Idosos do Dona Zazinha participam de confraternização

10/12/2018, 14:27h

Idosos do Centro de Convivência para Idosos Dona Zazinha Cerqueira, equipamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), já estão em clima de festejos natalinos. Um grupo formado por cerca de 200 pessoas na melhor idade participou da confraternização, realizada no Sítio Marocas, espaço de lazer onde a animação tomou conta de todos.

A confraternização, conforme a coordenadora do Dona Zazinha, Tilda Brasileiro, foi tomada pelo clima de união entre idosos e funcionários do equipamento público municipal.

O passeio no Sítio Marocas foi marcado por muita dança, lanches e brincadeiras, em contato com a natureza, onde o clima natalino refletiu a sintonia e integração do grupo, que diariamente participa de diversas atividades que resultam em ganhos na qualidade de vida.

Tilda Brasileiro observou que as comemorações ganharam clima especial em função do reconhecimento dos trabalhos desenvolvidos com os idosos no Dona Zazinha pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Técnicos do Governo Federal estiveram na cidade, na semana passada, e atestaram a qualidade dos serviços e oficinas que elevam a qualidade de vida das pessoas na terceira idade.



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Projeto Acordes realiza sonho de aluna de aprender a tocar um instrumento

10/12/2018, 14:6h

Um sonho realizado. Assim definiu Giovanna Santos Ferreira, aluna do 6º ano da Escola Municipal Ana Brandoa (Tomba) sobre a participação no Projeto Acordes. Há quatro anos, a iniciativa da empresa Belgo Bekaert Arames, realizada em parceria com a Prefeitura de Feira de Santana, oferece a alunos da Rede Municipal de Educação aulas de flauta doce e violino totalmente gratuitas.

Na última quinta-feira, 6, Giovana e dezenas de outros estudantes apresentaram números musicais durante o encerramento do projeto.

Giovanna (foto) participa do Acordes desde os oito anos. Hoje, aos 12, acredita que não consegue mais imaginar seu futuro sem a música. “Eu sempre quis aprender a tocar algum instrumento. Quando soube que teria aulas na minha escola, me inscrevi logo e decidi seguir a minha paixão. Preciso da música para me sentir realizada”, conta a adolescente que também integra a Orquestra Sinfônica Infantojuvenil do Programa Música na Escola e duas filarmônicas.

Participam do Projeto Acordes alunos das escolas municipais Ana Brandoa e Valdemira Alves Brito, ambas situadas no bairro Tomba. “A música colabora para a motivação dos estudantes em sala de aula, muitas vezes influencia o bom comportamento na escola e em casa também, melhora a autoestima e muitos alunos querem continuar mesmo depois de passarem para o Ensino Médio”, conta a diretora da Escola Ana Brandoa, Elizangela da Silva Ribeiro.

Projeto de Vida

O objetivo principal do Acordes é a musicalização dos alunos, visando os benefícios na aprendizagem, melhoria na concentração, disciplina e no contato social. “Temos estudantes que estão no projeto desde o início, alguns já tocam músicas em solo e deram continuidade ao estudo para além da escola. Acompanhamos muitos relatos de pais felizes com os resultados”, avalia Maria Rita Fonseca, representante da equipe do projeto.

“Vemos os benefícios na vida dos nossos filhos e até mesmo no nosso lar. O comportamento da minha filha melhorou muito em casa e nos estudos”, aponta Gilvan Dias da Silva (foto), pai de Moemi Sade Dias, de 9 anos.

O gerente das unidades Belgo Bekaert de Feira de Santana, Roberto Tavares (foto), comemorou o êxito do projeto. “A música nos transforma. Assistindo às apresentações, esqueci os problemas e estresses do dia. Tenho certeza que estes estudantes terão um futuro promissor se desejarem seguir este caminho”, acredita.

“A música tem um componente muito especial na formação de cada um, consegue transformar sim a vida de muitas pessoas e, na educação, temos visto resultados positivos com projetos como o Acordes”, comemora a professora Paula Soto (foto), chefe de gabinete da Secretaria Municipal Educação.



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Roberto Kuelho homenageia Gilberto Gil no Natal Encantado

10/12/2018, 12:23h

As apresentações do Natal Encantado 2018, no palco da avenida Getúlio Vargas, voltam nesta segunda-feira, 10, a partir das 16h, com apresentação do Coral Municipal Juiz Walter Ribeiro Junior.

