SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Gincana Solidária da Escola Adenil Falcão doa uma tonelada de alimentos e roupas a pessoas em situação de rua

14/11/2018, 17:51h

Uma tonelada de alimentos e centenas de peças de roupas foram arrecadados pelos alunos da Escola Municipal Adenil da Costa Falcão, do bairro Brasília, na Gincana Solidária que chega ao sexto ano. A mobilização de estudantes e professores beneficia diferentes grupos da sociedade, geralmente carentes de atenção e donativos.

Esta quarta-feira, 14, a partir das 15h, os alunos e professores fizeram a entrega das doações ao Centro Social Monsenhor Jessé, que atende a população em situação de rua.

A gincana busca fortalecer valores como respeito, cidadania, solidariedade e boa convivência. Antes da arrecadação, os alunos participam de palestras, debatem durante as aulas, produzem trabalhos artísticos e socializam a aprendizagem.

Idosos, crianças com câncer e pessoas com anemia falciforme já foram beneficiados pela gincana nas edições anteriores. Este ano, o trabalho foi dirigido às pessoas em situação de rua que, muitas vezes, se tornam invisíveis à sociedade.

O Centro Social Monsenhor Jessé atende aproximadamente 300 pessoas por dia. “Todo ano trabalhamos com um grupo diferente, mas sempre escolhendo pessoas que precisam de ajuda, que estão esquecidas pela sociedade”, destaca a professora Geruza Ferreira Ribeiro de Souza, diretora da escola. “Eles são dignos de respeito e buscamos sempre ensinar isto aos nossos estudantes”, defende.

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Do amor dos alunos pela dança nasce o 1º Dançaê na Escola Álvaro Boaventura, de Bonfim de Feira

14/11/2018, 9:47h

O gosto dos alunos da Escola Municipal Álvaro Pereira Boaventura pela dança, herdado das tradições culturais do distrito de Bonfim de Feira como a capoeira e o samba de roda, deu origem ao 1º Festival Dançaê. Desde o dia 20 de outubro, ritmos musicais como o forró, salsa, country, hip-hop e rock n’ roll vêm marcando os sábados letivos na unidade de ensino.

Eveline Souza Pinto, diretora da escola, conta que a ideia surgiu de uma conversa entre ela e as professoras Janivalda Medeiros dos Santos, de Língua Portuguesa e atual vice-diretora, e Joilce Luna Silva, de História. “Elas comentaram da necessidade de haver uma programação mais atrativa para os alunos, por conta da faixa etária, e voltada para a dança, por conta do entusiasmo que eles já demonstravam. Eu sugeri o nome!”, conta aos risos.

Desenvolverem capacidades corporais e culturais

“Mas não é só a dança pela dança”, garante a diretora. Antes de suas apresentações, os alunos fazem pesquisas sobre o ritmo que escolheram; suas origens, passos, onde e quando surgiram, dentre outros pontos, o que contempla um dos objetivos do Festival: proporcionar meios que levem os alunos a desenvolverem capacidades corporais e culturais, alcançando, assim, o ensino-aprendizagem. “Antes da prática, vem a teoria”, completa Eveline.

A abertura do 1º Dançaê aconteceu no dia 19 de setembro; dois grupos de dança do Colégio Estadual Arthur Vieira de Oliveira, do município de Anguera, se apresentaram naquele dia, além do grupo de forró dos alunos da Álvaro Pereira. O Festival é destinado aos alunos do Ensino Fundamental II, mas a apresentação de um dos grupos visitantes deixou Sofia Moreira Santos e Maria Vitória Lima Bastos, alunas do Grupo 5, alegres demais para não se apresentarem.

“A professora delas me chamou para vê-las na sala. Quando vi que repetiam os passos da dupla que havia se apresentado anteriormente, perguntei se queriam se apresentar também no dia seguinte e elas toparam na hora!”, conta a diretora. Deram show no sábado, 20, juntamente com os grupos de salsa e country. No último sábado, 10 de novembro, foi a vez dos alunos do hip-hop (dança de rua) e rock n’ roll.

O encerramento do Festival acontece no dia 1º de dezembro com apresentações de frevo pelos alunos da Álvaro Pereira, Roque da Viola e grupo Samba de Roda Mirim, do município de Antônio Cardoso.

