Com trégua da chuva, começa tapa-buracos na cidade

16/10/2017
A Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, aproveitou a trégua dada pela chuva, que caiu na cidade durante boa parte do inverno, para iniciar reparos em rua e avenidas da cidade. Os corredores de tráfego e do transporte coletivo são prioridade.

Compartilhar no Facebook    
  •  

SETTDEC e Unifacs promovem ação na Feirinha da Estação Nova

16/10/2017, 15:37h

O uso das boas práticas de alimentação e a higienização correta dos alimentos foram os alvos da ação desenvolvida, entre os dia 14 e 15, na Feirinha da Estação Nova pela Secretaria do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC), a Associação dos Feirantes e alunos do Curso de Nutrição da Unifacs.

O Programa de Integração Social elaborado pela Unifacs visou esclarecer aos feirantes e consumidores do entreposto comercial acerca da importância nutricional dos alimentos, a exemplo do consumo de fibras, sais e especiarias.

A ação, coordenada pela professora Kesia Magalhães, contou ainda com a distribuição de panfletos ilustrativos e enriquecidos com uma gama de informações adicionais, inclusive receitas de omeletes, sucos funcionais, saladas e molhos.

“O objetivo da ação é potencializar as vendas dos feirantes, proporcionando-lhes conhecimentos sobre os alimentos que comercializam, além de prestar serviço à população na promoção da saúde e prevenção de doenças não transmissíveis”, revelou a coordenadora.

  •  

Primeiro mata-mata da Copa dos Bairros teve três decisões por pênaltis

16/10/2017, 14:15h

A quinta rodada, que inicia a fase de partidas eliminatórias da Copa de Bairros, registrou, no domingo, 15, a maior goleada da competição: no Beira Riacho, o Acorda pra Vencer derrotou o Mandela por 6 a 1. Em três jogos as vagas foram decidida nos pênaltis.

A partir desta rodada, as partidas ganham muito em emoção por serem eliminatórias – as vagas serão disputadas em apenas um jogo, sendo que os times que fizerem melhor campanha terão o mando de campo.

Na Baixada, o Arca venceu o Bahia do Vietnã por 2 a 1, no Campo do Bavi, o Restaurando Sonhos perdeu para o Caseb por 1 a 0. E no George Américo, o Barcelona ganhou a partida contra o Ypiranga por 2 a 1. Cristo no Comando perdeu para o Baraúna nos pênaltis, por 7 a 6 – a partida terminou em 1 a 1.

Na Queimadinha, CSO Vasco e Amigos do Polivalente empataram em 1 a 1 e decidiram a vaga nos pênaltis – 7 a 6 para o CSO. O River venceu o Palmeiras por 1 a 0. No Beira Riacho, o Bahia do Centro derrotou o Unidos da Treze por 1 a 0.

Na Estação Nova, Conceição I perdeu para Real Panorama, nas cobranças dos pênaltis, por 4 a 2 – a partida terminou empatada em 2 a 2 e o PGV derrotou o Santa Cruz por 1 a 0. A rodada que vai definir mais quatro classificados acontece no próximo domingo, 22.

  •  

Projeto inovador combate a violência nas escolas

16/10/2017


Compartilhar no Facebook    
  •  

Companhia paulista apresenta peça infantil na zona rural de Feira

16/10/2017, 10:31h

A apresentação da peça teatral Circodoisdoidos, da Cia de Teatro Pé de Cana, do Estado de São Paulo, marcou o encerramento das comemorações pelo Dia das Crianças na sede do distrito de Maria Quitéria. A iniciativa foi uma ação conjunta do Centro de Referência em Assistência Social São José (CRAS), equipamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), em parceria com a Cia Cuca de Teatro, contemplando crianças, adultos e idosos com uma das apresentações da 10ª edição do Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana (Fenatifs).

As comemorações reuniram cerca de 800 pessoas, segundo informações passadas pela Polícia Militar à coordenadora do CRAS São José, Vânia Santos. “Proporcionamos uma tarde de lazer, cultura e entretenimento para todos”.

Com a iniciativa, o público teve uma tarde de muita diversão. "O objetivo do evento foi levar lazer, cultura e entretenimento mais próximo da comunidade rural, sendo esse o 4º ano do FENATIFS no distrito de Maria Quitéria", afirmou a coordenadora do CRAS São José, Vânia Santos.

A iniciativa faz parte das ações promovidas pelo Governo Municipal, através da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDESO), visando promover a integração e qualidade de vida das comunidades assistidas pelos 15 CRAS instalados em Feira de Santana, tanto na zona urbana quanto rural.

