CRMQ participa de ação social em alusão ao Agosto Lilás promovida pela Fraternidade Feminina

27/8/2026, 16:27 | Fotos: Karla Ferreira
Entre os serviços disponibilizados estão o atendimento psicológico e os grupos de convivência

O Centro de Referência Maria Quitéria (CRMQ) participou, na manhã desta terça-feira (26), de uma ação social em alusão à campanha Agosto Lilás, promovida pela Fraternidade Feminina. A iniciativa contou com a parceria da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDESO), além do apoio do CRAS Lagoa Grande e da Faculdade Estácio, que disponibilizou atendimentos jurídicos gratuitos à comunidade.

Representando o CRMQ, a assistente social Kátia Cavalcante conduziu uma abordagem sobre a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar. Durante a atividade, foram apresentados os diferentes tipos de violência previstos na legislação, a importância da identificação das situações de risco e o funcionamento da rede local de proteção às mulheres.

Kátia também apresentou o trabalho desenvolvido pelo CRMQ, destacando o acolhimento e o acompanhamento oferecidos pela equipe multiprofissional. Entre os serviços disponibilizados estão o atendimento psicológico e os grupos de convivência, que contribuem para o fortalecimento da autonomia e da rede de apoio das mulheres atendidas.

Durante a ação, foi reforçada ainda uma informação importante: qualquer mulher que esteja vivenciando uma situação de violência pode procurar o CRMQ em busca de orientação e acolhimento, independentemente de ter registrado ou não um boletim de ocorrência.

O público, formado majoritariamente por mulheres, participou ativamente da atividade, apresentando dúvidas e buscando informações sobre a Lei Maria da Penha, os tipos de violência e os canais de apoio disponíveis na rede de proteção.

A ação integra as atividades de conscientização do Agosto Lilás e reforça a importância da união entre órgãos públicos, instituições e sociedade civil para ampliar o acesso à informação, fortalecer a rede de proteção e garantir que mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda.



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