SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Gincana da Escola Adenil Falcão arrecada uma tonelada de alimentos e roupas

19/11/2018, 10:13h

Nada menos que uma tonelada de alimentos, centenas de peças de roupas e calçados foram doados na tarde da última quarta-feira, 14, pela Escola Municipal Adenil da Costa Falcão, do bairro Brasília, ao Centro Social Monsenhor Jessé, que atende a pessoas em situação de rua. Os donativos foram arrecadados durante a Gincana Solidária promovida pela escola, com a participação dos estudantes e professores, que este ano chegou à sexta edição.

Ao longo desse período, a Gincana Solidária buscou sempre estimular a boa convivência entre os alunos, despertando valores como respeito, cidadania e solidariedade. Este ano, o tema do projeto foi “Adenil é mais Brasil”.

Pessoas em situação de vulnerabilidade

A coordenadora pedagógica da escola, Josiene Lima (foto), explica que o projeto sempre enfoca o tema das pessoas em situação de vulnerabilidade. “Crianças órfãs, com câncer, idosos e pessoas com anemia falciforme já foram beneficiados pela iniciativa nos anos anteriores”, lembra. Os alunos participam de diversas atividades pedagógicas voltadas para este tipo de população antes de escolher uma específica.

15 voluntários atuam na instituição

O Centro Social Monsenhor Jessé há oito anos atende a pessoas em situação de rua ou que estejam entrando nessa condição. Atualmente, 15 voluntários atuam na instituição; Rosana Nunes Oliveira (foto) está lá há cerca de quatro anos. Ela conta que o Centro atende pelo menos 200 pessoas por dia e presta diversos serviços ao longo da semana.

São servidos almoços de segunda a quinta-feira, das 13:30 às 15:00; encaminhamento para registros de documentos pessoais – e para conseguir taxa de isenção para o mesmo – às quartas-feiras; banho e distribuição de roupas às quintas-feiras, além de campanhas de agasalho ao longo do ano. Não há atendimento externo às sextas-feiras.

“Amanhã é dia de trabalhar muito!”, diz Rosana, aos risos. Não há qualquer empecilho burocrático para quem deseja fazer doações. “É só chegar e deixar. Se não puder trazer, a pessoa pode entrar em contato com a gente que damos um jeito de buscar os donativos”, completa. Quem quiser doar para o Centro Social Monsenhor Jessé pode entrar em contato com a instituição através do telefone 3225-3993.

Aprendendo a respeitar

Davi Ferreira (foto), aluno do 4º ano da Escola Municipal Adenil Falcão, foi um dos responsáveis por entregar os itens; participando da gincana pela primeira vez, ele diz que é importante sabermos que não devemos chamar essas pessoas de “moradores de rua” ou “mendigos”. Conta que a melhor parte do projeto foi aprender a respeitar e ajudar aos outros. 

Geruza Ferreira (foto), diretora da escola, relata que está mais encantada com o projeto a cada ano que passa. “Estamos conseguindo contagiar as pessoas para que olhem com mais cuidado para as minorias sociais. E é isso mesmo que queremos: dar destaque a essas pessoas, infelizmente, ‘invisibilizadas’, é como se elas se tornassem invisíveis para a sociedade; isto se reflete claramente no tema que escolhemos para este ano”, argumenta.

Os alimentos e demais itens foram doados pelos alunos e seus familiares entre 22 de outubro e 4 de novembro, período em que os estudantes do 1º ao 5º ano se envolveram nas atividades da gincana. Cinco equipes competiram entre si, sendo cada uma responsável por uma região do Brasil. Provas intelectuais e físicas, gritos de guerra, comidas e vestuário típicos regionais foram alguns dos pontos estudados durante a competição.

  •  

Comemoração e orgulho de estudantes da Escola Geraldo Dias com premiação dupla em festival

15/11/2018, 12:39h

A emoção tomou conta da Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, do distrito de Humildes, que conquistou o 1º lugar nas categorias vídeo e e-book. A unidade de ensino, que contou parte da biografia do patrono em suas produções para o “Feira Que Te Quero Ver”, vibrou e comemorou durante a divulgação dos resultados.

