FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E CULTURA EGBERTO TAVARES COSTA

Frequentadores agradecidos doam 2 mil livros à Biblioteca Municipal

16/8/2018, 19:0h

A Biblioteca Municipal de Feira de Santana recebeu, esta semana, aproximadamente dois mil livros doados. Os doadores, em sua maioria, são pessoas agradecidas que utilizaram o espaço para estudar.

A biblioteca recebe doações de livros desde a sua fundação. Segundo Telma Melo, bibliotecária e diretora da Biblioteca Municipal Arnold Ferreira Silva, toda a formação de didáticos e paradidáticos é parte da doação dos estudantes que os utilizam. Ainda de acordo com Telma Melo, “eles se sentem gratos pelo espaço e oportunidade que têm e retribuem com doações”.

Silêncio e longas horas de estudo

Os estudantes vão à biblioteca em busca de livros variados e de um ambiente que proporcione silêncio e sossego para as longas horas de estudo. “As pessoas adoram a biblioteca. Elas comentam isso e os próprios estudantes da UEFS, mesmo tendo acesso aos livros da biblioteca da universidade, também frequentam a biblioteca municipal”, afirma a diretora.

Os alunos já criaram rotina de estudos e alguns, segundo a diretora, chegam a passar cerca de 10h estudando - período de funcionamento da biblioteca.  

Acesso a acervos de várias bibliotecas

A biblioteca também utiliza do sistema Biblioteca Livre – Bibilivre, um aplicativo que permite a inclusão digital do cidadão na sociedade da informação. Trata-se de um software para catalogação e a difusão de acervos de bibliotecas públicas e privadas, de variados portes. Permite ao usuário acessar diferentes bibliotecas no mundo.

Segundo Telma (foto), a diversidade de livros é grande, o que faz a biblioteca ser bastante procurada. As doações recebidas pela biblioteca estão sendo catalogadas, higienizadas e separadas por temas, para serem dispostas em prateleiras específicas.

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Semana da Cultura Nordestina no Parque do Saber até segunda-feira

3/8/2018, 16:38h

O aniversário de morte de Luiz Gonzaga, 2 de agosto, marca a abertura da Semana da Cultura Nordestina, no Museu Parque do Saber Dival Pitombo. O cantor morreu em 1989.

A exposição será encerrada na próxima segunda-feira, 6. A entrada é gratuita. Está sendo vista principalmente por estudantes.

Autor de verdadeiros hinos nordestinos, como “Asa Branca”, “Triste Partida”, “Vozes da Seca”, “Olha pro Céu”, “Xote das Meninas”, “Que nem Jiló”, entre tantos outros, Gonzaga é o porta-voz do sertão.

Vestimentas de vaqueiros

É uma oportunidade destas crianças conhecerem parte da obra de Luiz Gonzaga, tido como um dos maiores divulgadores da cultura nordestina em todos os tempos.

Na mostra, muitas crianças também estão conhecendo gibão, perneira, chapéu e outros equipamento de proteção usados pelos vaqueiros na lida diária na caatinga, à procura de animais.

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Moradores de residencial Minha Casa, Minha Vida festejam Bye Bye São João

30/7/2018, 10:45h

Moradores do Conjunto Residencial Verde Água, no bairro Santo Antônio dos Prazeres tiveram um sábado mais animado. Com apoio da Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Cultural Egberto Costa (FUNTITEC), foi realizado o primeiro Bye Bye São João. 

A Fundação Egberto Costa cedeu iluminação, palco e a banda Balão Beijo. Segundo Eliane Alves, organizadora da festa e síndica do residencial, o evento foi idealizado pelos moradores com objetivo de integrar a comunidade. 

Residencial não é bagunça, diz síndica

“O Bye Bye São João do Verde Água é uma festa gratuita, porém fizemos camisa e caneca personalizadas para vender. O dinheiro vai ser usado para a melhoria do residencial. A ideia do evento surgiu através do interesse da maioria dos moradores e o nosso objetivo também é mostrar para as pessoas de fora que o condomínio Minha Casa, Minha Vida não é bagunça, tem organização e união. Aqui somos uma família”, pondera Eliane.

Oportunidade para a banda

A cantora Cristiane Sousa, da banda Balão Beijo, diz que foi a segunda vez cantando em um residencial do programa Minha Casa Minha Vida. “Eventos como esse, em um Conjunto Residencial, além de proporcionar cultura para os moradores, também nos dá oportunidade de mostrar nosso trabalho através desse convite da Fundação Egberto Costa. Para nós, da banda, esse momento é especial”, acentua Cristiane.

