SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Merendeiras aprendem receitas utilizando cascas, talos e folhas

28/11/2018, 15:41h

Cascas, talos e folhas também podem ser utilizados para o preparo de comida. Esta foi uma das dicas da nutricionista Marion Cerqueira dos Santos, do Mesa Brasil SESC, durante a capacitação continuada para merendeiras da Rede Municipal de Educação. O encontro foi realizado na manhã desta terça-feira, 27, no auditório da Escola Municipal Acioly Silva Araújo, no Muchila.

O Mesa Brasil SESC é uma rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício. Marion Santos falou sobre o aproveitamento total dos alimentos e debateu com as merendeiras a importância de evitar o desperdiçar. “Muitas vezes, mesmo cozinhando diariamente, não se sabe que existem certas partes dos alimentos que podem ser aproveitadas. E não são. Esta noção evita justamente que os alimentos sejam jogados fora”, explica.

Oferecermos o melhor às crianças

“Meu trabalho na cozinha melhorou muito depois que comecei a participar da capacitação”, ressalta Iraildes Pereira de Jesus (foto), que atua como merendeira da Rede Municipal há dez anos. “Indico que outras colegas participem, pois é um aprendizado necessário para oferecermos o melhor às crianças”, destaca.

Higiene, cuidados com o armazenamento da comida, organização na cozinha, uso dos itens alimentares em novas receitas e a manipulação adequada dos alimentos foram também abordados pela equipe de nutrição do setor de Alimentação Escolar da Seduc. As merendeiras ainda receberam um kit com touca, avental e livro de receitas com várias sugestões interessantes.

Trabalho em equipe é essencial

“Falamos sobre as principais dúvidas que aparecem quando visitamos as escolas. Além disso, destacamos a importância do trabalho em equipe, pois este é essencial na atuação da merendeira”, comenta a nutricionista Kelli Carine Cerqueira (foto).

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Escola promove Feira de Africanidades e lembra 119º aniversário do Mestre Bimba

27/11/2018, 15:24h

Na data em que seria celebrado o 119º aniversário do Mestre Bimba - responsável pela fundação da primeira escola de capoeira no Brasil – tradição e ancestralidade foram retratadas em telas e no movimento durante a exposição da II Feira de Africanidades da Escola Municipal Nossa Senhora das Cadeias, do distrito de Humildes, que aconteceu na última nesta sexta-feira, 23. Mais de 250 alunos do grupo 3 da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental atuaram nas produções.

A capoeira, além de representada nas obras artísticas dos estudantes, foi trazida para o pátio da escola. Ao som das palmas, do berimbau e do pandeiro, os alunos comemoraram a culminância do projeto.

Aprendi sobre disciplina e respeito, diz pequena capoeirista

“Pra mim, a capoeira é arte e cultura”, afirma Larissa Moreira Santos, de 11 anos e aluna do 5º ano. “Já pratico há onze meses e é muito bom. Aprendi sobre disciplina, respeito ao próximo e também a me defender”, conta.

Valorizar a cultura africana de forma lúdico-pedagógica

O objetivo do projeto é valorizar a cultura africana de forma lúdico-pedagógica. “Nossa escola está localizada no campo e podemos observar o quão forte são as raízes dos ancestrais africanos por aqui. É importante que estas crianças se reconheçam e percebam a representatividade da sua própria cultura”, destaca a diretora da escola, Suzana Alves.

“A arte foi muito importante para o aprendizado dos alunos”, acredita Érika Casaes, coordenadora pedagógica. “Permitiu que o conteúdo fosse abordado de forma leve e divertida, os alunos assimilam muito melhor quando o contexto histórico é aliado às telas e esculturas”, observa.

Alunos desmitificaram alguns conceitos

As professoras de arte, Juliane Faria (foto) e Márcia Cerqueira, foram as responsáveis por colocar o projeto em prática. Beleza negra, animais, bonecas Abayomi e capoeira estiveram entre as temáticas retratadas nas obras. “Além da valorização, muitos alunos desmitificaram alguns conceitos e aprenderam a respeitar as religiões de matrizes africanas, por exemplo. Tivemos um feedback positivo”, declara Juliane.