  •  

Um relato sobre lagoas e nascentes em Feira de Santana

16/10/2017, 9:54h

O acadêmico José Carlos Barreto de Santana, ex-reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana, assina um dos textos do livro “Feira de Santana – Histórias e Estórias dos Séculos XIX e XX (Escritas a cinquenta mãos)”. Trata-se de edição especial do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, lançado em 2015.  Com o título ‘O que restou de Santana dos Olhos D’Água’? -  vale a pena ler o texto, uma releitura do trabalho “Nascentes e Lagoas de Feira de Santana", publicado no extinto jornal Feira Hoje em novembro de 1989 (Adilson Simas).

O QUE RESTOU DE ‘SANTANA DOS  OLHOS D’ÁGUA’?

José Carlos Barreto

Itabira é apenas um retrato na parede.
Mas como dói!
(Carlos Drummond de Andrade)

A dor do poeta talvez seja um ponto de partida para um feirense que resolva, ainda que breve e superficialmente, relembrar aqueles recursos naturais que foram tão importantes para o surgimento e desenvolvimento do município: as nascentes e lagoas da nossa cidade.

Menos ainda que retratos na parede, as nascentes e lagoas vão se tornando meras citações históricas, enquanto desaparecem da nossa paisagem. Um dia, no entanto, foram tão significativas que se constituíram  fatores preponderantes no assentamento do povoado que originou a cidade de Feira de Santana, muito em função da presença da água superficial e subterrânea próximo à superfície.

Não por outros motivos estiveram presentes na primeira nominação do que viria a ser a nossa cidade. Em função das nascentes, surgências d’água comuns na nossa região, o povoado que nos originou foi chamado de “Santana dos Olhos d’Água”.

Cerca de 96% da área do município de Feira de Santana encontra-se localizado no “Polígono das Secas” e sem sombra de dúvidas foi determinante para a sua existência a presença de nascente e lagoas, em números relativamente significativos nas suas zonas de superfície topográfica rebaixadas pela erosão.

Na década de 1960 foram contadas sessenta lagoas, distribuídas sobre rochas muito antigas (pré-cambrianas) ou sedimentos mais recentes da Formação Barreiras (terciários). Algumas das lagoas contribuem com suas águas para o lençol de água subterrânea, tornando-se, portanto, secas nos períodos de estiagem; outras mantêm “espelho d’água” visível durante o ano, em decorrência do substrato impermeável sobre o qual são instaladas.

Dentre as lagoas encontravam-se as lagoas Grande, Mendes, Mangabeira, do Prato Raso, Subaé, do Peixe, Camisa, Pirrixi, Berreca, Seca, Ovo da Ema, etc. Principalmente no núcleo urbano, a captação, a poluição, o assoreamento e o aterro internacional provocada foram mais intensos, devido à concentração de edificações, lixo e dejetos domésticos e industriais e ameaçam fortemente as suas existências.

O verdadeiro complexo de lagoas do bairro Queimadinha, normalmente chamadas de Prato Raso, segue inexoravelmente o caminho da extinção através do aterro ininterrupto que sofre para construções de casas e edifícios comerciais, mesmo destino da Lagoa Subaé, mesmo com todo apelo quem o nome do corpo de água da nascente do rio de mesmo nome pudesse ter. A Lagoa Grande de São José virou depósito de lixo e entulho.

Apenas a Lagoa Grande (a da sede da cidade), que foi uma das principais fontes de abastecimento público de Feira de Santana, parece escapar à sanha destruidora que ataca as nossas lagoas, uma vez que nelas se executam, lentamente, obras que podem ressignificar a sua existência.

Os olhos d’água encontram-se em condições ainda piores que as lagoas. As nascentes drenam as suas águas para as lagoas e riachos, que se incorporam aos rios, compondo as bacias hidrográficas dos rios Pojuca, Jacuípe e Subaé. Inicialmente as nascentes serviam como fontes de água, para o abastecimento doméstico e como bebedouros para as boiadas que transitavam na nossa região. Posteriormente, com o crescimento urbano, passaram a funcionar como referência para o assentamento e ampliação da cidade.

Algumas dessas fontes receberam a implantação de uma infraestrutura mínima, como a construção de tanques de retenção e lavanderias de cimento, permitindo um melhor aproveitamento da água, na irrigação de hortas, abastecimento doméstico e atividades de lavanderias, o que beneficiava as comunidades aos arredores da nascente, a exemplo da “Fonte do Lili” e “Tanque da Nação”.

Com o rápido crescimento populacional sem planejamento urbano adequado, que atendesse às exigências dele decorrente, algumas nascentes foram aterradas ou canalizadas, pelos interesses imobiliários ou pela ignorância de pessoas que não quiseram ou não querem reconhecer a importância delas enquanto recurso natural.

