FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E CULTURA EGBERTO TAVARES COSTA

Incentivadas pela experiência dos filhos, mães de alunos conhecem o Museu Parque do Saber

17/5/2019, 18:23h

A comitiva da Escola Municipal Sabino José Dias viajou cerca de uma hora, de Governador Mangabeira para Feira de Santana, com destino ao Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, na manhã desta sexta-feira, 17. Mas ao invés de alunos, como normalmente acontece, o grupo foi composto pelas mães dos estudantes. 

A iniciativa da escola fez parte da programação de comemoração do Dia das Mães. A proposta, conforme a diretora Jamile Nascimento, foi proporcionar um momento inusitado à elas. Enquanto seus filhos, que já conhecem o Museu, cumpriam normalmente o dia letivo, as mães viajaram em busca de conhecimento.

O objetivo é proporcionar a integração entre família e escola, além de aproximar mães e filhos. "A gente trouxe os meninos que relataram pra gente a experiência, a maravilha que sentiram. Muitas mães me procuraram para passar o feedback do tanto que seus filhos gostaram" afirma a diretora. “A partir disso tivemos a ideia de trazer as mães para que pudessem entender o motivo do despertar dos seus filhos” completa.

Jamile ressalta que a integração é fundamental. “Sempre explicamos aos pais que a escola sozinha consegue o avanço necessário, e se tivermos a parceria com a família, as mães principalmente, alcançaremos o objetivo e podemos até ultrapassar o resultado que desejamos”, completa.

Para o diretor do Museu, Basílio Fernandez, a presença constante de pessoas tanto de Feira de Santana, como de outros municípios, atesta a importância do equipamento, especialmente no campo do conhecimento. "Essas visitas refletem a importância que o Museu tem dentro e fora da cidade, assim como dentro das escolas e dos lares".

O Museu Parque do Saber é um equipamento mantido pelo Governo do prefeito Colbert Martins Filho, através da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura Egberto Tavares Costa. 

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Bailarinas tardias: filhas de peixinhas

17/5/2019, 9:56h

A fotografia de uma menina bailarina numa camisa inverte uma conhecida expressão: mãe de bailarininha, bailarina é. Ou será. Ou deseja ser. Mulheres jovens e idosas participam da oficina de balé para adultos, às quartas e sextas-feiras, do Programa Arte de Viver, no Centro de Cultura Maestro Miro.

Quem veste a camisa é Ana Cláudia Santos (foto), que revelou ter sido estimulada a participar da oficina pela filha, Bruna. Além de realizar o sonho de criança, descobriu que o balé é muito mais do que dançar. “Mexe com o corpo todo”.

Diz que o balé melhora a autoestima e a parte física, influencia na sua postura e nos movimentos corporais. “Antes era sedentária”. Bruna entra na sala com barras e espelho logo após a sua saída. “É muito bom dançar”.

Os nomes dos passos são quase sempre em francês e alguns em inglês. Os gestos de mãos e os movimentos dos corpos são suaves e graciosos. Não parece que até há três meses apenas uma delas os conhecia.

Já estão bem à frente do primeiro movimento – quando os calcanhares se tocam, ou perto disso, com as pernas viradas para fora, na busca dos 180º. A atividade requer paciência e persistência. Isso as bailarinas demonstram ter de sobra.

Aos 65 anos, Eilenirdes Pereira dos Santos, disse que há alguns anos se aposentou para viver, não para envelhecer. “Estou vivendo uma experiência maravilhosa, um desafio, porque estou trabalhando o corpo e espírito”. Revelou que o que não fez quando jovem está realizando agora.

As alunas são observadas e, na busca da perfeição que a arte exige, os movimentos corrigidos pelo professor Adauto Silva. Mãos, pernas e pés devem flutuar em sincronia. Nada passa despercebido por seu olhar sempre atento.

“Junte os pés”, fala com uma delas. “Olhe para a frente e mantenha a postura”, orienta outra. Para Adauto Silva, o processo de aprendizado é igual para crianças e adultos, mas os adultos, devido ao estágio cognitivo, aprendem mais facilmente.