“Existem muitas tradições que as crianças não conhecem e precisamos mantê-las vivas”, acredita Miraci Machado, mãe de Fábio Lucas Nunes, aluno do 2º ano. “Valorizar isso é resgatar parte importante da história dos nossos ancestrais e da nossa vida”, defende ela.

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"Projeto Respeite a Minha Cor" valoriza a identidade negra na Escola Manuel Cundes

24/11/2018, 15:45h

Redução do número de ofensas relacionadas à cor da pele, reconhecimento da identidade negra e valorização do cabelo. Estes foram os principais pontos positivos destacados pelas professoras da Escola Nucleada Municipal Manoel Cundes Ferreira, do distrito de Maria Quitéria, com a realização do projeto “Respeite a Minha Cor”.

O projeto vem sendo realizado desde o início do ano letivo como uma forma de valorização das identidades negra e campesina dos estudantes, aspectos que vêm sendo explorados na escola há três anos. Na manhã desta sexta-feira, 23, os alunos das três escolas que integram o Núcleo – além da Manuel Cundes estão as escolas Vitoriano Tomás Bispo e Belmiro Moreira Daltro – participaram da culminância do projeto, que celebrou o Dia da Consciência Negra, transcorrido no último dia 20.

Estudantes da Educação Infantil à Educação de Jovens e Adultos participaram do projeto; apresentações musicais, capoeira e a palestra de Cassiano Quilombola, figura célebre da comunidade de Maria Quitéria, integraram a programação do evento.

Aspectos que precisam ser reforçados todos os dias

A professora de artes e educação física do 5º ano, Cleidiane Santos Pereira (foto), comentou que as mudanças no viés racial são processuais. Relatando um caso específico, ela conta que os alunos não queriam aprender algumas letras de músicas por preconceitos velados, mas, após entenderem o conteúdo, fizeram questão de participar das atividades; por outro lado, há também os aspectos que precisam ser reforçados todos os dias.

“Eles dizem que não têm preconceito, mas o racismo é algo interiorizado, às vezes imperceptível. Hoje, mesmo depois de tudo que vimos, algumas estudantes chegaram aqui com o cabelo preso. Eu tive que conversar com elas e orientá-las, mostrar que o cabelo afro é lindo. E elas soltaram ‘as madeixas’ e perceberam o quão lindas são”, destacou a professora.

Atingir também a família dos alunos

Atingir também os familiares dos alunos foi um dos objetivos do “Respeite a Minha Cor”, segundo a coordenadora pedagógica da escola, Márcia Oliveira (foto). “Essa é, inclusive, uma meta do nosso plano político pedagógico, por que entendemos que a desconstrução do racismo dentro das famílias é um elemento fundamental no processo de valorização das identidades negras”, afirmou.

Destaque dado pela escola é significante

Ana Rosa de Lima Ferreira (foto), tia de Guilherme Ferreira (aluno do 5º ano), foi uma das familiares que participaram da oficina de tranças nagô, realizada nesta quinta-feira, 22. “Achei muito legal. Nós, enquanto negros, somos sempre excluídos. O destaque dado pela escola nesse momento é muito significante”, avaliou a tia.

Foram parceiros do evento o posto de saúde da comunidade, Centro de Referência em Assistência Social, equipe de vigilância epidemiológica, Cassiano Quilombola, Zé Coruja e o grupo de samba de roda Flor de Quixaba, membros da comunidade, entre outros.

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Seduc divulga calendário escolar 2019 sem sábados letivos

24/11/2018, 15:38h

O ano letivo de 2019 para escolas da Rede Municipal de Educação será iniciado no dia 11 de fevereiro e se encerrará em 20 de dezembro. Não há sábados letivos previstos para o próximo período que, conforme orienta a legislação, terá 200 dias letivos.