Dentre as que foram canalizadas está a “Fonte do Velado”, canalizada por baixo do condomínio Parque das Acácias, localizado no bairro Tanque da Nação. Os moradores deste condomínio ainda escutam o som das águas a correr sob um dos seus “playgrounds”. Outra fonte canalizada foi “do Muchila”, utilizada até a década de 80, quando, por pressão de moradores da Rua Macário Cerqueira, desapareceu sob a pavimentação através de uma tubulação de poucas polegadas.

Outras nascentes com as suas benfeitorias foram abandonadas sob a alegação de que o progresso trouxe “água encanada” para todos. Aquelas cujo “milagre do desenvolvimento” não destruiu completamente continuam sendo parcialmente utilizadas pelas populações carentes dos bairros onde se localizam a exemplo das fontes “de Lili” e “do Buraco Doce”, no bairro de Queimadinha, e “dos Milagres” no bairro da Gabriela.

A “Fonte do Mato”, talvez a mais emblemática de todas, por ser a principal do bairro dos “Olhos d’Água”, considerado o mais antigo de Feira de Santana, jaz esquecido no que sobrou de quintal de casa onde ainda moram os descendentes de “Noratinho da Pamonha”.

Estes são importantes elementos para que se perceba o tamanho do descaso para com esse bem natural tão importante que é a água. Provavelmente a maioria da população de Feira de Santana desconhece que a relação dos seus moradores com esse bem natural foi muito mais direta que atualmente. Em 23 de novembro de 1834, divulgou-se a determinação de atribuir “multa de 15$000 a quem abrir poço e fizer tanque ou qualquer obra em prejuízo das águas públicas desta Villa”. Em sessão realizada no dia 3 de fevereiro de 1872, “a Câmara dispende de 11 contos e 600 mil reis na limpeza da ‘Fonte do Valado’” aqui já mencionada.

Aos poucos, e sem maiores consequências para os que dilapidam os nossos históricos recursos naturais, as lagoas e os olhos d’água vão desaparecendo da cena feirense e em breve não restará sequer um quadro na parede para doer em nossa alma.

  •  

Nova via no bairro Papagaio homenageará jornalista Francisco Fagundes Filho

16/10/2017, 9:26h

Uma nova via pública que está sendo construída no bairro Papagaio, ligando a rua Rubens Francisco Dias à avenida Ayrton Senna, será denominada avenida Francisco Fagundes Filho. A homenagem foi oficializada através da Lei Municipal 3.757, sancionada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho. 

Francisco Fagundes Filho era jornalista e atuou durante muitos anos no jornal Feira Hoje, contribuindo para a formação de vários profissionais de imprensa na cidade. Chico Fagundes, como era chamado carinhosamente entre os colegas de profissão, também era poeta e escritor.

  •  

Tratamento de pele em recém-nascidos do Hospital da Mulher é destaque em São Paulo

16/10/2017, 8:37h

O tratamento de lesão de pele em recém-nascidos, realizado pelo Hospital Inácia Pinto dos Santos (HIPS), o Hospital da Mulher, foi destaque durante VII Congresso Brasileiro de Enfermagem Pediátrica e Neonatal realizado na capital paulista.

Defendido pela enfermeira Juliana Rigaud, da unidade hospitalar municipal, o projeto denominado ‘Tratamento de lesão causada por extravasamento de soluções hiperosmolares em recém-nascidos’ foi apresentado em formato de banner durante a celebração dos 21 anos da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (Sobep) pela liderança da qualidade do cuidado às crianças e famílias, reunindo pesquisadores e educadores da área de todo o país. O acompanhamento desse tipo de tratamento de lesão de pele em recém-nascidos (RNs) no Hospital da Mulher e as poucas pesquisas encontradas sobre o tema motivaram a pesquisadora para a publicação do trabalho, entre 30 de setembro e 3 de outubro, em São Paulo.

O estudo da enfermeira apresenta relato de experiência que descreve a vivência da Comissão de Cuidados da Pele do HIPS diante do tratamento sob protocolo institucional de recém-nascidos que tiveram a pele em contato com soro composto de glicose em alta concentração e gluconato de cálcio, provocando graves irritações, bolhas e até lesões. A pesquisa revelou que o uso curativo diário com hidrogel sem alginato de cálcio em lesões de pele de RNs preservou o tecido de granulação recém-formado durante as trocas e estimulou a cicatrização.

“A pesquisa consiste em mostrar um caso específico de baixa incidência em neonatos. O tratamento foi totalmente baseado em evidências, sem o uso de produtos de forma empírica [baseado na experiência ou observação]. Foi feito com base na literatura, utilizando muitas referências internacionais na busca dos melhores tipos de tratamento para as lesões em recém-nascidos”, explica.

Entre os diversos palestrantes, o Doutor Franco Carnevale da Universidade McGill (Montreal/Canadá) proferiu a conferência de abertura com o tema "Ouvindo a voz da criança" seguido da conferencista holandesa Monique Van Dijk, coordenadora de todas as pesquisas de enfermagem nos departamentos de Cuidados Intensivos Neonatais e Pediátricos do Hospital Infantil Erasmus MC-Sophia de Roterdã, na Holanda.

