SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Marchinha Carnavalesca incentiva atividade física, afirma professor

8/2/2018, 9:46h

Incentivar as pessoas para a prática da atividade física. Esse é o principal objetivo da Marchinha Carnavalesca, ação promovida pelo Grupo Qualidade de Vida, formado por idosos usuários da Unidade de Saúde da Família do bairro Fraternidade, em parceria com o NASF.

A atividade, realizada nesta quarta-feira, 7, é comandada pelo educador físico, Genival Couto e acontece há três anos. A Unidade de Saúde da Família é vinculada a Secretaria Municipal de Saúde. 

De acordo com Genival, a Marchinha Carnavalesca promove a saúde mental, física e social. Representa, para o público participante, a unificação das raízes e a diversidade cultural.

Ação faz Tânia, de 62 anos, sair da rotina e "extravasar"

Aos 62 anos, Tania Graça (foto) justifica o sobrenome que carrega. Ela não perde a animação e cai na folia da Marchinha Carnavalesca promovida anualmente pela USF/NASF no bairro Fraternidade. Ela afirma que a principal motivação é a alegria, que a faz sair da rotina. "É como um exercício físico e mental. Todo ano eu extravaso".

Brincadeira traz beneficios para corpo e mente

“Através de uma brincadeira, conseguimos incentivar a prática de exercícios físicos e integrar profissionais e usuários, promovendo benefícios para o corpo e mente”, diz o profissional de educação fisica Genival Couto (foto), responsável técnico pela atividade com os idosos da Unidade de Saúde da Família do bairro Fraternidade. 

Fantasias produzidas pelos próprios participantes

De forma espontânea, os participantes produziram suas próprias fantasias. Tudo feito artesanalmente. Com máscaras carnavalescas, perucas e balões, o grupo saiu dançando em direção a praça da comunidade. 

Prefeito prestigiou ação da USF do Fraternidade

O prefeito José Ronaldo, de volta de uma viagem aos Estados Unidos, foi conferir de perto a Marchinha Carnavalesca e ficou feliz em ver a alegria dos participantes.

  •  

Prefeitura divulga relação de classificados em processo seletivo para médico do SAMU

5/2/2018, 15:9h

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de Saúde, divulgou o resultado da primeira etapa do processo seletivo simplificado – avaliação de títulos, para a contratação temporária de médicos que atuarão no SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Serão contratados 40 profissionais.

Na lista de ampla concorrência constam 62 nomes e das ações afirmativas, oito, mais um portador de deficiência. Os classificados nesta etapa foram divulgados na edição de sexta-feira do Diário Oficial Eletrônico – www.diariooficial.feiradesantana.ba.gov.br

O processo seletivo consta de duas etapas – a avaliação de títulos foi a primeira. A segunda consiste na capacitação inicial com carga horária de 40h, a ser organizada por equipe técnica formada por profissionais da Secretaria da Saúde e do Samu.

Na próxima etapa, os candidatos serão avaliados por meios de provas teóricas, práticas e entrevistas. A frequência mínima será de 75%. Abaixo disto, o candidato será eliminado.

As contratações serão efetuadas à medida das necessidades do órgão – a classificação assegurará ao candidato a expectativa de direito a contratação. O prazo de validade da seleção será de dois anos, contados a partir da data da homologação, no DOM, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

  •  

Trabalhador autônomo com doença falciforme comemora avanços, através de tratamento

5/2/2018, 8:25h

“Minha autoestima melhorou muito com os resultados do tratamento”. A declaração do autônomo Dalion dos Santos, que vive em Feira de Santana e é portador de doença falciforme, tem uma importância maior do que se possa imaginar. Seu exemplo deve servir de estímulo para que outras pessoas, em convivência com a doença, venham a buscar assistência e também possam, como ele, observar avanços.

Dalion é um dos cerca de 450 cidadãos cadastrados no Centro de Referência Municipal à Pessoa com Doença Falciforme, da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Feira de Santana. Ele foi diagnosticado há 5 anos. Afirma que vem conseguindo evoluir bem a partir da assistência que buscou na rede pública de saúde.

No início do tratamento, apresentava-se com baixo peso, 40 kg, aos 25 anos. “Tive acompanhamento de toda a equipe, melhorei a alimentação, consegui normalizar o peso e estou com 58kg, além de diminuir bastante as dores”, comemora.