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Obra e talento do artista Zé Andrade marcam os 22 anos do Museu de Arte Contemporânea

27/7/2018, 16:43h

Há mais de 45 anos, no antigo Cine Íris, um jovem e seus amigos, depararam-se com um filme específico, Santo Guerreiro Contra o Dragão da Maldade. Sempre acostumados com filmes de heróis europeus, não entenderam o que viram e saíram insatisfeitos ao final do filme.

Decepcionados, os meninos passaram o resto da noite fazendo chacota do jovem que teve a ideia de levá-los para assistir tal filme. O jovem em questão era o hoje artista plástico Zé Andrade, que voltou na terça-feira, 24, para Feira de Santana com sua exposição 40 anos de um artista da terra.

“Naquele dia eu vi a minha cara na tela. Meu padrão era europeu, americano e ver aqueles caras sem dentes, com o mesmo gestual, a mesma coisa mediante a meu vizinho, eu estranhei aquele intruso. Isso me tocou profundamente, o Glauber me deu o espelho o qual eu vi a minha cara. Não podemos rejeitar a nossa baianidade, temos que aceitar e apreciar a arte da nossa terra. Essa arte que tento trazer nesse recorte de 40 anos com as minhas
obras”, explica o artista.

Passou pela Escola de Menores

Zé Andrade, de Ubaíra, chegou adolescente a Feira de Santana, época difícil onde passou pela Escola de Menores e chegou a ser fradinho capuchinho. Sua rotina diária e a facilidade em ter acesso aos livros foi o que deu início à sua vida artística. “Tive muita informação durante o tempo que eu estive lá. Tinha muitos livros à minha disposição. Me incendiou a cabeça, e eu saí cheio de conhecimento inflamado, mas sem carpintaria. Me senti completamente perdido sem encontrar os meios para expressar meu trabalho. Foi um grande conflito”, conta.

Mas para a sorte de todos, Zé Andrade se encontrou e construiu uma carreira cheia de Frutos. Mesmo com toda dificuldade que passou em Feira, o artista não deixa de esquecer a terra que participou de sua formação.

Exposição foi uma viagem ao passado

Sua exposição é parte das comemorações pelos 22 anos do Museu de Arte Contemporânea (MAC). “Há 40 anos fiz minha primeira mostra individual no Rio, e hoje volto para esse espaço que eu frequentava e vi obras de arte e trabalhos de grandes artistas. Essa casa que me influenciou bastante”, expressa.

Uma semana antes, o MAC ofereceu a oficina “Técnicas e Maneiras de Lidar com o Barro”, um projeto proposto pelo museu e apoiado pela Fundação Cultural Egberto Costa, que viabilizou a vinda de Zé Andrade, proporcionando uma troca de experiências e aprendizado entre os participantes e o artista.

A exposição fica e pauta até 22 de agosto. É uma linha do tempo contada através dos trabalhos do artista. São homenagens, críticas, lembranças que trazem ao espectador várias interpretações e questionamentos. Além da exposição principal, ficará exposto também o resultado da oficina com as 20 obras dos participantes.

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Artista plástico Zé Andrade nos 22 anos do Museu de Arte Contemporânea

23/7/2018, 17:6h

O Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira (MAC) completa 22 anos neste mês de julho. Para marcar a data, recebe, nesta terça-feira, 24, a exposição “40 anos de Um Artista da Terra”, do artista plástico Zé Andrade.

A exposição é uma homenagem aos 40 anos de carreira do artista, que é baiano, da cidade de Ubaíra, mas vive há mais de 40 anos no Rio de Janeiro, e escolheu retornar à terra para essa comemoração especial. Tendo obras expostas em países como Alemanha e Portugal, Zé Andrade tem personagens colecionados em várias partes do mundo. No Brasil, expôs nas principais capitais e cidades do país. Exposições coletivas e individuais. 

Técnicas e maneiras de lidar com barro

Zé Andrade vai expor no MAC obras que esculpiu durante toda a próspera carreira. Ele já homenageou figuras baianas como Maria Bethânia e Jorge Amado, autores como Machado de Assis e várias outras figuras. Ele vai trazer os resultados da oficina “Técnicas e Maneiras de Lidar com o Barro”, ministrada por ele.

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Peça mostra como crianças podem se divertir sem brinquedos caros

17/7/2018, 11:0h

Lençóis pendurados, muita imaginação e brincadeiras infantis. O espetáculo do Circuito Cultural Belgo Bekaert, realizado no sábado, 14, transformou em um quintal a praça do Centro de Esportes Unificados (CEU) do bairro Cidade Nova. A apresentação intitulada “Meu Quintal” contou a história das crianças Juli, Bela, Poli, Dudu e Lino, que provaram que a felicidade e simplicidade também andam lado a lado.