As datas constam no calendário escolar divulgado nesta sexta-feira, 23, no Diário Oficial Eletrônico do município, edição 868. O documento foi aprovado pelo Conselho Municipal de Educação através da resolução nº 128/2018.

A jornada pedagógica do próximo ano acontece entre os dias 4 e 8 de fevereiro. Os resultados parciais de rendimento serão divulgados no dia 21 de dezembro; já o período de recuperação e avaliação final ficou estabelecido para os dias 23, 26 e 27 também de dezembro. O fechamento dos resultados finais acontece no dia 30 do mesmo mês.

Estão previstos 13 dias não letivos – dentre feriados e/ou pontos facultativos para as escolas – além dos recessos de Carnaval (4 a 6 de março); Semana Santa (18 e 19 de abril); Micareta (25 a 29 de abril); junino (21 de junho a 2 de julho) e natalino (24 e 25 de dezembro).

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Divulgado edital de processo seletivo para coordenador pedagógico

24/11/2018, 15:34h

O edital para o processo seletivo interno – destinado apenas a professores da Rede Municipal de Educação - para a função de coordenador pedagógico foi divulgado nesta quinta-feira, 22, no Diário Oficial Eletrônico de Feira de Santana.

Os professores que têm interesse em participar da seleção devem acessar o site da Prefeitura, www.feiradesantana.ba.gov.br, na aba Seduc, preencher o formulário de inscrição e enviá-lo até as 23:59h do próximo dia 30 de novembro.

O processo será realizado em duas etapas – avaliação de carta de intenção e análise de currículo Lattes. Os interessados devem ter carga horária de 40h semanais; terão que apresentar diploma de ensino superior em pedagogia ou licenciatura, neste caso, acompanhado de diploma de especialização em coordenação pedagógica, supervisão escolar, gestão e coordenação pedagógica ou outra em área afim ao cargo.

No ato de preenchimento do formulário de solicitação de inscrição, o candidato deve anexar, em arquivo único, formato em PDF, cópia digitalizada dos seguintes documentos: carteira de identidade; CPF; último contracheque; documento comprobatório de experiência mínima de três anos de efetivo exercício de regência de classe na Educação Básica, coordenação pedagógica ou gestão escolar (contracheque, carteira de trabalho, declaração ou similares); declaração de vínculo de trabalho com outra instituição pública e/ou privada, quando for o caso, acompanhada da carga horária de trabalho semanal; carta de intenção; currículo Lattes atualizado e comprovado.

Para mais informações os candidatos podem acessar o edital também no site da Prefeitura ou no link do Diário Oficial: www.diariooficial.feiradesantana.ba.gov.br/, edição 867, do dia 22 de novembro de 2018, da página 6 até a 9. 

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Secretários escolares e auxiliares têm treinamento sobre matrícula 2019

24/11/2018, 13:45h

Orientações sobre o lançamento de informações a respeito da vida dos alunos no Sistema Integrado de Educação; dados fundamentais como a permanência dos estudantes ou não na escola; pré-matrícula e lista de espera para o ano letivo de 2019. Estes são os principais temas da formação destinada a secretários escolares e auxiliares administrativos da Rede Municipal de Educação, que acontece até a próxima terça-feira, 27.

Mais de 280 funcionários das escolas municipais participam do treinamento que é realizado de acordo com escala. Os encontros acontecem na Secretaria Municipal de Educação e o objetivo é orientar os servidores sobre o processo de encerramento do ano letivo e matrícula para o próximo período. A formação é promovida pela Divisão de Informações Educacionais, da Seduc. 

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"Descortinando a África" valoriza cultura negra na Escola Monteiro Lobato

21/11/2018, 16:22h

“É importante conhecer nossa descendência, o sofrimento do nosso povo e valorizar a cultura que marca nossas vidas”. A afirmação partiu de Raiana de Jesus Santos, aluna do 5º ano do Centro de Educação Monteiro Lobato, escola da Rede Municipal, durante as atividades do Projeto Descortinando a África, encerradas nesta terça-feira, 20. A escola fica no bairro Capuchinhos.