Além dessa apresentação, o público pode assistir às 18h, a Orquestra da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Fechando as apresentações desta segunda, o cantor feirense Roberto Kuelho, sobe ao palco às 19h30.

No set list do show intitulado “Roberto ao Gil”, figuram canções como “Andar com Fé”, “Vamos Fugir” e “Refavela”. Além de canções autorais a exemplo de “Corpo Leve”, “Miscigenada”, “Nem Precisa Ser Amor”, “Pijama e Café” e “Apenas Quer”. 



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Cantatas de Natal se apresentam na sacada do Paço Municipal a partir desta 2ª

10/12/2018, 12:18h

Nesta segunda-feira, 10, a partir das 18h, começam as apresentações dos corais nas sacadas do Paço Municipal Maria Quitéria, que já se tornaram um dos momentos mais esperados do Natal Encantado de Feira de Santana.

O Coral Maestro Miro inicia a programação das 'Cantatas de Natal'. Este ano, a maior companhia de coral da cidade, será formada por 70 componentes - apresentando música, dança e teatro - e trará como tema “Natal nos tempos de Jesus”. Sob a regência da maestrina Céliah Zaiin, o Coral Maestro Miro está presente no Natal Encantado desde a sua primeira edição, em 2013. 

O Coral Maestro Miro nasceu a partir da oficina de canto e coral do Programa Arte de Viver, iniciativa da Fundação Cultural Egberto Costa. “O Coral Maestro Miro é uma família completa, desde as crianças que participam como anjos, aos personagens Maria e José, Pastores e Reis e o menino Jesus”, observa a maestrina Celiah Zaiin.



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Ampliação do Laboratório - Hospital da Mulher | Web TV

10/12/2018


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Jovem com síndrome de down encontra estímulo em oficinas do Programa Arte de Viver

10/12/2018, 11:31h

Participante de várias atividades no Programa Arte de Viver, Alisson Felipe Brandão do Santos, 19 anos, portador de síndrome de down, é um exemplo dos benefícios que o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pode proporcionar. Na última quarta-feira, 5, no encerramento do semestre da Oficina de Teatro no CEU Cidade Nova, ele integrou o elenco da peça teatral, juntamente com sua família. Literalmente, o palco se tornou sua segunda casa. 

Na oportunidade foi encenada a peça "Peripécias de um nordestino astuto e bom de conversa", que divertiu a agradou bastante a plateia, arrancando muitas gargalhadas e aplausos. 

Há aproximadamente dois anos, o jovem é participante assíduo das atividades no projeto  que acontece no Centro de Artes e Esportes Unificado - CEU da Cidade Nova. Alisson afirma que adora a oficina de teatro e não consegue mais viver sem as atividades que fomentam cultura, música, arte e até mesmo o condicionamento físico. 

Feliz ao término da apresentação teatral que vinha ensaiando neste último semestre, a qual representou o papel de feirante, Alisson conta suas conquistas e bastante satisfeito por estar realizando os maiores desejos da sua vida, incentiva outras pessoas a participarem do Arte de Viver, assim como fez com sua família. E afirma que sua condição - a síndrome de Down, não o difere de ninguém. 

Família unida no palco

Expressa bastante alegria em contar sobre ter levado a sua família para o palco e vê-los fazer aquilo que mais ama: a arte. “Gosto muito, é o maior prazer estar com a família unida, e aqui, o teatro pra mim é tudo. Muito bom”, afirma Alisson.

Em suas palavras, Alisson observa que as atividades do Programa Arte de Viver fazem bem para o corpo e para a alma. “Todos nós precisamos ter uma oportunidade como esta. Isso tira as pessoas de dentro de casa, dos aparelhos eletrônicos e redes sociais, é importante fazermos essas tarefas e as atividades. É muito bom para nosso corpo. Nosso corpo e mente necessitam disso”, completa.

Teatro ajudou Henrique a vencer a timidez 

O irmão de Alisson, Henrique Brandão Santos, 14, que representou o personagem principal em sua fase adolescente, participa da atividade também há um ano. E expressa gratidão pelas aulas que ajudaram bastante na sua rotina. “O Arte de Viver agregou bastante na minha vida. Eu era meio tímido, introvertido, e o teatro me ajudou na comunicação com pessoas e a sensação da apresentação para o público não tem como descrever”, afirma. 

E comenta feliz a participação das atividades junto a sua família “É muito bom estarmos juntos no projeto. Somos uma família unida e agora em um propósito só, no caso, o teatro e isso fica melhor para interagir dentro e fora do ambiente da nossa casa”, completa Henrique.

