pais e responsáveis acompanharam e celebraram junto com a equipe pedagógica. “Minha filha se desenvolveu muito no ano que passou aqui. Fiquei muito feliz com a experiência que ela teve na Janete Medeiros, foi ótimo para o aprendizado dela”, conta Patrícia Cerqueira Santos, mãe de Yasmin Cerqueira Mendes, do 1º ano.

“Vou sentir muita falta da minha escola quando terminar o primeiro ano”, lamenta Yasmin. “A nossa comemoração foi divertida, eu gostei de cada momento”, diz.

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Estudantes aprofundam conhecimento sobre a cidade através de trabalho fotográfico

3/10/2018, 14:23h

O olhar dos alunos da Escola Municipal Adenil da Costa Falcão sobre Feira de Santana ficou registrado na I Mostra Fotográfica da unidade de ensino, realizada na última semana. Os alunos do 3º ano participaram do projeto de Ciências Humanas intitulado “Feira de Santana de A a Z”, cujo objetivo é valorizar a cultura local através da fotografia.

Os estudantes contaram com o apoio das aulas ministradas pelo fotógrafo José Ângelo Pinto, nas quais aprenderam as noções básicas de fotografia antes de irem a campo.

“Fomos até os principais pontos turísticos de Feira e os estudantes produziram suas próprias fotos com o auxílio dos celulares. Organizamos a mostra em ordem alfabética: para cada letra, uma foto”, explica a diretora da escola, Geruza Ferreira. A exposição começou com Adenil Falcão, professora que dá nome à unidade de ensino; e terminou com Zoologia, referenciando o museu da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Aprender a importância de cuidar do nosso município

Os alunos do 3º ano apresentaram aos pais, responsáveis e à comunidade do bairro Brasília as fotografias. De acordo com a gestora, o projeto é importante para que as crianças possam conhecer, amar e respeitar a cidade. “Foi uma forma de conhecer a história do local em que eles estão inseridos e, assim, aprender a importância de cuidar do nosso município”, ressalta Geruza.

Além de conhecer mais sua cidade, Marya Julya descobriu o interesse pela fotografia

“Conheci várias coisas sobre a cidade, por exemplo, o seu surgimento, no casarão Santana dos Olhos D’águas. Moro aqui e não sabia que a história de Feira era tão importante. Quanto mais eu conhecia, mais gostava”, conta a estudante Marya Júlya Sena Barbosa. “Também fiquei bastante interessada por fotografia depois das aulas do fotógrafo José Ângelo”, comemora.

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Divulgado resultado dos recursos e candidatos que terão prova de redação corrigida em concurso

1/10/2018, 19:20h

Publicado no último sábado, 29, o edital de resultado da prova objetiva do concurso público para professores da Rede Municipal de Educação após a análise dos recursos interpostos ao resultado preliminar, divulgado no último dia 17 de setembro. O edital pode ser consultado na edição 829 do Diário Oficial Eletrônico de Feira de Santana.

Também foi publicado no último sábado o edital de divulgação com nomes dos candidatos que terão a prova de redação corrigida. 

Cada candidato que apresentou recurso poderá consultar individualmente a resposta ao seu questionamento no endereço eletrônico www.aocp.com.br, da empresa responsável pela realização do concurso. Ficará disponível no site por dez dias, a contar da data de publicação do edital. A classificação e homologação do resultado final serão realizadas após o término de todas as fases do concurso, para todos os cargos.

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Ambiente da Educação Infantil favorece inclusão, diz professora

1/10/2018, 18:59h

“O ambiente da Educação Infantil favorece a inclusão”. Quem garante é a professora Gabriela Andrade, que atua na Sala de Recursos do CMEI Eduarda França. A professora falou aos colegas durante o encontro de formação dirigida aos coordenadores pedagógicos e gestores dos Centros Municipais de Educação Infantil, realizada na quinta-feira, 27, na Secretaria Municipal de Educação. O encontro teve como temática principal “Desafios da Educação Especial na Educação Infantil”.

A formação abordou a importância de estar-se atento aos déficits de aprendizagem dos alunos, mesmo aqueles que ainda não estejam diagnosticados. “É necessário conhecer as necessidades e demandas destes alunos para que a inclusão seja cada dia mais expressiva nas escolas. O espaço da Educação Infantil é lúdico e naturalmente inclusivo, é preciso aproveitar isso”, declara a professora.

O próximo encontro formativo da Educação infantil será realizado no dia 25 de outubro e irá abordar Relações Etnico-raciais. 

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Stands de tecnologia e relações étnico-raciais chamaram atenção na Flifs

1/10/2018, 18:55h

Oferecer à comunidade feirense um contato direto com a tecnologia e temáticas acerca das relações étnico-raciais. Este foi o principal objetivo dos stands da Secretaria Municipal de Educação na Flifs - 11ª Feira do Livro – Festival Literário e Cultural de Feira de Santana, encerrado neste domingo, na Praça Padre Ovídio. A Seduc foi uma das instituições parceiras do evento e colaborou para sua realização.

A Seduc apresentou dois stands - o de relações étnico-raciais e o da lousa digital. Além dos alunos e professores da Rede Municipal de Educação, todos os visitantes têm a oportunidade de conhecer, participar e interagir com os conteúdos expostos.

“Permitir a comunidade o acesso à literatura que envolva a diversidade é essencial”, defende o professor Renê Brito Nascimento, do Núcleo de Estudos para as Relações Étnico-raciais e Educação Quilombola – NerEEQ, da Secretaria de Educação. “Desde 2015 trazemos exemplares e agora também buscamos orientar os visitantes sobre as editoras que oferecem as obras”, destaca.

O stand oferece ainda exposições artísticas e uma oficina de turbantes e tranças. “Este é um espaço que colabora no sentido de aprimorar a qualidade das discussões sobre relações étnico-raciais”, argumenta Renê.

Tecnologia

A importância de aliar a educação à tecnologia foi destacada no stand da lousa digital. A Seduc dispõe de 150 lousas instaladas nas escolas municipais, que colaboram para o suporte educacional oferecido aos professores e estudantes. Os equipamentos tecnológicos viram espaços de aprendizagem através de jogos e brincadeiras, além de colaborarem com diversas necessidades em sala de aula.

“Apresentamos à comunidade uma parte da nossa proposta - usar a tecnologia em prol da educação, utilizando um aparelho de fácil uso, lúdico, que colabora com o aprendizado dos alunos”, explica João Mota, do Núcleo de Tecnologia da Seduc.

Quem esteve na Flifs pode interagir diretamente com a lousa digital. “Eu gostaria muito de ter uma dessa na minha escola”, relata Davi Ruan Mata Silva, de 10 anos, aluno da rede privada. “Conheci a lousa na Feira do Livro do ano passado e voltei para participar novamente dos jogos educativos”, conta. Davi brincou com jogos matemáticos e de lógica.

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