Já treinam a coreografia que tem como base a música “Sabiá”, de Luiz Gonzaga, que será apresentada no próximo mês, no espetáculo de encerramento do semestre, no Teatro Ângela Oliveira. Será mais do que um dia de confraternização.

Várias oficinas do Programa Arte de Viver são oferecidas pela Prefeitura de Feira de Santana, no Governo do prefeito Colbert Martins Filho, por meio da Fundação Cultural Egberto Costa.

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Circuito Belgo inicia nova temporada no CEU Cidade Nova

15/5/2019, 17:53h

Uma tarde com muita música e diversão deu início a 9ª temporada do  Circuito Cultural Belgo Bekaert, com a apresentação do espetáculo infantil ‘Canções para Pequenos Ouvidos’, no ultimo sábado (11), no Centro de Esportes e Artes Unificados (CEU), no bairro Cidade Nova.

A orquestra de música erudita do Projeto Acordes iniciou o evento prestando uma homenagem às mães, tocando a canção “Como é grande  o meu amor por você”, que emocionou as mães presentes no local. “Essa canção é uma verdadeira obra de arte. Tocada por essas crianças ficou ainda mais bonita” destacou Vera Lúcia de Jesus, que acompanhava o neto Henrique de três anos.

A peça, encenada pelo grupo Orquestra Modesta, de São Paulo, trouxe uma apresentação repleta de números musicais, no qual o palhaço Sandoval e sua trupe ao se depararem com um palco cheio de instrumentos e quinquilharias, divertem o público contando histórias em forma de canções.

De acordo com produtora do espetáculo, Elisa Taemi, o número é a junção de várias músicas que fazem parte de diferentes espetáculos infantis, escritos pelo palhaço e compositor Fernando Escrich.  

Ela explica que a linguagem lúdica ajuda a abordar temas diversos do cotidiano familiar. “A melodia é a mensagem que chega mais rápido em quem nos assiste. A brincadeira é fazer música para pais e filhos. Tem músicas que trazem questões filosóficas, outras resgatam a criança adormecida nos pais”, pontuou.

A aceitação do Projeto pelos moradores locais é algo comemorado pelo produtor do evento Caíque Marques. “Fazemos intercâmbios culturais com artistas do Sudeste e do Nordeste. O público entende muito bem a nossa proposta e abraça o projeto. A arte é um elemento transformador e já estamos vendo isso acontecer”, afirmou.

Alegre e sorridente, Cleusielle Santos, mãe das pequenas Suelen (7) e Ester (4) estava pela primeira vez assistindo uma peça teatral com as filhas. “A cultura nos enriquece como cidadão e eu quero isso para as minhas filhas.Não poderia deixar de prestigiar um evento como este”, conta.

O objetivo do Circuito Cultural é democratizar o acesso à cultura, oferecendo uma programação teatral regular às comunidades, com espetáculos infantis gratuitos. como afirma Tamylla Rosa, Assistente de Comunicação da Belgo Bekaert Arames.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal, através da Fundação Cultural Egberto Costa e segue  até o final do mês de novembro.

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Palestras direcionadas às mulheres marcaram programação da semana das mães nos CEUs

13/5/2019, 10:11h

Mãe, mulher, filha, dona de casa e o que mais ela quiser ser. A mãe é para além do amor pelo seu filho. Essa a mensagem transmitida através de palestras na quinta-feira, 08, nas praças dos Centros de Artes e Esportes Unificados - CEU Cidade Nova e Jardim Acácia, dentro da programação especial para a semana do dia das mães. 

Com um grupo formado por: médicas, nutricionista, ginecologista, psicóloga e fisioterapeuta do Centro de Terapia, Educação Sexual e Ginecologia, a manhã foi de muita informação e desmistificação sobre o sexo e o corpo feminino para as mulheres da praça CEU Cidade Nova e as mães dos alunos da Escola Olga Noêmia. 