A doença lhe causou um desgaste nos ossos, necessitando de uma intervenção cirúrgica para colocação de prótese no quadril, o que o limitou por algum tempo a andar com auxílio de muletas. Mas também nesse caso ele evoluiu, dedicando-se as sessões de fisioterapia. “Após 15 dias de acompanhamento com a fisioterapeuta comecei a ver os resultados. A equipe aqui sempre me recebe muito bem, e eu tenho tido mais disposição no dia a dia”, relata.

Mais de 6 mil atendimentos em 2017, para cerca de 450 pessoas cadastradas

Cerca de 450 pessoas são cadastradas para tratamento no Centro de Referência Municipal à Pessoa com Doença Falciforme. Infelizmente, Segundo Luciana Brito (foto), referência técnica no órgão, muita gente ainda não possui o conhecimento do que é realmente a doença. “Ao chegar aqui, a gente oferece toda assistência profissional, medicamentosa e vacinal, além da orientação”.

Somente em 2017 foram realizados 6.475 atendimentos, que incluem consultas com profissionais médicos especialista, enfermeiro, hematologista, neuropediatra, fisioterapeuta, nutricionista e serviço social.

A doença falciforme é caracterizada pela alteração genética da hemoglobina. O problema pode causar fortes dores ósseas, derrames cerebrais e úlceras de difícil cicatrização. Segundo a referência técnica, Luciana Brito, a doença ainda é desconhecida por boa parte das pessoas.

  •  

Macacos não transmitem febre amarela a humano, mas seis foram mortos por agressão em janeiro

3/2/2018, 12:5h

Provavelmente devido a desinformação de algumas pessoas, está se matando pequenos macacos, denominados popularmente de micos, em Feira de Santana. Conforme a coordenadora do Centro Municipal de Controle em Zoonoses (CCZ), veterinária Mirza Cordeiro, há o entendimento, equivocado, de que o animal é transmissor da febre amarela a humanos.

Durante os 31 dias do mês de janeiro, o Centro Municipal de Controle em Zoonoses recolheu seis desses pequenos primatas, encontrados mortos, apresentando sinais de agressão - não puderam sequer  ser examinados, por estarem muito machucados.

Os animais mortos por agressão foram encontrados nos bairros Campo Limpo, Novo Horizonte, 35 bi e Alecrim Miúdo, além do distrito Maria Quitéria. Ao encontrar um primata morto deve-se entrar em contato com o CCZ através do telefone 3614-3613, para que possa ser feito o recolhimento e análise.

Animal é um “colaborador” do trabalho preventivo, alerta técnica

A coordenadora do Centro Municipal de Controle em Zoonoses (CCZ), Mirza Cordeiro, faz um apelo à população, para que não agridam os macacos, quando os encontrarem. “É importante entender que o animal não transmite o vírus da febre amarela para o homem. A população não deve maltratar a espécie, pois isso inclusive dificulta o controle da doença”.

Quando um desses primatas é encontrado morto (evento denominado epizootia), uma vez o corpo esteja preservado, é possível examina-lo, para saber a causa do óbito. Caso o exame revele febre amarela, isto vai ser um sinal importante para as autoridades de saúde, que vão suspeitar da presença do mosquito aedes aegipty (em áreas urbanas) transmissor da doença, em determinada região, para fazer o trabalho preventivo.

  •  

Portadora de hanseníase, dona de casa relembra como diagnosticou a doença

2/2/2018, 16:20h

A dona de casa Alaildes Gomes teve muita dificuldade para saber, através de diagnóstico, que era portadora de hanseníase. E foi exatamente por ocasião do Dia de Mobilização Nacional e Luta Contra a Hanseníase, anos atrás, que ela ficou sabendo da doença e iniciou tratamento, oferecido em Feira de Santana pela Prefeitura Municipal.

Nesta quarta, 31, Alaildes voltou a participar de um evento alusivo a data, realizado pela Prefeitura através do Centro de Referência de Hanseníase, órgão da Secretaria Municipal de Saúde. Desde que foi diagnosticada com hanseníase ela procura se cuidar, tratando o problema com responsabilidade.

Chegou cedo, ao Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda (CSE), na rua Geminiano Costa (em frente ao antigo Feira Tênis Clube), onde funciona o Centro de Referência, para participar de várias atividades promovidas pela equipe técnica.