A criatividade e imaginação dos integrantes da Companhia de Teatro Via Palco, de Salvador, encantaram e arrancaram sorrisos de crianças e adultos. A Cia completa 20 anos e há 18 apresenta a peça “Meu Quintal”.

Agamenon de Abreu interpreta o personagem Lino, e explica que a principal mensagem da apresentação é mostrar como as crianças podem se divertir sem precisar de brinquedos caros ou tablets e smartphones.

Brincar usando a criatividade

“No espetáculo, cinco crianças brincam no quintal, e a proposta é resgatar as brincadeiras de antigamente, que as crianças de hoje nem conheciam. Mostrar como é fácil brincar sem precisar de nada eletrônico e caro, e usar apenas a criatividade”, explica Agamenon (foto).

O projeto conta com o apoio da Fundação Cultural Egberto Costa e segue até o final do mês de novembro.

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Apresentação da Orquestra Neojibá encerra comemorações pelos 13 anos da FUNTITEC

16/7/2018, 15:59h

O 13º aniversário da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa (Funtitec), chegou ao último dia de comemoração no Cineteatro do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), na sexta-feira, 13. O momento contou com a apresentação da Orquestra Neojibá e a presença das Escolas Municipais Olga Noêmia, Monsenhor Mário Pessoa e Luiz Viana Filho.

O concerto foi acompanhado de aprendizado e dinâmicas. Crianças e jovens apreciaram o som da orquestra que tocou de Dorival Caymmi a Anitta. Os alunos cantaram e interagiram com a orquestra.

Integrar crianças e jovens através da música

De acordo com Caroline Abreu (foto), violinista e coordenadora do Núcleo Antônio Gasparini, que faz parte do Programa Neojibá, a ideia do trabalho é de integração de jovens e crianças a partir da música, desenvolvendo o lado social, psíquico e motor. “Os Concertos didáticos têm essa característica de levar essa parte formativa também, informação através da música”, completou Caroline Abreu. O grupo já tem quase quatro anos em Feira de Santana e busca estimular o interesse musical da comunidade, disseminando a cultura.

Integrante da orquestra há um ano, John Welbert é estudante de música da UEFS e expressou sua gratidão em poder contribuir com o trabalho do grupo. “Pra mim é muito importante mostrar para a sociedade brasileira que existem outras formas de manifestações culturais, que são interessantes e que nós podemos aderir”, destaca.

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Documentos sobre fechamento de rádio em Feira reunidos em livro pelo jornalista Dimas Oliveira

16/7/2018, 15:52h

A Biblioteca Municipal Arnold Ferreira Silva foi cenário para o lançamento do livro “O Processo da Cassação da Rádio Cultura”, na última sexta-feira,13, pelo jornalista e organizador da obra, Dimas Boaventura de Oliveira. O trabalho é resultado da compilação das peças do processo que resultou no fechamento da Rádio Cultura de Feira de Santana.

“A mensagem que o livro passa é a mensagem da verdade, pois hoje estamos no mundo pós-moderno que você tem sua verdade e eu tenho minha verdade, cada um tem sua verdade. O livro procura ficar em uma verdade absoluta, a que está nos registros, nos anais da história”, afirma Dimas.

O professor Luciano Ribeiro Santos, 73, que prestigiou o lançamento, destacou a importância do livro para quem ouve falar sobre a ditadura, mas que não viveu aquele importante momento da história do país. “Muitas pessoas não sabem o que foi a ditadura. O livro resgata a história, e fica para nós. Um livro deste fica guardado nos anais da história. Por exemplo, a geração nova não sabe o que foi a ditadura, nem a Rádio Cultura. Não sabem nada, então o livro vai ficar aí como história para as gerações futuras”, comenta o professor.

Ferramenta de estudo para gerações futuras

Telma Freitas de Melo (foto), chefe de Divisão de Bibliotecas da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa - FUNTITEC, esteve presente ao lançamento, e frisa a importância desses registros como ferramenta de estudo para gerações futuras.

“Este livro representa a história de Feira de Santana e do Brasil naquele momento político e creio que nossos leitores e pesquisadores terão mais uma ferramenta para seus estudos”, ressalta.

Apoio da Fundação Cultural Egberto Costa

O lançamento do livro teve apoio da Prefeitura de Feira de Santana, através da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa e do Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino da Fundação Senhor dos Passos. O secretário de Comunicação Social, Valdomiro Silva, esteve presente ao lançamento representando o prefeito Colbert Martins Filho. 

O livro estará disponível em bancas de revistas em Feira de Santana ao longo da avenida Getúlio Vargas, na Loja Banca no shopping Boulevard e também estará disponível online na Amazon como ebook.