Dorivete Brandão Santos (foto), 47, mãe de Alisson e Henrique, e que também interpretoi um dos personagens da peça - o delegado - explica os benefícios que o programa traz à sua vida e família. “Tem proporcionado uma inclusão tanto para Alisson quanto para os meus outros filhos. Alisson que trouxe a gente pra cá, ele que foi o início. Ele que gosta muito de representar, gosta de cantar, em casa tem a influência do pai, que é músico e mexe com tudo, canta. E as oficinas tem sido uma escola pra gente. Já tenho dois anos aqui”, explica.

O Arte de Viver funciona há aproximadamente 18 anos e tem contribuído para a formação das pessoas que procuram desenvoltura, qualidade de vida, ou até mesmo perder a timidez e fazer uma atividade que associe aos planos e sonhos para o futuro. Com Alisson não foi diferente, segundo ele, o sonho de ser músico e participar ainda mais das atividades que o Programa proporciona é um dos objetivos. 

Superando limitações através da arte

O professor da oficina, Roberval Barreto, elogia o jovem e também todos os alunos que possuem algumas limitações. "Não existe limitação quando o assunto é arte. É muito importante para estas pessoas a presença da arte na vida delas, porque através disso eles conseguem se expressar, liberar sentimentos, movimentos”, afirma.

Para Roberval, eles se desenvolvem muito nas rotinas esportivas e culturais."É um prazer ver a evolução dos alunos. Eu sempre gostei de trabalhar com eles, nunca encarei como desafio. Eles são tratados da mesma forma, como todos. Porque o projeto Arte de Viver é isso, é inclusão, então aproveitamos ao máximo eles”, completa.



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FEIRA EM HISTÓRIA: Artigo relembra trajetória de Edelvira Oliveira, a professora Catuca

10/12/2018, 9:57h

Citada como “reserva moral da sociedade feirense” o jornal “Folha do Norte” na sua edição nº 2.801, de sábado, 29 de dezembro de 1962, a ultima do ano, registra na primeira página o falecimento da professora Edelvira Oliveira, irmã de Áureo Filho, e que deixou viúvo Armando Oliveira. Passados 56 anos, vale a pena, através artigo do sobrinho Evandro Oliveira, um pouco da mestra Catuca, como era carinhosamente chamada.

LEMBRANÇAS DA PROFESSORA CATUCA

Minha Tia Catuca foi a maior referência como educadora durante minha infância e mocidade, eu tinha a maior admiração, por este motivo guardei muitos casos de sua peculiar forma de interação com as famílias dos alunos, professores e funcionários do Santanópolis.

Catuca, juntamente com Hermengarda eram irmãs de meu pai, e, como todos em volta dele se engajaram de uma forma ou de outra na missão de educar. Esta influência na família já atingiu a terceira geração. 

Voltemos a Catuca, nas primeiras décadas do Santanópolis foi sua Diretora ela era a presença educacional de fato. Áureo fazia mais a função de teses educacionais, dirigente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino da Bahia e também político, Deputado. Era o ideólogo, Catuca exercia a função da educadora presente. 

Seu conhecimento, da língua portuguesa, atestado em concurso em Salvador quando foi a 1ª colocada, não lhe valeu a nomeação para o Colégio Estadual em vaga existente, por não ter o aval de Dr. Eduardo Fróes da Mota, chefe político adversário de então, sendo nomeada a 2ª colocada. Porém, mais do que professora o seu senso de comunidade norteava sua filosofia educacional.

Esta é a razão que faz sentido contar neste espaço. Casos que conheci ou soube por relato de outros, o que deveria ser a função de educar.

A Paixão indevida

Certa vez Catuca foi procurada por uma mãe desesperada, apelando-a como última esperança, para que ela resolvesse um problema que estava angustiando a família, relatando suas agruras: o filho, rapaz de 16 anos, bom aluno, ajudava ao pai na pequena banca do mercado, nunca deu trabalho sempre obediente, bonito, o orgulho da família até quinze dias atrás, quando sumiu de casa, não foi mais para a banca do mercado, faltando muito ao colégio. 

Cidade pequena, cerca de 50.000 habitantes, não foi difícil descobrir, estava homiziado no Minadouro (rua do baixo meretrício) com uma profissional do sexo, neste tempo de outro nome. Para os mais novos vale explicação: 

Antigamente a prostituição era exercida em guetos sem que suas habitantes tivessem o direito de sair na porta da rua durante o dia, só depois das 22 horas que era permitido mercadejar seus atributos. O pai tinha tentado convencê-lo a voltar para casa sem sucesso, amigos, parentes, tentaram entendimento, mas fracassados, só restava ela, Professora Catuca, como última esperança.