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Soluções tecnológicas e funcionais para escola são apresentadas ao prefeito

13/11/2018, 11:25h

Soluções tecnológicas e funcionais focadas na qualificação da escola pública, com projetos de inovação pedagógica e de gestão foram apresentadas por técnicos do CEAP (Centro de Estudos e Assessoria Pedagógica) ao prefeito Colbert Filho, na manhã desta segunda-feira, 12.

O CEAP é uma ONG da Rede Jesuíta de Educação voltada ao desenvolvimento e o fortalecimento da escola pública. A rede tem o Colégio Antônio Vieira, em Salvador, como referência.

Avanço na educação pública

Colbert Filho analisa que os projetos apresentados representam avanço na educação pública por usar ferramentas inovadoras de gestão e pedagógicas que contribuem para elevar a qualidade do ensino público. Diz que é um avanço que pode contribuir para que os índices educacionais melhorem significativamente.

“São soluções funcionais voltadas para a formação dos professores e gestores das escolas públicas”, disse o professor Bruno Olivatto, que explanou o projeto, focado no fortalecimento destas unidades escolares.

Além da parte pedagógica, o CEAP também apresentou como ferramentas tecnológicas podem dinamizar a gestão de uma unidade escolar, desde a parte de funcionários como o dia a dia dos estudantes, aplicadas diretamente na sala de aula. O controle de entrada de entrada da unidade escola, bem como notas e a frequência de servidores e estudantes, são exemplos.

Estiveram presentes à apresentação o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Borges e a chefe de gabinete da Secretaria de Educação, professora Ana Paula.

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Melhores produções do "Feira Que Te Quero Ver" serão premiadas esta terça, 13

12/11/2018, 22:25h

A terceira edição do “Feira Que Te Quero Ver” está chegando ao fim. As melhores produções de vídeos, e-books e fotografias dos estudantes da Rede Municipal de Educação serão premiadas durante a culminância do projeto, na tarde desta terça-feira, 13. Este ano, alunos de 25 escolas participam da iniciativa, explorando o tema: “personalidades histórico-culturais de Feira de Santana”.

O evento, que acontece a partir das 15h, na Seduc, conta com uma novidade: pela primeira vez, a cerimônia será transmitida aos estudantes e professores via videoconferência; cada escola terá um representante presente à solenidade para acompanhar a premiação.

O “Feira Que Te Quero Ver” visa promover a difusão do patrimônio histórico-cultural do município a partir do estudo dirigido e da visitação dos estudantes e professores aos bairros, distritos e entornos das escolas. O projeto também incentiva o uso das tecnologias da informação a favor da educação.

Ao longo das produções, alunos do Ensino Fundamental da sede e zona rural participaram de oficinas educativas e de interpretação artística que auxiliaram na produção dos materiais. Os estudantes da zona rural receberam a capacitação no Ônibus Digital da Seduc, que levou todo aparato tecnológico necessário até eles; já os estudantes da sede receberam as orientações no Centro Digital das Baraúnas.

As produções foram votadas em duas etapas: primeiro, foram escolhidos os melhores por uma comissão composta por professores, pesquisadores e/ou produtores ligados à articulação do audiovisual com a educação; num segundo momento, os trabalhos foram votados também pela comunidade feirense.

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Pais aprendem a contar histórias para incentivar a leitura em casa

10/11/2018, 9:3h

Garantir que o incentivo à leitura também venha de casa. Por esta razão, pais, mães e responsáveis pelas crianças do Centro Municipal de Educação Infantil Antônio Carlos Machado, que fica no Feira VII, participaram da oficina do Projeto Crescer Lendo, na última quinta-feira, 8.

O projeto é de iniciativa da Klabin, maior produtora e exportadora de papeis do Brasil, em parceria com a organização não governamental United Way Brasil e o Instituto Avisa Lá.

Realizado em diferentes municípios do Brasil desde 2014, o Projeto Crescer Lendo incentiva a leitura na sala de aula e em casa principalmente entre as crianças de até seis anos.

Além da oficina, o projeto doou ainda um acervo com 450 livros a dois CMEI’s. Além do Machado, o Centro Municipal de Educação Infantil Honorina Amorim também foi beneficiado.

Todo mundo pode colaborar

“É importante que os pais percebam que todo mundo pode colaborar com o incentivo à leitura. A contação de histórias não é exclusividade de profissionais, ela faz parte do crescimento destas crianças também em seus lares”, destaca Rosana Padial (foto), consultora da United Way Brasil.