A história de Geraldo Dias de Souza, empreendedor do distrito que deixou um legado histórico e cultural, foi tema de pesquisa levantada pelos estudantes. Além do estudo, eles fizeram entrevistas na própria comunidade, que permitiram a produção dos textos e vídeos. Geraldo de Souza faleceu em 26 de fevereiro de 2013.

“Mudei para Feira de Santana ainda este ano e não fazia ideia da importância do patrono da minha escola para a comunidade”, relata o aluno do 8º ano, Darlan Cristian de Oliveira Araújo (foto). “Participei da produção nas duas categorias e foi muito interessante, uma experiência maravilhosa”, afirma.

Professor que já trabalhou com o homenageado destaca felicidade

A proximidade do patrono com a comunidade deu maior ênfase aos trabalho, principalmente pela participação do professor Reginaldo da Silva Santos (foto) que contou ter trabalhado com Geraldo de Souza. “A maioria dos professores da escola conhecia e tinha algum contato com ele, era uma pessoa que defendia diversos valores positivos como a solidariedade, educação e honestidade. Fiquei muito feliz de ter a oportunidade de dividir com os alunos uma trajetória tão bonita”, ressalta o professor.

Além do trabalho de pesquisa realizado para conhecer a vida do patrono, os alunos também relacionaram as informações com períodos históricos marcantes. “Eles se tornaram pesquisadores, foram atrás de fontes confiáveis, ouviram a mesma história através de diversas pessoas para garantirem a coerência. Ficamos muito felizes com o prêmio, mas, principalmente, pela participação em um projeto cuja proposta é tão importante”, destaca Reginaldo.

  •  

História de vida de Geraldo Dias garante 1º lugar em duas categorias do "Feira Que Te Quero Ver"

15/11/2018, 11:24h

O homem que, na escola da vida, adquiriu quatro diplomas: de generosidade, ativismo social, empreendedorismo e humanidade. Foi desta forma que os estudantes da Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, do distrito de Humildes, descreveram o patrono da unidade de ensino.

A história de vida de Geraldo de Souza garantiu a estes alunos o primeiro lugar em duas categorias do projeto “Feira Que Te Quero Ver”: vídeo e e-book. O projeto é de iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, com a participação de estudantes de 25 escolas de Ensino Fundamental II – do 6º ao 9º ano.

Durante a produção do vídeo, os alunos entrevistaram Raulinda Rodrigues Souza, viúva de Geraldo de Souza; José Carlos Souza, filho do casal; e algumas pessoas da comunidade que conviveram com o subdelegado do distrito, como o comerciante Silvestre Nascimento, a lavradora Maria Borges, entre outros personagens.

No e-book, os alunos narram os esforços de Geraldo de Souza para garantir benefícios à comunidade na área de educação e até mesmo para a construção do Estádio José Araújo dos Santos.

Ao todo, oito escolas foram premiadas na tarde dessa terça-feira, 13, durante a solenidade que aconteceu na Secretaria de Educação, com a presença de um representante de cada escola. Este ano, os alunos e professores assistiram à entrega dos troféus diretamente das unidades de ensino, através de uma videoconferência.

O tema do projeto para 2018 foram as grandes personalidades histórico-culturais de Feira de Santana.  A Escola Ana Maria Alves dos Santos, do bairro Muchila, conquistou o primeiro lugar na categoria fotografia. Em 2017, a escola havia figurado em terceiro na mesma categoria, um fato que demonstra o empenho da unidade de ensino para com o projeto.

A diretora da Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, Jacelí Silva Cerqueira, recebeu os dois troféus, com alegria. “A sensação é maravilhosa, mas esse prêmio vai para todos os professores e estudantes envolvidos nas produções. Vale ressaltar que todos os alunos que participaram se envolveram por livre escolha”, destacou a diretora.