“A mulher hoje busca orientação, bem-estar, se enxergar mulher e se cuidar mais que antes. Então nossa comunidade vem contando com esse modelo de atividades voltadas a mulheres que sabem apreciar esse momento de esclarecimento, de conversa com as especialistas de diversas áreas”, ressalta a coordenadora do CEU Cidade Nova, Lay Ribeiro. 

A psicóloga Laís Dourado explicou em sua palestra a importância para a mulher de se conhecer fisicamente e psicologicamente. “Abordamos um pouco sobre o assunto da mãe mulher. Se tem a construção de mãe e se esquece que é uma mulher, que está ali representando um dos papéis na vida dela que é o de ser mãe”, explica. 

As atividades também continuaram na sexta-feira, 10. O evento foi promovido em parceria com o Instituto Renata Soraia. As praças CEU são administradas pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, através da Fundação Municipal Egberto Costa.

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Trajetória de 13 anos da Fundação Egberto Costa foi apresentada em Fórum Estadual

10/5/2019, 11:16h

Há 13 anos a Fundação Cultural Egberto Costa (Funtitec) leva atividades voltadas a arte e cultura para bairros periféricos de Feira de Santana. Essa trajetória foi um dos temas do Fórum Estadual da Bahia Sesc Nordeste das Artes, que aconteceu durante os dias 7 e 8 no Centro Universitário de Cultura e Arte - CUCA. 

O painel sobre Gestão de Equipamentos Culturais contou com o diretor de Atividades Culturais da Funtitec, Luís Augusto Oliveira, e a gestora Cultural de Salvador, Ana Vaneska, que apresentaram suas vivências de anos de gestão pública no primeiro dia do evento, que teve como objetivo disseminar todos os recursos culturais da cidade para o Brasil.

O convite é uma proposta de certificação do referencial em escala nacional, que a Fundação Egberto Costa tem se tornado ao longo desses anos. “Isso é um reconhecimento do trabalho que a Fundação vem desenvolvendo e da quantidade de equipamentos que a mesma dispõe, que cabe a ela gerir, e do público que tem alcançado”, afirma Luís Augusto. 

A resposta da população atesta a importância das atividades artísticas e culturais garantidas pelo Governo do prefeito Colbert Martins Filho. “Temos depoimentos das professoras que mostram como esses espaços e os projetos, a exemplo do Arte de Viver, mudou a realidade dos alunos. Temos exemplos da turma de crianças autitas, que apesar de ser uma experiência nova, já apresenta mudanças nos comportamentos dos alunos, um desenvolvimento na coordenação motora, na adaptação e no emocional”, relata o diretor.

Um total de 11 equipamentos, entre bibliotecas, museus, teatros e centros de esportes e artes, localizados em diferentes pontos da cidade, são administrados pela Funtitec, autarquia da Prefeitura de Feira de Santana.

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Ressaca de Micareta leva entretenimento e bom público ao MAP

6/5/2019, 16:57h

O Mercado de Arte Popular (MAP) foi palco no sábado, 4, da tradicional Ressaca de Micareta, cuja animação ficou por conta das bandas Camutiê e Balanço Gostoso. O público, que compareceu em bom número, curtiu desde o som das antigas marchinhas carnavalescas a sucessos atuais do axé music e do samba.  

A primeira a subir ao palco foi a Banda Camutiê, que tem como vocalista a cantora Júlia Pinho. “É muito gratificante tocar para o nosso povo”, falou ao destacar a receptividade do público durante sua apresentação na Micareta 2019, cantando no Palco Jota Morbeck.

Concorrendo como “Banda Revelação”, a Balanço Gostoso fez um “resumão” dos sucessos que marcaram a festa momesca, levando para o palco do MAP as tradicionais marchinhas de Carnaval, samba, entre outros ritmos.

MOVIMENTO

Enquanto isso, os comerciantes do MAP comemoravam o movimento no local e as boas vendas. A vendedora Francimaire, que já trabalha no equipamento há 30 anos, disse que desde a reinauguração esse tipo de evento tem atraído um número de expressivo de pessoas, sobretudo aos sábados.