O evento contou com diversas apresentações culturais que envolveram mais de 800 estudantes do Ensino Fundamental I e II e também da Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Falamos sobre escravidão, sobre a África e a nossa história. Eu amo muito a cultura africana e fiquei feliz por ter a oportunidade de trabalhar com o tema em sala de aula”, conta Raiana.

Respeito, empoderamento negro, valorização do ser humano, tolerância e amor ao próximo foram alguns dos valores abordados durante o projeto. “Em novembro, trouxemos para as salas de aula textos literários que tratam da afrodescendência. Os alunos se envolveram muito na proposta e se sentiram valorizados”, avalia a coordenadora pedagógica Myllena Almeida.

“Dia da consciência negra tem que ser todo dia, não apenas 20 de novembro”, defende Davi Martins Macedo dos Santos, estudante do 5º ano. “Temos tratado diariamente de temas como o racismo, pois é necessário falarmos sobre aquilo que incomoda também na escola”, acredita.

O encerramento, realizado nos três turnos, contou com exposições de bonecas africanas, banca de acarajé, desfile com alunos e professores, capoeira, samba de roda, apresentações de dança, teatro e do coral do Programa Música na Escola.

O Descortinando a África envolveu a comunidade escolar, pais e responsáveis. Karla de Souza Brito, mãe da estudante Iasmin Brito de Jesus, do 2º ano, iria apenas ajudar a filha e algumas amigas antes das apresentações, mas terminou realizando uma oficina de maquiagem para as alunas.

“Acredito que seja extremamente necessário abordar a cultura negra com as crianças. É neste momento que elas estão conhecendo o mundo e precisam ter uma visão melhor do ambiente, dos outros e de si mesma. As meninas ficaram empolgadas e se sentiram empoderadas com a maquiagem, isso me deixou muito feliz”, relata Karla.

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Prefeito visita obras da Escola Quilombola, no distrito Maria Quitéria

21/11/2018, 11:15h

Dotada de dez salas de aula, refeitório, ginásio de esporte coberto, auditório, biblioteca, sanitários, secretaria, diretoria, e salas de reunião, as obras da Escola/Creche Quilombola, no distrito de Maria Quitéria, receberam a visita do prefeito Colbert Martins Filho, nesta terça-feira, 20.

Localizado na Lagoa Grande, o complexo escolar será destinado ao Ensino do Curso Fundamental I e a Educação Infantil. A obra, em parceria com o Governo da União, envolve recursos da ordem de R$ 2.009.615.16, e está sendo tocada pela Construtora Vasco Marinho, que estima que o equipamento deva ser entregue dentro de um ano.

O educandário segue os padrões arquitetônicos adotados pela Secretaria de Educação em toda a Rede Municipal, priorizando a qualidade do mobiliário, áreas mais amplas e arejadas e revestidas com cores vibrantes. A nova escola está sendo construída numa comunidade predominantemente formada por descendentes de quilombolas.

Acompanhado do secretário de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro, o prefeito Colbert Filho lembrou que a obra foi iniciada na administração do seu antecessor, José Ronaldo de Carvalho, e que “atende às reivindicações das lideranças comunitárias da Lagoa Grande, através da Associação Comunitária de Maria Quitéria (ACOMAQ)”.

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Conhecimento básico em Libras é fundamental para a inclusão de alunos em classes regulares

20/11/2018, 15:8h

“Sem a presença da Língua Brasileira de Sinais na sala de aula, uma criança de dois anos com deficiência auditiva, por exemplo, fica muito isolada no mundo. Isto resulta numa exclusão perversa”, defendeu Gilvanda Meiry Pires, professora de Libras do Centro Interprofissional de Atendimento Educacional Professora Marliete Santana Bastos – InterEduc e também formadora do Programa de Formação de Professores para a Escola Inclusiva (PROEI).

Esta terça-feira, 20, os educadores participam do último encontro do semestre no programa. Será realizada uma mesa-redonda com a presença de duas professoras das Salas de Recursos Multifuncionais que vão falar sobre a importância do atendimento educacional especializado (AEE) pelo professor de ensino regular.