Grandes histórias foram premiadas 

Grandes histórias foram contadas nesta terceira edição, como a de Julieta Carteado, bibliotecária que dedicou dez anos de sua vida à Biblioteca Central da Universidade Estadual de Feira de Santana. O relato garantiu o segundo lugar aos alunos da Escola Municipal Chico Mendes, do bairro Campo Limpo, na categoria vídeo.

Teve também a história de Joaquim Pereira dos Santos, lavrador, pai de família e militante na luta por terra no distrito que hoje é conhecido como Matinha – sua história em e-book rendeu aos alunos da Escola Municipal Rosa Maria Esperidião Leite, do mesmo distrito, o segundo lugar na categoria.

A secretária de Educação, Jayana Ribeiro – idealizadora do “Feira Que Te Quero Ver” – foi  uma das coordenadoras da solenidade de premiação; em sua fala, reforçou a importância do projeto no desenvolvimento dos estudantes. “É um projeto que tem a cara da cidade. Os estudantes reconstroem a história de Feira, seus bairros e personalidades a partir da sua perspectiva. A escola e eles próprios não são mais os mesmos neste momento. Aprenderam algo significativo – relacionado às suas origens e comunidade”, ressalta.

Foram jurados nesta edição do projeto Cristiano Cardoso, diretor do Museu Regional de Arte; Valmir Almeida Júnior, fotógrafo; Maria das Graças Cordeiro, diretora do Departamento de Turismo da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico; Maria Salete, coordenadora do Polo Universidade Aberta do Brasil; e Hosana Carolina Bastos, historiadora.

As Escolas Municipais Rosa Maria Esperidião Leite, do distrito da Matinha, e Doutor Colbert Martins da Silva, do distrito de Jaguara, receberam menção honrosa pela qualidade de seus trabalhos.

Patrimômio histórico-cultural

O “Feira Que Te Quero Ver” visa promover a difusão do patrimônio histórico-cultural do município a partir do estudo dirigido e da visitação de estudantes e professores aos bairros, distritos e entorno das escolas, além de incentivar o uso da tecnologia a favor da educação.

Ao longo das produções, alunos da sede e zona rural participaram de oficinas educativas e de interpretação artística que auxiliaram na produção dos materiais. Os estudantes dos distritos participaram das formações no Ônibus Digital da Seduc, que levou todo o aparato tecnológico necessário até eles; já os estudantes da sede receberam as orientações no Centro Digital das Baraúnas.

As produções estiveram disponíveis para votação da comunidade feirense e foram também avaliadas por uma comissão composta por professores, pesquisadores e produtores ligados à articulação do audiovisual com a educação.

Categoria Vídeo
1º - Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, do distrito de Humildes
2º - Escola Municipal Chico Mendes, do bairro Campo Limpo
3º - Escola Municipal Faustino Dias Lima, do bairro Feira VII

Categoria E-book
1º - Escola Municipal Geraldo Dias de Souza, do distrito de Humildes
2º - Escola Municipal Rosa Maria Esperidião Leite, do distrito de Matinha
3º - Centro de Educação Básica da UEFS – do bairro Novo Horizonte

Categoria Fotografia
1º - Escola Municipal Ana Maria Alves dos Santos, do bairro Feira X
2º - Escola Municipal Ana Brandoa, do bairro Tomba
3º - Escola Municipal Professora Julieta Frutuoso de Araújo, do distrito de Tiquaruçu

  •  

Gincana Solidária da Escola Adenil Falcão doa uma tonelada de alimentos e roupas a pessoas em situação de rua

14/11/2018, 17:51h

Uma tonelada de alimentos e centenas de peças de roupas foram arrecadados pelos alunos da Escola Municipal Adenil da Costa Falcão, do bairro Brasília, na Gincana Solidária que chega ao sexto ano. A mobilização de estudantes e professores beneficia diferentes grupos da sociedade, geralmente carentes de atenção e donativos.