Uma forma de orientá-los, afirma diretora

Durante o lançamento da biblioteca, os participantes da oficina contaram histórias para as crianças. “É necessário que eles se sintam parte deste processo, que possam aprender a ensinar, aprender a incentivar. É uma forma de orientá-los para que deem continuidade ao desenvolvimento destes alunos”, acredita Mônica Cristina de Jesus Santos (foto), diretora do CMEI.

Filho de três anos já demonstra interesse

“O pai do meu filho tem mais costume de contar histórias, por isso decidi participar hoje da oficina para que eu aprendesse melhor como fazer isto também”, relata Milena Oliveira de Souza Pinho (foto), mãe de Gabriel de Souza Pinho, do grupo 2. “Meu filho com apenas três anos já demonstra interesse pela leitura e quero colaborar para que ele goste ainda mais”, garante.

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Diferentes linguagens artísticas no II FestLing da Escola João Marinho neste sábado

9/11/2018, 21:55h

Diferentes linguagens artísticas e apresentações culturais como dança, música e literatura marcam a segunda edição do Festival de Linguagens, FestLing, da Escola Municipal João Marinho Falcão, do bairro Olhos D’água. O evento acontece este sábado, 10, com a participação dos estudantes do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos. Vai ser das 8h às 11h30.

Durante a preparação do FestLing, os estudantes fazem produções que serão apresentados na culminância, neste sábado. Os conteúdos são abordados de forma interdisciplinar com temas de língua portuguesa, inglesa, redação e educação física, valorizando a expressão corporal e artística dos jovens. A programação conta com coral, apresentação de reportagens escritas pelos alunos do 9º ano, poesia, entre outros.

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CMEIs Antônio Carlos Machado e Honorina Oliveira Amorim ganham Cantinho da Leitura

9/11/2018, 16:30h

“Volta ao mundo em 52 histórias”; “Chapeuzinho Vermelho”; “Deu Zebra no ABC”. Estes são alguns dos títulos dos 450 livros que integram o acervo do Cantinho da Leitura do Centro Municipal de Educação Infantil Antônio Carlos Machado, do bairro Feira VII, inaugurado na manhã desta quarta-feira, 7. A doação do acervo partiu do projeto Crescer Lendo, que é de iniciativa da indústria Klabin e da organização não governamental United Way, em parceria com o Instituto Avisa Lá.

O Centro Municipal de Educação Infantil Honorina Oliveira Amorim, do mesmo bairro, também foi contemplado com um Cantinho da Leitura, que dispõe também dos 450 títulos citados anteriormente. São obras premiadas e recomendadas pelo Ministério da Educação.

Em Feira de Santana, já são três unidades de ensino beneficiadas. A Pré-Escola Municipal Marina Carvalho, do bairro 35º BI, foi a primeira contemplada pelo projeto, em 2014.

Desde aquele ano – quando foi iniciado o projeto – foram instaladas 50 bibliotecas em escolas de diversas cidades que sediam a Klabin; são sempre selecionadas unidades de ensino próximas à sede local da empresa.

A pequena Pérola Pereira, aluna do Grupo 3 do CMEI Antônio Carlos Machado, foi a responsável por romper o laço de inauguração do Cantinho. Pérola, de tão ansiosa, já havia visitado a biblioteca um dia antes da inauguração. Lá, ela pode ler a historinha “A vaca que colocou um ovo”, da qual garante ter gostado muito.

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Encerradas atividades formativas de Língua Portuguesa

9/11/2018, 15:54h

Um cordel resumindo todas as discussões desenvolvidas durante as atividades complementares formativas da Secretaria de Educação para professores da área de Língua Portuguesa do Ensino Fundametal II ao longo deste ano marcou o encerramento do calendário de encontros desta área.

O texto foi composto pela professora Vanuzia Batista Santos, cursista destas formações durante o ano letivo de 2018, e apresentado na tarde de quarta-feira, 7. Nesta quinta-feira, 8, o grupo da área de exatas também finalizou o ciclo, com encontro de formação para as disciplinas de Ciências e Matemática.

Vanuzia foi uma dos três professores selecionados para trazer experiências de sua escola, de maneira detalhada para o debate. Educadora da Escola Municipal Chico Mendes, do bairro Campo Limpo, seu exemplo foi o projeto Educavídeo. Ela conta que, ao apresentá-lo aos colegas, a empolgação foi tanta que ela extrapolou o tempo máximo para socialização desses projetos sem objeção dos presentes.