Nas últimas semanas, as professoras aprenderam mais sobre a Língua Brasileira de Sinais, Libras. O programa é destinado a profissionais que atuam em classes comuns do ensino regular.

Professoras da Rede Municipal de Educação que fizeram o curso básico de iniciação à Libras fizeram apresentações utilizando sinais aprendidos nos seis encontros deste módulo, como os de frutas, animais, cores, saudações, pronomes, dentre outros. “É um embasamento inicial para que elas possam se comunicar com um eventual aluno surdo que venha a se matricular nas escolas municipais”, complementou Gilvanda.

Professora destaca importância da capacitação

Fernanda Barboza Bispo, professora do 5º ano na Escola Municipal Comendador Jonathas Telles de Carvalho, do bairro Conceição II, conta que seu interesse pela língua de sinais é antigo, apesar de não ter concluído o curso em que se inscreveu em 2008. “Tive uma aluna surda de dois anos; o peculiar é que a deficiência dela só foi descoberta na escola”, relata a professora. Nessa faixa etária, as crianças ainda estão desenvolvendo a fala, o que, à época, escondeu a surdez da aluna, explicou a professora.

“Sou professora e nós encontramos vários tipos de alunos, seja na escola ou fora dela. Então, quando você conhece uma outra língua, como o Braile ou a Libras, você tem a possibilidade de atingir mais estudantes”, defende Fernanda.

Os principais objetivos do PROEI são: a promoção do estudo sistematizado de temáticas acerca da Educação Especial; a difusão do conhecimento e da troca de experiências pedagógicas, visando um olhar investigativo para desenvolver estratégias de atuação em sala de aula.

Os professores que se inscreveram este ano tiveram acesso ainda a módulos voltados para os princípios da educação inclusiva – dez encontros; e braile, em seis encontros, além de atividades na plataforma virtual Moodle, totalizando a carga horária de 95h; neste ano foram disponibilizadas 30 vagas.

Estratégias mais inclusivas

De acordo com a coordenadora do InterEduc, professora Márcia Torres, o PROEI este ano alcançou resultados extremamente positivos. “Apesar de serem cursos básicos, podemos dizer que esses docentes já têm um olhar diferenciado para as necessidades dos alunos. E há uma mudança significativa neles! Algumas professoras já planejam revisitar seus currículos. Agora, querem propor estratégias mais inclusivas não somente para o aluno com algum tipo de deficiência, mas para todos”, avalia Márcia Torres.

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Escola Dr. Francisco Martins da Silva, no distrito de Maria Quitéria, começa a ser reconstruída

20/11/2018, 14:29h

Fundada em 1981, no distrito Maria Quitéria, a Escola Dr. Francisco Martins da Silva terá a sua estrutura arquitetônica totalmente reconstruída e requalificada, com a sua capacidade de atender a demanda escolar ampliada de dez para onze salas de aula.  

A obra, cuja ordem de serviço foi dada na manhã desta terça-feira, 20, pelo prefeito Colbert Martins Filho, está orçada em R$ 333 mil e tem previsão para ser inaugurada no prazo de dez meses, de acordo com a construtora responsável pela execução do projeto.

Para a secretária de Educação, Jayana Ribeiro, o investimento “é muito importante para os estudantes de Maria Quitéria, que dentro de dez meses vão poder voltar para uma escola completamente nova, mais bonita e mais acolhedora”, disse.

A Escola é destinada ao Ensino Fundamental, no turno diurno, e, à noite, funciona o Ensino de Jovens e Adultos (Enja), estágios I e II. Lembrando que o nome do educandário presta uma homenagem ao seu avô, o prefeito Colbert Filho afirmou que pretende inaugurar o equipamento em setembro do próximo ano.

O ato contou ainda com as presenças do secretário José Pinheiro (Desenvolvimento Urbano), e os vereadores Gilmar Amorim, João Bililiu e Marcos Lima.

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