“Além de aumentar a movimentação no MAP, é uma oportunidade para as vendas, uma vez que as pessoas ficam mais tempo aqui para curtir o som e sempre acabam comprando uma coisa ou outra”, ressaltou a comerciante.

A Ressaca de Micareta é um evento promovido pelo Governo do prefeito Colbert Martins da Silva Filho por meio da Fundação Municipal Egberto Tavares Costa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Balé entra no universo autista: iniciativa da Prefeitura de Feira é pioneira no país

6/5/2019, 15:11h

Paciência para repetir quantas vezes forem necessárias, compreender a limitação do outro e dela tirar o melhor. Observar para planejar como fazer eficientemente. Ler o ambiente que é dos mais lúdicos. Interpretar uma linguagem baseada em poucas palavras e muito movimento corporal, mesmo que quase sempre involuntário. É variado o manual a ser lido e seguido de um professor para turmas especiais.

O azul dos colantes e meias das meninas, ao invés do tradicional rosa, é uma indicação de esta é uma turma especial. Uma dezena de crianças com Transtorno do Espectro Autista, também conhecido como autismo, está aprendendo os primeiros passos do balé clássico. As aulas foram iniciadas há quase dois meses no Centro de Cultura Maestro Miro.

A iniciativa pioneira, em todo o Brasil, está sendo oferecida a estas meninas pelo Governo do prefeito Colbert Martins da Silva Filho. O projeto é executado por meio do Programa Arte de Viver, da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa. As mães das meninas, como quase todas as mães, realizam o sonho de ver suas filhas tendo aula de balé.

“Elas me surpreendem a cada dia”, elogia o professor Adauto Silva. “Mostram que têm possibilidades para aprender. Este universo é amplo”. Aprender o meia-ponta – andar nas pontas dos pés, um dos fundamentos do balé clássico, ou o plié, importante movimento feito na barra. “Elas têm as destrezas físicas”. As expectativas são as melhores.

E as ferramentas usadas nas aulas são as mais diversas, baseadas na observação. Um cordão à altura da canela as ajuda no equilíbrio ao caminhar. “Ter serenidade para entendê-las e aprender a trabalhar com elas”. São crianças que, claro, precisam de ajuda.

As aulas têm a participação ativa dos pais. “Assim, eles ajudam nas tarefas que devem ser feitas nas casas delas. Como os pais de Yasmin e Izabele. “Elas estão progredindo muito. Principalmente Yasmin, que já começou a falar algumas palavras, como papai. Meu sonho é ouvir ela me chamar de mamãe”, derreteu-se em lágrimas Roqueline Amorim, mãe das meninas.

A evolução das meninas ela credita as aulas de balé, que acontecem duas vezes semanais. “Nunca tinha visto minha filha falar uma palavra, sequer”. Patrícia Araújo, mãe de Ana Clara, também vê evolução. “Ela começou a estudar neste ano e está se relacionando bem com as coleguinhas”.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Oficina de teatro exercita o sonho de interpretar

2/5/2019, 7:57h

As oficinas de teatro para adultos do Programa Arte de Viver não deixam que o sonho de interpretar um personagem, de atuar numa peça de teatro, de se tornar um ator amador, seja apagado pelo tempo para mais de 40 mulheres e um homem que participam das aulas. Todos acima de 50 anos – a mais velha tem 89, dona Alaíde. Estão em fase de descobertas.

Como disse uma bem humorada aluna, as idades das oficinandas oscilam entre mamando e caducando. Mas não perdem o desejo de interpretar. Dona Raimunda Araújo (foto), 74, participa das oficinas desde a primeira turma, há nove anos. “Sempre gostei de teatro e hoje acredito que não mais conseguiria viver sem ele, porque me tornar atriz é um sonho que venho realizando a cada etapa das oficinas”.