Esta quarta-feira, 14, a partir das 15h, os alunos e professores fizeram a entrega das doações ao Centro Social Monsenhor Jessé, que atende a população em situação de rua.

A gincana busca fortalecer valores como respeito, cidadania, solidariedade e boa convivência. Antes da arrecadação, os alunos participam de palestras, debatem durante as aulas, produzem trabalhos artísticos e socializam a aprendizagem.

Idosos, crianças com câncer e pessoas com anemia falciforme já foram beneficiados pela gincana nas edições anteriores. Este ano, o trabalho foi dirigido às pessoas em situação de rua que, muitas vezes, se tornam invisíveis à sociedade.

O Centro Social Monsenhor Jessé atende aproximadamente 300 pessoas por dia. “Todo ano trabalhamos com um grupo diferente, mas sempre escolhendo pessoas que precisam de ajuda, que estão esquecidas pela sociedade”, destaca a professora Geruza Ferreira Ribeiro de Souza, diretora da escola. “Eles são dignos de respeito e buscamos sempre ensinar isto aos nossos estudantes”, defende.

  •  

Do amor dos alunos pela dança nasce o 1º Dançaê na Escola Álvaro Boaventura, de Bonfim de Feira

14/11/2018, 9:47h

O gosto dos alunos da Escola Municipal Álvaro Pereira Boaventura pela dança, herdado das tradições culturais do distrito de Bonfim de Feira como a capoeira e o samba de roda, deu origem ao 1º Festival Dançaê. Desde o dia 20 de outubro, ritmos musicais como o forró, salsa, country, hip-hop e rock n’ roll vêm marcando os sábados letivos na unidade de ensino.

Eveline Souza Pinto, diretora da escola, conta que a ideia surgiu de uma conversa entre ela e as professoras Janivalda Medeiros dos Santos, de Língua Portuguesa e atual vice-diretora, e Joilce Luna Silva, de História. “Elas comentaram da necessidade de haver uma programação mais atrativa para os alunos, por conta da faixa etária, e voltada para a dança, por conta do entusiasmo que eles já demonstravam. Eu sugeri o nome!”, conta aos risos.

Desenvolverem capacidades corporais e culturais

“Mas não é só a dança pela dança”, garante a diretora. Antes de suas apresentações, os alunos fazem pesquisas sobre o ritmo que escolheram; suas origens, passos, onde e quando surgiram, dentre outros pontos, o que contempla um dos objetivos do Festival: proporcionar meios que levem os alunos a desenvolverem capacidades corporais e culturais, alcançando, assim, o ensino-aprendizagem. “Antes da prática, vem a teoria”, completa Eveline.

A abertura do 1º Dançaê aconteceu no dia 19 de setembro; dois grupos de dança do Colégio Estadual Arthur Vieira de Oliveira, do município de Anguera, se apresentaram naquele dia, além do grupo de forró dos alunos da Álvaro Pereira. O Festival é destinado aos alunos do Ensino Fundamental II, mas a apresentação de um dos grupos visitantes deixou Sofia Moreira Santos e Maria Vitória Lima Bastos, alunas do Grupo 5, alegres demais para não se apresentarem.

“A professora delas me chamou para vê-las na sala. Quando vi que repetiam os passos da dupla que havia se apresentado anteriormente, perguntei se queriam se apresentar também no dia seguinte e elas toparam na hora!”, conta a diretora. Deram show no sábado, 20, juntamente com os grupos de salsa e country. No último sábado, 10 de novembro, foi a vez dos alunos do hip-hop (dança de rua) e rock n’ roll.

O encerramento do Festival acontece no dia 1º de dezembro com apresentações de frevo pelos alunos da Álvaro Pereira, Roque da Viola e grupo Samba de Roda Mirim, do município de Antônio Cardoso.