Catuca, depois de saber o nome da companheira do rapaz e o nome da Cafetina, dona da casa, foi ao Minadouro, à tarde no mesmo dia, quem assistiu contou como uma senhora como Professora Catuca entrou naquela rua, sozinha, fez-se silencio sepulcral de respeito. 
Entrou na casa chamou a responsável, pegou o rapaz pela orelha e ameaçou a dona da casa caso ele voltasse, como era menor de idade, mandaria fechar o estabelecimento. Depois o levando, era aluno do Santanópolis, para a diretoria do colégio. 

Prometeu que não seria castigado e dizendo-lhe se ele gostasse mesmo da moça, quando se formasse e já tivesse condições financeiras e a paixão persistisse ela seria a madrinha do casamento, até lá ele não poderia pisar na região nem se encontrar com aquela mulher.
Arrematando; também obrigou os familiares a prometerem não castigá-lo e esquecerem o assunto.



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Orquestra Juvenil apresenta o concerto Cartas Musicais, no CEU Cidade Nova

10/12/2018, 8:56h

A comunidade feirense terá a oportunidade de se emocionar com mais uma importante apresentação da Orquestra Juvenil de Feira de Santana, o concerto Cartas Musicais que acontece no próximo dia 13, às 19h30, na praça do Centro de Artes e Esportes Unificado (CEU) do bairro Cidade Nova, em Feira de Santana. O evento é aberto ao público e faz parte das ações do Núcleo Antônio Gasparini (NAG), que integra o programa NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia).

Tchaikovsky, Schubert e Leyden fazem parte do repertório, assim como obras de Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Dominguinhos, dentre outros compositores brasileiros e de outras nacionalidades. O público participa diretamente da dinâmica desse espetáculo, que traz um clima de surpresa. Através da entrega de cartas para o maestro, as pessoas vão anunciar cada música a ser executada, o que tornará a apresentação ainda mais surpreendente.

O espetáculo contará com o Coral Formação e a participação especial de músicos do projeto NEOJIBA nos Bairros. Ao todo, aproximadamente, 100 músicos estarão reunidos no palco, incluindo a orquestra principal, o coral e os músicos convidados. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Antônio Gasparini, Caroline Abreu, a apresentação marca o resultado dos trabalhos realizados este ano pelo núcleo em Feira de Santana e região.

O Núcleo Antônio Gasparini nasceu em 2014, a partir da parceria entre o programa NEOJIBA e o Instituto Antônio Gasparini (IAG), e já acolheu centenas de crianças, adolescentes e jovens de Feira de Santana e cidades circunvizinhas, desenvolvendo diversas ações ligadas à formação musical, como iniciação musical, canto coral, ensino coletivo de instrumentos, prática orquestral etc. Atualmente, além da Orquestra Juvenil de Feira de Santana, o núcleo desenvolve diversos outros trabalhos sociais por meio da prática musical coletiva.

O evento tem patrocínio da OL Papéis e do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Também conta com o apoio da Fundação Cultural Egberto Tavares Costa, da TV Subaé (afiliada à Rede Globo em Feira de Santana) e de outras instituições da cidade que abraçam o projeto, assim como de voluntários de diferentes áreas que ajudam na realização do concerto.

Orquestra Juvenil de Feira de Santana

Principal formação musical do Núcleo Antônio Gasparini, a Orquestra Juvenil de Feira de Santana foi criada em 2014 e já se apresentou em diversos espetáculos, como Músicas Brasileiras e Bem-vindos à Orquestra, atingindo um público de mais 1.500 pessoas.

Núcleo Antônio Gasparini

Com sede no Centro Social Urbano (CSU), no bairro Cidade Nova, em Feira de Santana, o Núcleo Antônio Gasparini é um dos 13 núcleos do programa NEOJIBA e já acolheu centenas de pessoas de Feira de Santana e cidades circunvizinhas, desenvolvendo diversas ações, como iniciação musical, canto coral, ensino coletivo de instrumentos, prática orquestral, dentre outras atividades ligadas à formação musical.