“Foram cinco anos, com idas ao médico, sem diagnóstico. Através de uma reportagem, em alusão ao Dia D, percebi que possuía manchas semelhantes ao sintoma da hanseníase. Foi quando procurei o CSE”, relembra.

Fisioterapia é essencial para reabilitação

Um dos meios utilizados para reabilitação de pessoas portadoras da doença é a fisioterapia. Os pacientes ao chegar no Centro com sequelas, como dificuldades de locomoção, recebem o tratamento para fortalecimento muscular, com alongamento e treino da função, explica a fisioterapeuta, Aline Almeida.

“Nós fazemos a avaliação neurológica simplificada desse paciente e de acordo com o grau de incapacidade dele adequamos o melhor exercício, medindo ações para evitar complicações do quadro e avanço de sequelas que a doença pode gerar”, diz ela

Diagnóstico precoce evita sequelas



O diagnóstico precoce é um dos meios mais importantes para a cura, recomenda Caroline Barbosa, referência técnica em hanseníase no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda (CSE). Segundo ela, quando o tratamento é realizado no inicio da doença, isto é fundamental para evitar complicações e sequelas futuras ao portador da doença.

Os sintomas principais da hanseníase são os seguintes: sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e tato; áreas da pele aparentemente normais que têm alteração da sensibilidade e da secreção de suor; caroços e placas em qualquer local do corpo; diminuição da força muscular (dificuldade para segurar objetos).

Pacientes participaram de várias atividades



No Dia de Mobilização Nacional e Luta Contra a Hanseníase, atividades laborais, alongamento e exercícios fisioterápicos foram desenvolvidos no Centro de Saúde Especializado Doutor Leone Coelho Leda (CSE), na rua Geminiano Costa, pela Secretaria Municipal. Dezenas de pessoas estavam presentes.

  •  

Hoje é Dia D para vacinação contra febre amarela para quem vai viajar

31/1/2018, 10:35h

A vacina contra febre amarela, segundo especialistas, começa a proteger o organismo depois de dez dias de tomada. Para quem vai viajar para passar o Carnaval em regiões de risco para a doença, o “Dia D” para a imunização é nesta quarta-feira, 31, dez dias antes do sábado de carnaval.

Feira de Santana, bem como os principais e tradicionais destinos dos feirenses neste período, como Salvador e Maragogipe – para quem busca folia, ou Cabuçu, que fica em Saubara, e cidades localizadas na Ilha de Itaparica, procurados para descanso e folia, são áreas com recomendação da vacina contra febre amarela.

Atenção maior para quem vai para Camaçari, Candeal, Itaparica, Lauro de Freitas, Mata de São João, Salvador, São Francisco do Conde e Vera Cruz, municípios recentemente incluídos na vacinação emergencial com doses fracionadas pelo Ministério da Saúde. Lá, ocorreram mortes de macacos devido a febre amarela.

A vacina, que é a mais eficiente iniciativa de proteção contra a doença, está sendo oferecida em todas as unidades da rede de saúde de Feira de Santana.

Podem tomar a vacina pessoas de nove meses (ou 6 meses se houver indicação) a 59 anos que moram, frequentam ou vão viajar para áreas de risco e que ainda não foram vacinadas ou não têm comprovante de vacinação.

Não podem tomar a vacina crianças com menos de seis meses (e mulheres amamentando bebês dessa idade), pacientes imunodeprimidos por alguma doença ou tratamento, como quimioterapia, pessoas com alergia grave a ovo. Grávidas e pessoas com 60 anos ou mais devem consultar um médico.

  •  

Armadilha para pegar mosquito é instalada em fazenda onde jovem morreu de leishimaniose

29/1/2018, 20:18h

A comunidade Fazenda Agua Grande, distrito Maria Quitéria, onde residia o agente de portaria Antonio Cesar da Silva, 34 anos, que morreu vítima de leishimaniose na semana passada, recebeu nesta segunda-feira (29) a visita de profissionais da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. O local está sendo alvo de ações preventivas por parte do órgão.

A bióloga Rosemeire Dourado e o gerente de endemias, Edvaldo Correia, conversaram com familiares da vítima, para orienta-los sobre formas de prevenção contra o mosquito transmissor da doença – o inseto é infectado ao picar cães contaminados, principalmente.