  •  

Soluções tecnológicas e funcionais para escola são apresentadas ao prefeito

13/11/2018, 11:25h

Soluções tecnológicas e funcionais focadas na qualificação da escola pública, com projetos de inovação pedagógica e de gestão foram apresentadas por técnicos do CEAP (Centro de Estudos e Assessoria Pedagógica) ao prefeito Colbert Filho, na manhã desta segunda-feira, 12.

O CEAP é uma ONG da Rede Jesuíta de Educação voltada ao desenvolvimento e o fortalecimento da escola pública. A rede tem o Colégio Antônio Vieira, em Salvador, como referência.

Avanço na educação pública

Colbert Filho analisa que os projetos apresentados representam avanço na educação pública por usar ferramentas inovadoras de gestão e pedagógicas que contribuem para elevar a qualidade do ensino público. Diz que é um avanço que pode contribuir para que os índices educacionais melhorem significativamente.

“São soluções funcionais voltadas para a formação dos professores e gestores das escolas públicas”, disse o professor Bruno Olivatto, que explanou o projeto, focado no fortalecimento destas unidades escolares.

Além da parte pedagógica, o CEAP também apresentou como ferramentas tecnológicas podem dinamizar a gestão de uma unidade escolar, desde a parte de funcionários como o dia a dia dos estudantes, aplicadas diretamente na sala de aula. O controle de entrada de entrada da unidade escola, bem como notas e a frequência de servidores e estudantes, são exemplos.

Estiveram presentes à apresentação o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Borges e a chefe de gabinete da Secretaria de Educação, professora Ana Paula.

  •  

Melhores produções do "Feira Que Te Quero Ver" serão premiadas esta terça, 13

12/11/2018, 22:25h

A terceira edição do “Feira Que Te Quero Ver” está chegando ao fim. As melhores produções de vídeos, e-books e fotografias dos estudantes da Rede Municipal de Educação serão premiadas durante a culminância do projeto, na tarde desta terça-feira, 13. Este ano, alunos de 25 escolas participam da iniciativa, explorando o tema: “personalidades histórico-culturais de Feira de Santana”.

O evento, que acontece a partir das 15h, na Seduc, conta com uma novidade: pela primeira vez, a cerimônia será transmitida aos estudantes e professores via videoconferência; cada escola terá um representante presente à solenidade para acompanhar a premiação.

O “Feira Que Te Quero Ver” visa promover a difusão do patrimônio histórico-cultural do município a partir do estudo dirigido e da visitação dos estudantes e professores aos bairros, distritos e entornos das escolas. O projeto também incentiva o uso das tecnologias da informação a favor da educação.

Ao longo das produções, alunos do Ensino Fundamental da sede e zona rural participaram de oficinas educativas e de interpretação artística que auxiliaram na produção dos materiais. Os estudantes da zona rural receberam a capacitação no Ônibus Digital da Seduc, que levou todo aparato tecnológico necessário até eles; já os estudantes da sede receberam as orientações no Centro Digital das Baraúnas.

As produções foram votadas em duas etapas: primeiro, foram escolhidos os melhores por uma comissão composta por professores, pesquisadores e/ou produtores ligados à articulação do audiovisual com a educação; num segundo momento, os trabalhos foram votados também pela comunidade feirense.

  •  

Pais aprendem a contar histórias para incentivar a leitura em casa

10/11/2018, 9:3h

Garantir que o incentivo à leitura também venha de casa. Por esta razão, pais, mães e responsáveis pelas crianças do Centro Municipal de Educação Infantil Antônio Carlos Machado, que fica no Feira VII, participaram da oficina do Projeto Crescer Lendo, na última quinta-feira, 8.

O projeto é de iniciativa da Klabin, maior produtora e exportadora de papeis do Brasil, em parceria com a organização não governamental United Way Brasil e o Instituto Avisa Lá.

Realizado em diferentes municípios do Brasil desde 2014, o Projeto Crescer Lendo incentiva a leitura na sala de aula e em casa principalmente entre as crianças de até seis anos.