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Música, poesia e arte no 13º aniversário da Funtitec

14/7/2018, 20:28h

Feira de Santana é uma cidade que conecta uns aos outros, afinal, tudo passa por ela. Por esse motivo a cultura e o povo feirense estão sempre importando jeitos, estilos, músicas e sorrisos, mas é hora de exportar. E foi isso que o cantor, compositor e poeta Dann Silveira (foto) fez com sua ida a Portugal.

O cantor levou a cultura feirense através da poesia, para Portugal, com incentivo da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa - Funtitec, e nesta quinta-feira, 12, ele trouxe o resultado dessa viagem poética para o Museu de Arte Contemporânea, como parte da comemoração ao 13º aniversário da Fundação.

“Nós tivemos uma receptividade muito calorosa, eram muitas pessoas envolvidas com poesia, poetas e declamadores, e é muito interessante trazer para Feira essa experiência que vai enriquecer ainda mais o nosso trabalho”, conta o cantor.

Uma reunião de diversos artistas

A apresentação foi uma celebração, não só do aniversário da Funtitec, mas também da cena cultural feirense, já que figuras que ajudam a construí-la todos os dias estavam presentes, prestigiando o momento. Uma delas foi a designer Flávia Sacramento (foto), que surpresa com a homenagem de ter suas roupas vestindo o cantor, expressou a felicidade de ver a cultura de sua cidade crescer a cada dia.

“É muito importante a cultura da cidade está sendo bem representada, algo que antes se falava muito pouco. Era comum achar que Feira não tinha cultura, que não tinha poesia, e hoje vemos que tem tudo isso com artistas maravilhosos a sua frente”, pondera a designer.

Mistura de poesia, música e obras de arte encanta a todos

Um personagem à parte foi o próprio Museu, com seus quadros e fotos, inspirando e completando o cenário do show lítero-musical. “Adoro essa mistura de poesia e música com obras de artes estampadas na parede, é lindo poder ter música dentro do Museu. Esse intercâmbio de culturas e artes, valorizando o que nós temos. Isso é de grande importância para personalizar a cultura da nossa cidade”, explica a cantora Márcia Porto (foto).

Momento de pausa com poesia

Em um momento de pausa no show para interação com o público, descobrimos que os fãs do cantor também são artistas, que se inspiram em Dann Silveira e em suas produções. Como é o caso de Juliana Cordeiro (foto), poeta que declamou um de seus textos. “Pra mim foi uma satisfação muito grande participar do show de Dann, que é um artista singular. Eu já escrevo a muito tempo, então estar aqui com ele pra mim foi um encontro poético, de almas. Foi um encontro com a poesia”, relata.

Vale a pena viver de arte

“Enquanto houver poesia” é apresentado por Daniel Silveira, e sua produtora, Lorena Carvalho (foto - ao lado de Daniel), que ressalta o amor pela arte e acredita no impacto que a poesia tem na vida das pessoas “Quem quiser viver de arte aproveite, porque vale a pena. Ser artista como toda profissão precisa de preparo e muito estudo. É acreditar que aquilo vale a pena ser feito e mostrado. Então, vamos mostrar a cara, vamos mostrar a arte!”, incentiva o casal.

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Artista visual Zé Andrade ministra oficina gratuita de modelagem em barro no MAC

12/7/2018, 17:43h

Em comemoração do aniversário de 22 anos do Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira- MAC, o renomado artista visual Zé Andrade estará ministrando uma oficina e curso prático “Técnicas e Maneiras de lidar com o Barro”. Serão trabalhadas a figura humana e a caricatura através da experiência e técnica adquirida pelo artista ao longo dos seus 40 anos de trajetória. A atividade é gratuita.

A oficina acontece de 16 a 21 de julho, das 19 às 21h, no Museu de Arte Contemporânea. As melhores obras criadas na oficina vão compor a exposição “40 Anos de um Artista da Terra” prevista para acontecer ainda este mês.

As vagas são limitadas e para se inscrever basta comparecer ao MAC, de 09 a 13 de julho, portando documento de identificação com foto. O Museu funciona das 08h às 17h.

O ARTISTA

Zé Andrade (foto) mora no Rio de Janeiro há 40 anos, e foi lá que desenvolveu sua carreira artística. Atuante como escultor, representa a Arte Popular com intuito de manter a memória do povo, sua cultura e sua arte. Criador de pequenas esculturas em cerâmica, retrata artistas e personalidades nacionais e internacionais de reconhecido valor cultural, entre elas: Fernando Pessoa, Van Gogh, Mário de Andrade, Nélson Rodrigues, José Saramago, Tom Jobim, entre outras personalidades. Sua obra conta atualmente com cerca de 140 personagens. Dentro de sua carreira artística, participou de inúmeras exposições no sul do país, além de ter conquistado várias premiações em salões de artes e bienais.

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