No local foram instaladas armadilhas denominadas CDC, uma espécie de coletor luminoso que atrai mosquitos. Quando o inseto tem contato com o equipamento, em funcionamento durante a noite. Nesta terça, o objeto vai ser recolhido, para análise dos mosquitos capturados. O objetivo é prender a espécie conhecida como mosquito palha, transmissor da leishimaniose. A identificação é feita no laboratório de entomologia, no Centro de zoonoses.

A comunidade também foi orientada a observar sobre sintomas característicos de calazar nos cães (perda de peso acentuada, feridas no focinho ou orelhas, sangue nas fezes crescimento acentuado das unhas).

Cães da região vão ser examinados nos próximos dias



Além da captura de mosquitos, a Vigilância Epidemiológica também pretende realizar, na comunidade onde residia o agente de portaria morto por leishimaniose, um inquérito canino. É um trabalho que consiste na realização de teste rápido em cães. Material colhido nos animais é encaminhado ao Lacen, que examina e informa se estão infectados pelo inseto.

Segundo a diretora da Vigilância Epidemiológica, Francisca Lúcia de Oliveira (foto), nesta terça-feira ela vai manter contato com o Núcleo Regional de Saúde (antiga Dires), órgão estadual responsável pelo fornecimento de kits para realização do inquérito canino.

Tio da vítima diz usar repelente “dia e noite”



Amilton Santana, pedreiro, tio da vítima Antonio César da Silva, disse que a presença da equipe da Secretaria Municipal de Saúde é algo tranquilizador para a família. “Essa ação nos deixa mais sossegados. Queremos saber se esse inseto continua presente aqui na região e com o coletor que está sendo instalado teremos a resposta”, diz ele, que garante estar usando repelente dia e noite para se proteger.

Casa a casa, agentes vão borrifar inseticida em áreas de risco



O gerente de endemias da Secretaria Municipal de Saúde, Edvaldo Correia (foto), esteve presente na Fazenda Água Grande para auxiliar na ação do Departamento de Vigilância Epidemiológica, prevenindo a comunidade contra o mosquito palha, transmissor da leishimaniose. Ele disse que o combate ao inseto em Maria Quitéria é feito desde 2016. Nos próximos dias, assinalou, um trabalho de borrifação de inseticida acontecerá “casa a casa” em áreas consideradas de risco no distrito.

  •  

Será intensificada ação contra leishimaniose em Maria Quitéria, onde residia vítima

26/1/2018, 18:42h

A área onde residia o agente de portaria Antonio César da Silva, 34 anos de idade, morto na quinta-feira (25), acometido de leishimaniose (doença denominada calazar, quando em cães), vai ser alvo de uma ação preventiva das equipes do Departamento de Vigilância Epidemiológica, órgão da Secretaria Municipal de Saúde. A informação é da diretora do Departamento, enfermeira Francisca Lúcia de Oliveira (foto).

A vítima morava em uma comunidade em Maria Quitéria, zona rural do município. Conforme a diretora, o distrito é prioridade da Vigilância Epidemiológica, em suas ações de controle, desde 2016, através do Programa Municipal de Leishmaniose.

“O que faremos agora é um reforço deste trabalho, não apenas no local onde morava este jovem, mas em outras comunidades do distrito. É preciso contar com a colaboração da população, cuidados com seus cães e com as formas de proliferação do mosquito transmissor da doença”, diz ela.

Entre os bairros assistidos pela campanha, Aviário, Jussara, Campo do Gado Novo, Caraíbas, Pampalona e George Américo. A ação também ocorre nos distritos de Jaguara, Tanquinho e Governador João Durval. As pessoas podem obter orientações em contato com o Disk Saúde, através do telefone 0800 284 6656, ou com o Centro de Controle em Zoonoses, 3614-3613.

“Mosquito palha”, ao picar animal infectado (principalmente o cão), transmite a doença



A leishmaniose é transmitida através da picada do flebótomo, conhecido popularmente como mosquito palha. Este inseto transmite a doença a partir de animais doentes, como cachorros e roedores, a outros animais e aos humanos. Existem dois tipos da doença, a visceral e a tegumentar.