Sônia Miranda (foto) disse que inicialmente planejou se matricular na oficina de dança. Mas a paixão pelo teatro lhe tocou bem mais forte. “Além de aprender técnicas de interpretação, o trabalho em grupo é muito gratificante porque aqui todo mundo é gente muito boa, interessante, amiga”. As aulas são realizadas no Centro de Cultura Maestro Miro.

Aos 82 anos, dona Terezinha Lima da Silva semanalmente nutre o sonha de ser atriz, mesmo que amadora. Está no grupo há mais de um ano e é uma das muitas que desviaram o foco inicial e optaram pelo teatro. “Vim me matricular na oficina de dança de salão. Mas optei pelo teatro, atividade que descobri que amo muito”. É uma das poucas alunas que não perde um dia de aula.

Duas  vezes por ano – no meio e no fim, o grupo monta um espetáculo. Estão na fase de leitura da peça de junho. “Mais do que se tornarem atores e atrizes, todos participam da integração do grupo, trabalham em equipe e vivenciam tudo”, disse o professor Zeus Oliveira, à frente das oficinas desde a criação delas. “É uma promoção social”.

O Programa Arte de Viver é mantido pelo Governo do prefeito Colbert Martins Filho, através da Fundação Cultural Egberto Costa, e proporciona diversas oficinas artísticas e culturais, gratuitamente, para a população feirense.

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Inscrições para o 5º Concurso de Poesia começam na quinta-feira

30/4/2019, 16:7h

As inscrições para o 5º Concurso Municipal de Poesia - Prêmio Antonio Lopes, serão abertas nesta quinta-feira, 2, e seguirão até o dia 25 de junho. O edital está disponível no site: www.feiradesantana.ba.gov.br com todas as regras e informações necessárias para a inscrição. 

Os escritores podem fazer suas inscrições no Museu de Arte Contemporânea - MAC localizado na rua Geminiano Costa, 255, Centro, ao lado da Biblioteca Municipal, das 9h às 12h e das 14h às 17h de segunda à sexta-feira.

Todos os anos uma personalidade local é homenageada e este ano o escolhido a levar o nome do prêmio do concurso será o poeta feirense Antonio Lopes. Professor primário diplomado em 1935 pela Escola Normal Rural de Feira de Santana foi um apaixonado por sua profissão, por sua terra e pela arte de escrever.  

Também já foram homenageados os poetas Gastão Guimarães, que também foi médico e professor; Godofredo Filho; Eurico Alves Boaventura; e no ano passado, Georgina Erismann. 

O concurso é realizado pela Prefeitura Municipal através da Fundação Cultural Egberto Costa. Ano passado foram inscritos 86 poetas, sendo que os 17 classificados foram reunidos no livro “Antalogia Poética”. O objetivo do Governo do prefeito Colbert Martins Filho é incentivar os escritores e poetas locais.

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Projeto Ensaios de Micareta marca contagem regressiva para festa momesca

21/4/2019, 15:43h

Em contagem regressiva para a festa momesca, que será realizada em Feira de Santana no período de 25 a 28 deste mês, o projeto Ensaios da Micareta atraiu um grande público que gosta da festa ao Mercado de Arte Popular (MAP). No início da tarde deste sábado, 20, a animação ficou por conta de Átila Porto com a banda Pegada Elétrica e, na sequência, o agito de Ítala Dias.

A dobradinha de Átila Porto com a Pegada Elétrica mostrou o talento de artistas da terra e agradou em cheio o grande público, que lotou o espaço de eventos do MAP. E a mistura de ritmos, que vão desde o merengue, lambada até o axé, alucinou quem está contando os minutos para a chegada da Micareta.

Carismática, Átila Porto entrou em sintonia perfeita com o guitarrista Eliel Nunes, que deu um show na guitarra e arrancaram aplausos do público. E a cada música, a plateia pedia sempre mais uma.

Para quem foi assistir ao projeto musical Ensaios de Micareta, promovido pelo Governo de Feira de Santana, através da Fundação Municipal Cultural Egberto Costa, este sábado, 20, também teve a animação de Ítala Dias para fechar a programação.

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