A especialista, que esteve acompanhada da coordenadora da UTI Neonatal do Hospital da Mulher, a enfermeira Karine Cardoso, relatou que os participantes do Congresso ficaram “encantados” com o serviço prestado na unidade hospitalar em Feira de Santana.

“Foi gratificante mostrar o nosso trabalho desenvolvido aqui em Feira. Além de leva-lo, aprendemos muito e trocamos experiências com especialistas de todo o país. Trouxemos muitas novidades para a assistência relacionada à pediatria e neonatologia do Hospital”.

Gilberte Lucas, presidente da Fundação Hospitalar de Feire da Santana (FHFS), ressalta que mais uma vez o Hospital da Mulher revela nacionalmente o cuidado que a gestão municipal tem com a saúde da comunidade feirense.

“O objetivo da gestão do prefeito José Ronaldo é atender sempre a população de forma humanizada e continuar fazendo desta unidade hospitalar uma referência na saúde. Nossa equipe, mais uma vez, está de parabéns pelos resultados do trabalho e pela dedicação”.

  •  

Mais de uma centena de ruas passa a contar com nome oficial

15/10/2017, 12:13h

Mais de cem ruas de vários conjuntos habitacionais e loteamentos de Feira de Santana ganharam nomes oficiais – antes, as suas identificações se restringiam a números. A Prefeitura desenvolve o projeto “Minha rua tem nome”, por meio da Secretaria de Planejamento, com a participação dos Correios, Embasa e agentes comunitários de saúde.

Na Pedra Ferrada, oito ruas trocaram números por letras nos seus nomes, mais 25 no Conjunto Habitacional Núcleo Conceição. No Parque Sevilha, na Gabriela, foram sete e outras cinco no Loteamento Santo Antônio, no Papagaio. Outras 11 ganharam nomes no Loteamento Nossa Senhora de Fátima II, no Parque Ipê.

O projeto visa regularizar e corrigir números do CEP (Código de Endereçamento Postal) e dar nomes a ruas de Feira de Santana. O Tomba é considerado o bairro com maior índice de problemas relacionados a endereço. E foi na zona sul que o projeto foi iniciado.

Também ganham nomes 20 rua de Loteamento Jardim Anchieta, na Mangabeira, outras 16 no Parque Delta, na Conceição e mais 13 no Parque Ibirapuera, no Santo Antônio dos Prazeres. “As dificuldades enfrentadas pelos Correios para entregar correspondências nestas localidades serão sanadas”, afirmou o secretário de Planejamento, Carlos Brito.

Ficaram denominadas de avenida Francisco Fagundes Filho a via pública em abertura, que liga a rua Rubens Francisco Dias, até a avenida Ayrton Senna, no bairro Papagaio, de rua Passo Alegre a antiga Estrada da Lagoa Salgada, na Lagoa Salgada, iniciando na avenida Eduardo Froes da Motta, até a Avenida Dr. Noide Cerqueira e a avenida Azaleias a via pública em abertura, iniciando na Avenida Artêmia Pires Freitas, no bairro Registro.

  •  

Comemoração de 10 anos do FENATIFS agita Teatro Margarida Ribeiro

14/10/2017, 9:22h

O Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana comemorou no dia 11 de outubro, no Teatro Margarida Ribeiro, seus 10 anos de existência. Alunos da rede particular de ensino foram ao equipamento da Fundação Egberto Costa para assistir ao espetáculo de quase duas décadas da CIA CUCA de Teatro, Marinha Minhoca, e celebraram juntos à equipe do festival após a apresentação.

A atriz Elizete Desteffani falou sobre o efeito do Festival para a Infância-Juventude de Feira de Santana desde que foi lançado, em 2008. “São 10 anos de construção de crianças que cresceram e que hoje até trabalham conosco. Os festivais têm esse poder: eles agregam. O FENATIFS impulsiona o teatro na cidade. É um festival que representa a cidade no Brasil e fora dele”.

A pedagoga Jamile Mascarenhas explica que o acesso cada vez mais precoce ao mundo digital tecnológico tem ajudado a afastar as crianças da cultura e da leitura de seu meio. “Essa organização estimula as crianças a frequentar mais o teatro. É uma forma de ensinar fora da sala de aula”, disse Jamile.

O FENATIFS é o maior festival para a infância-juventude do norte e nordeste do país e o terceiro do Brasil. Apresentou nesta edição mais de 60 espetáculos para mais de 20 mil crianças, além de oficinas e outras atividades culturais. Para mais informações, acesse: www.ciacucadeteatro.com.br.

  •