A visceral apresenta sintomas de febre, palidez, fraqueza e aumento das vísceras. Já a tegumentar, tem como sintomologia lesões na pele e feridas com bordas elevadas. Nos animais, o quadro clínico para ambas as patologias, é febre, emagrecimento, feridas em geral no focinho, orelhas e extremidades, sangues nas fezes e crescimento exagerado das unhas.

A prevenção pode ser feita através do uso de repelentes, principalmente no horário de entardecer, limpeza de quintais e terrenos, poda de árvores, destino adequado ao lixo, limpeza de casas ou abrigos de animais domésticos. É importante atentar para saúde destes animais, como forma de prevenir a doença.

  •  

Vacina BCG está sendo fornecida em quatro unidades do município

26/1/2018, 16:51h

Conforme comunicado da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI), há um desabastecimento nacional das vacinas BCG e Pentavalente, problema que ocorre nos repasses do Ministério da Saúde para todo país. Por conta disso, o município de Feira de Santana encontra-se com baixos lotes dos imunizantes. Para não prejudicar a população, a Secretaria Municipal de Saúde criou estratégias na distribuição das vacinas.

Quatro unidades de referência no município, estarão disponibilizando a imunização, são essas: as Unidades Básicas de Saúde (UBS) - Cassa, Caseb I, Serraria Brasil e CSU. Os pacientes do Programa de Saúde da Família (PSF) serão encaminhados para a UBS localizada em sua área de abrangência, que realizará acolhimento e aplicação da vacina BCG e Pentavalente. A Secretaria também esclarece que para evitar desperdícios, os dias de vacinação foram distribuídos entre as unidades, conforme tabela abaixo:.

UBS CASSA

Segunda e quarta-feira

UBS Caseb I

Quarta e Sexta-feira

UBS Jardim Cruzeiro

Terça e Quinta-feira

UBS Serraria Brasil

Terça e Quinta-feira

UBS CSU

Segunda e Sexta-feira

A estratégia segue até o reabastecimento do estoque. Segundo o Ministério da Saúde a regularização no envio dos imunobiológicos tem previsão para fevereiro.

 

  •  

Mais de 27 mil pessoas estão cadastradas para atendimento nos CAPS, em Feira de Santana

26/1/2018, 11:23h

A Rede de Saúde Mental em Feira de Santana fechou 2017 com 27.385 pessoas, que sofrem com algum tipo de transtorno psíquico, cadastradas nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Elas são assistidas em seis unidades do CAPS existentes no município e administradas pela Secretaria de Saúde. A informação é da coordenadora da Rede, Robervânia Cunha.

Com atendimento voltado a pessoas com transtornos mentais severos, graves ou persistentes, os Centros de Atenção Psicossocial promovem a reinserção social de seus pacientes, por meio de tratamento medicamentoso, terapêutico e acompanhamento por uma equipe multiprofissional.

Uma das unidades da Rede de Saúde Mental é o CAPS João Carlos Lopes Cavalcante (conhecido como CAPS III). Localizado na Rua Francisco Martins da Silva, 235 - Capuchinhos (Telefone: 3612-4555 / 4559), funciona em regime 24h, com disponibilização de leitos para pacientes que necessitem de internamento. Apenas neste equipamento, 6.831 pessoas são acompanhadas.

Situação de risco é prioridade no atendimento



O atendimento na Rede de Saúde Mental é porta aberta, demanda espontânea de pacientes cadastrados, quando encaminhados, através de um profissional médico, por estarem em situação de risco, informa a coordenadora do serviço, Robervânia Cunha (foto). Uma agitação, ou mesmo um surto, são indícios de que a pessoa necessita passar por uma avaliação médica. Em princípio, o paciente fica em observação e após um breve período, caso não registre melhora no quadro, é encaminhado para internamento na unidade especializada.

Jovem assistida há três anos elogia tratamento



A paciente B. S., 21 anos, acompanhada há três anos pelo CAPS João Carlos Lopes Cavalcante (CAPS III), segue internada na unidade, devido a recomendações médicas. Há cerca de nove anos, ela foi identificada com alguns transtornos psíquicos. A jovem se sente acolhida no Centro. “Fui acompanhada pela rede particular durante seis anos e percebo que a equipe do CAPS é excelente. Há uma diferença no atendimento, o tratamento é bem melhor”.

  •