O tema deste último encontro foi “AC’s Formativas em Evidência”; os professores discutiram, analisaram e deram suas últimas contribuições para elaboração dos cadernos de objetivos de aprendizagens de Língua Portuguesa para o ano de 2019.

Os encontros tiveram início em março. Desde então, professores de Língua Portuguesa da Rede Municipal vêm debatendo suas vivências e ideias com intuito de contribuir para elaboração dos cadernos.

O documento constitui a Proposta Curricular do município. Os cadernos servem como um norte para as escolas no processo de elaboração ou revisão de seus planos político-pedagógicos e planos anuais de curso. Agora, seguem para avaliação definitiva de uma comissão interna da Secretaria de Educação antes de serem enviados ao Departamento de Ensino da Seduc.

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Portaria estabelece prazo para pedido de licença prêmio de servidores da educação

8/11/2018, 10:54h

Divulgada nesta quarta-feira, 7, no Diário Oficial do Município, a portaria que determina procedimentos e prazos para a solicitação de licença prêmio e de remoção de servidores efetivos das escolas municipais e/ou conveniadas, a serem concedidas em 2019. A edição 857 pode ser acessada através do link: http://www.diariooficial.feiradesantana.ba.gov.br/.

O servidor efetivo deve solicitar a concessão de licença prêmio e de remoção por meio de requerimento, disponível na sede Secretaria Municipal de Educação – localizada à avenida Senhor dos Passos, 197, centro. O documento deve ser preenchido, assinado pelo chefe imediato do funcionário e protocolado entre 19 de novembro e 21 de dezembro de 2018, na recepção da Seduc.

Para a concessão de licença prêmio serão disponibilizadas 100 vagas para o segundo semestre de 2019, respeitando o limite disposto no art. 115 da lei complementar do município nº 01/1994. No primeiro semestre serão concedidas as requeridas e não publicadas no ano de 2018.

A licença prêmio para fins de aposentadoria, requerida dentro do prazo, terá prioridade no cômputo das vagas. As licenças serão concedidas através de dois critérios: maior tempo de serviço e maior idade.

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Núcleo de Relações Etnicorraciais da Seduc expõe bonecas Abayomi no Museu Casa do Sertão

7/11/2018, 17:5h

Lembrar à comunidade feirense a importância da preservação das raízes africanas no Brasil. Este é o objetivo da mostra “Instalações com Bonecas Abayomi”, promovida pelo Núcleo de Estudos para Relações Etnicorraciais e Educação Quilombola (NerEEQ), da Secretaria Municipal de Educação. A mostra acontece na Sala de Exposição Dival Pitombo, do Museu Casa do Sertão, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

Sua confecção se dava dentro de navios negreiros a caminho do Brasil; as mães construíam as bonecas a partir de retalhos do tecido de suas roupas com nós e tranças – não há costura nas bonecas – para diminuir o sofrimento de seus filhos. 

Símbolo de resistência do povo negro

“É importante ressaltar que essas bonecas não são brinquedos, mas sim um símbolo de resistência do povo negro”, ressalta Rita Cassiana de Oliveira, uma das coordenadoras do NerEEQ. 

Em Iorubá – idioma que tem origem onde hoje está localizada a Nigéria –, o termo significa “encontro precioso”. “Quando ressignificadas, essas bonecas simbolizam a resistência do povo negro a todo processo de exclusão desta população”, conta Rita.

Juntamente com a “Mostra Caminhos no Tempo”, do professor e artista Gemicrê Nascimento, e “A Casa do Passarinho e Outros Desenhos”, da artista Paula Gesteira, que também é servidora da UEFS, a exposição do NerEEQ integra a programação alusiva aos 40 anos do museu.

O diretor da casa, Cristiano Cardoso (foto), explica que ao longo deste ano diversas dinâmicas foram exploradas dentro do viés de preservação da memória, associadas ao aniversário da instituição; para outubro e novembro, enquanto meses da criança e consciência negra, respectivamente, foram convidadas pessoas capazes de atender a esses dois públicos.

As exposições ficam abertas ao público até o dia 15 de dezembro e podem ser visitadas das 14h às 17h30 às segundas-feiras; de terça a sexta-feira, as visitas são permitidas das 08h às 11h30 e das 14h às 17h30.

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