NEOJIBA

O programa NEOJIBA é um exemplo inovador de política pública que alia, de forma pioneira na Bahia, as áreas da cultura, da educação e do desenvolvimento social. Foi criado em 2007 pelo pianista, educador, regente e gestor cultural Ricardo Castro e sua gestão é realizada por uma organização social, o Instituto de Ação Social pela Música (IASPM). Os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia já beneficiaram cerca de 6,5 mil crianças, adolescentes e jovens, direta e indiretamente, desde a sua criação. Hoje são 13 núcleos atuando em diferentes regiões do estado, um deles em Feira de Santana! Saiba mais em www.neojiba.org.

Instituto Antônio Gasparini

O Instituto Antônio Gasparini (IAG), que acolhe o programa NEOJIBA em Feira de Santana, é uma instituição sem fins lucrativos que busca desenvolver ações sociais para idosos, jovens, adolescentes e crianças, a partir da relação com políticas públicas ligadas principalmente ao fomento da autoestima e respaldadas nos Direitos Humanos e na Cidadania, conforme a Lei nº 8742/93 (LOAS). O Instituto atua em duas importantes frentes: o Centro de Convivência Domingos Mincarone – que se configura como um espaço de convívio entre gerações, voltado para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social e em busca do desenvolvimento humano através de atividades que promovem o resgate da plena cidadania – e o Núcleo Antônio Gasparini que integra o programa NEOJIBA e promove a integra&cc edil;ão social por meio do ensino e da prática musical coletiva.



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"Eu amo Feira" se tornou ponto de selfies no Parque Erivaldo Cerqueira

10/12/2018, 8:14h

O Parque Erivaldo Cerqueira ganhou o letreiro “Eu amo Feira”, que já se tornou um dos destaques no equipamento que semanalmente recebe milhares de visitantes, principalmente aos sábados e domingos, que buscam o contato direto com a natureza e com animais e aves que circulam livremente.

Localizado no lado sul do parque, o “O” do amo é em forma de coração e revestido em couro – detalhe que remete às origens do município, ao ciclo do couro. Também vem se tornando um dos pontos preferidos por visitantes e adeptos de caminhadas e corridas para tirar uma selfie.

Público classifica como mais uma atração local

O casal de namorados Júlia Martins e Thales Leite (foto), faz caminhadas semanais no parque, acompanhado  por Topinho, um cão da raça pug. “Gostei muito da ideia. Lindo. Amei”, afirmou a jovem. Classificou o monumento como mais uma atração do local.

Para o estudante Marcos Oliveira, ao ler a frase os visitantes fazem uma declaração de amor à cidade, mesmo que mentalmente. “E nos ajuda a se identificar como feirenses, porque a cidade foi construída por muitos imigrantes e continua sendo aberta e acolhedora com quem aqui chega para estudar, passear ou morar”.

Além do Parque Erivaldo Cerqueira, feirenses e visitantes podem declarar seu amor à cidade na praça onde fica o monumento Maria Quitéria, no cruzamento entre as avenidas Maria Quitéria e Getúlio Vargas, e no Parque de Exposição João Martins da Silva.



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Ipuaçu sai na frente na final da Copa Interdistrital

10/12/2018, 8:9h

O meio-campista Júnior, aos 47 minutos do segundo tempo, marcou o segundo gol que deu a vitória à seleção de Ipuaçu, sobre o time de Bonfim de Feira, por 2 a 1, na primeira partida da final da Copa Interdistrital.

O triunfo deu a vantagem do empate ao time comandado pelo técnico Ferreira para ser campeão da Copa que reuniu os times dos oito distritos de Feira de Santana. Se a seleção de Bonfim devolver o placar deste domingo, 9, o título será decidido nos pênaltis.

O jogo, que foi bastante disputado, aconteceu no campo de Ferreira, que recebeu um bom público. A partida decisiva vai acontecer no próximo domingo, em Bonfim de Feira, às 16h.

Ademário abriu o placar para os mandantes, aos 20 minutos do primeiro tempo e Hermenegildo  empatou a partida aos 35 minutos. O goleiro de Bonfim, Guto, com quatro gols na competição, salvou o seu time com difíceis defesas.

A equipe de Ipuaçu, empurrada pela torcida, na segunda etapa avançou e não deu muitos espaços aos bonfinenses, que não souberam como enfrentar a marcação e cederam espaços para os adversários.

Para os treinadores, o jogo foi acima das expectativas e prometem times ofensivos na partida final. “Vencemos porque fomos para cima e não demos espaços para os adversários”, disse o treinador Ferreira, de Ipuaçu. “Vamos pra cima no nosso campo”, afirmou o técnico de Bonfim, Tito.



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