Além da oficina, o projeto doou ainda um acervo com 450 livros a dois CMEI’s. Além do Machado, o Centro Municipal de Educação Infantil Honorina Amorim também foi beneficiado.

Todo mundo pode colaborar

“É importante que os pais percebam que todo mundo pode colaborar com o incentivo à leitura. A contação de histórias não é exclusividade de profissionais, ela faz parte do crescimento destas crianças também em seus lares”, destaca Rosana Padial (foto), consultora da United Way Brasil.

Uma forma de orientá-los, afirma diretora

Durante o lançamento da biblioteca, os participantes da oficina contaram histórias para as crianças. “É necessário que eles se sintam parte deste processo, que possam aprender a ensinar, aprender a incentivar. É uma forma de orientá-los para que deem continuidade ao desenvolvimento destes alunos”, acredita Mônica Cristina de Jesus Santos (foto), diretora do CMEI.

Filho de três anos já demonstra interesse

“O pai do meu filho tem mais costume de contar histórias, por isso decidi participar hoje da oficina para que eu aprendesse melhor como fazer isto também”, relata Milena Oliveira de Souza Pinho (foto), mãe de Gabriel de Souza Pinho, do grupo 2. “Meu filho com apenas três anos já demonstra interesse pela leitura e quero colaborar para que ele goste ainda mais”, garante.

  •  

Diferentes linguagens artísticas no II FestLing da Escola João Marinho neste sábado

9/11/2018, 21:55h

Diferentes linguagens artísticas e apresentações culturais como dança, música e literatura marcam a segunda edição do Festival de Linguagens, FestLing, da Escola Municipal João Marinho Falcão, do bairro Olhos D’água. O evento acontece este sábado, 10, com a participação dos estudantes do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos. Vai ser das 8h às 11h30.

Durante a preparação do FestLing, os estudantes fazem produções que serão apresentados na culminância, neste sábado. Os conteúdos são abordados de forma interdisciplinar com temas de língua portuguesa, inglesa, redação e educação física, valorizando a expressão corporal e artística dos jovens. A programação conta com coral, apresentação de reportagens escritas pelos alunos do 9º ano, poesia, entre outros.

  •  

CMEIs Antônio Carlos Machado e Honorina Oliveira Amorim ganham Cantinho da Leitura

9/11/2018, 16:30h

“Volta ao mundo em 52 histórias”; “Chapeuzinho Vermelho”; “Deu Zebra no ABC”. Estes são alguns dos títulos dos 450 livros que integram o acervo do Cantinho da Leitura do Centro Municipal de Educação Infantil Antônio Carlos Machado, do bairro Feira VII, inaugurado na manhã desta quarta-feira, 7. A doação do acervo partiu do projeto Crescer Lendo, que é de iniciativa da indústria Klabin e da organização não governamental United Way, em parceria com o Instituto Avisa Lá.

O Centro Municipal de Educação Infantil Honorina Oliveira Amorim, do mesmo bairro, também foi contemplado com um Cantinho da Leitura, que dispõe também dos 450 títulos citados anteriormente. São obras premiadas e recomendadas pelo Ministério da Educação.

Em Feira de Santana, já são três unidades de ensino beneficiadas. A Pré-Escola Municipal Marina Carvalho, do bairro 35º BI, foi a primeira contemplada pelo projeto, em 2014.

Desde aquele ano – quando foi iniciado o projeto – foram instaladas 50 bibliotecas em escolas de diversas cidades que sediam a Klabin; são sempre selecionadas unidades de ensino próximas à sede local da empresa.

A pequena Pérola Pereira, aluna do Grupo 3 do CMEI Antônio Carlos Machado, foi a responsável por romper o laço de inauguração do Cantinho. Pérola, de tão ansiosa, já havia visitado a biblioteca um dia antes da inauguração. Lá, ela pode ler a historinha “A vaca que colocou um ovo”, da qual garante ter gostado muito.

  •