SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Durante campanha, não há necessidade de agendar pela Central de Regulação exame preventivo de câncer

8/11/2017, 16:20h

No período das campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, em curso, não há necessidade de o cidadão agendar os exames preventivos contra o câncer (mama e próstata) através da Central Regulação. A informação é da referência técnica da mulher na Secretaria Municipal de Saúde, Alessandra Magalhães. A medida busca facilitar para que mulheres e homens possam fazer a avaliação anual. O acesso o quanto antes aos serviços de saúde contribui para o diagnóstico precoce, que é fundamental para o êxito do tratamento.

Contudo, diz Alessandra, as pessoas devem comparecer aos locais onde são prestados os serviços com os documentos pessoais, o cartão do SUS e a guia amarela preenchida pelo médico ou enfermeiro da sua unidade de referência – além do SISMAMA, no caso das mulheres. 

Os exames laboratoriais estão sendo feitos nos laboratórios credenciados ao SUS. As mulheres, na faixa etária de 50 a 69 anos, fazem a  mamografia no Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), no Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI) e no Ceparh (Centro de Pesquisa em Reprodução Humana).  Já os homens, na faixa etária de 50 a 75 anos, poderão fazer a coleta sanguínea para o exame de PSA também em um dos laboratórios credenciados ao SUS. Caso o resultado apresente alteração, eles serão encaminhados para o HDPA. 

Nestes dois meses, a Secretaria de Saúde está intensificando as ações de promoção da saúde da mulher quanto do homem que já são feitas cotidianamente. É importante que eles compareçam até uma unidade de saúde para que sejam solicitados os exames de rotina, bem como a mamografia (mulheres) e PSA (homens). As ações terão continuidade até o final do mês. Enquanto isso, os profissionais de saúde nas unidades também estão focados na realização de atividades educativas, através de palestras.

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Paciente de hanseníase mais perto de casa, com descentralização do atendimento

8/11/2017, 9:47h

Profissionais das unidades de saúde do município participaram nesta terça-feira, 7, de uma Capacitação em Hanseníase promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica (Viep) e Atenção Básica. O evento teve como objetivo a descentralização do atendimento da hanseníase e a ampliação do conhecimento da comunidade.

“O papel da descentralização é deixar o paciente mais perto de casa e por isso estamos descentralizando o programa e atualizando os profissionais”, informa Francisca Lúcia, coordenadora da Viep.

A atualização abordou desde a epidemiologia da hanseníase, diagnóstico, tratamento, além de procedimentos na consulta de enfermagem. Segundo a dermatologista Renata Dórea, a alteração da sensibilidade térmica, dolorosa ou tátil da pele, lesões, ressecamento da pele e dor nos nervos são alguns dos sintomas da doença. “Viu a mancha, testa a sensibilidade, comprovada a alteração na pele, já se deve iniciar o tratamento”, alerta.

Um dos meios mais importantes para a cura é o diagnóstico precoce. A avaliação da sensibilidade da pele, baciloscopia (esfregaço no cotovelo e orelha) e a biópsia são meios para o diagnóstico. A enfermeira Monalisa Oliveira informa que em Feira de Santana o exame da basciloscopia é feito no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda (CSE). “O paciente cujo resultado do exame der positivo recebe, no próprio local, o primeiro kit de tratamento da doença”, ressalta.

O tratamento da hanseníase é feito com periodicidade mensal e assegurado de forma gratuita pelo município.

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Programa leva pacientes de Feira a Salvador todos os dias

7/11/2017, 18:52h

Por volta das 5h30, três microônibus chegam a Estação de Transbordo Central. Os veículos não estão ali para conduzir passageiros comuns, de um lugar para outro na cidade. Fazem parte de um programa da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Feira de Santana, que levam grupo de pessoas a Salvador todas agendadas para algum atendimento. Vão ser submetidos a exames ou algum outro procedimento médico na capital. 

Essas pessoas estão acometidas de problemas cuja assistência é de alta e média complexidade e não possui especialidade na rede local do SUS. É este o objetivo do serviço denominado Tratamento Fora do Domicílio, prestado pelo Município à comunidade carente. 

Enquanto isso, uma fiscal do serviço confere a relação dos pacientes que serão encaminhados à capital. Alguns deles vão com o acompanhante (a liberação é feita mediante relatório informando essa necessidade), que também consta o nome na agenda. Pontualmente às 6h, os veículos deixam a estação de transbordo e seguem para Salvador. Os pacientes são levados para os seus respectivos locais de atendimentos. 

O transporte é feito de segunda-feira a sábado. Em cada um dos três microônibus são disponibilizadas 32 vagas. Tanto os pacientes quanto os acompanhantes recebem uma ajuda de R$ 8,40, conforme está estabelecido na portaria 55/99 do Ministério da Saúde. Os veículos retornam para Feira de Santana geralmente por volta das 17h. O ponto de referência, novamente, é a Estação de Transbordo Central para que possam se deslocar com segurança para suas residências.

Como fazer a solicitação do serviço na Secretaria de Saúde

O programa funciona na Secretaria de Saúde e a solicitação desse atendimento é feita em dias úteis, das 7h às 13h e das 14h às 18h. O serviço deve ser solicitado previamente para que possamos efetuar o agendamento, conforme a demanda e o grau de necessidade de cada um. A viagem só é autorizada mediante a confirmação do atendimento no município referência.

De acordo com a coordenadora do programa, Pollyana Piana (foto), para ter acesso ao serviço a própria pessoa necessitada ou responsável deve apresentar o relatório médico que informa a patologia, bem como a data e o horário do atendimento. Também é necessário apresentar os documentos pessoais, o cartão do SUS e o comprovante de residência.

“O nosso dever é assegurar a todos o acesso à saúde, mesmo quando não dispomos do serviço na rede conveniada no nosso município. Neste caso, fazemos o encaminhamento do paciente para a cidade pactuada”, diz a secretaria municipal de Saúde, Denise Mascarenhas.

Número

Somente de janeiro a outubro deste ano, 1.712 pacientes foram conduzidos a atendimentos longe de Feira de Santana. 


Mãe diz que, sem o serviço, filho estaria em cadeira de rodas

A dona de casa Alaíde Oliveira é uma das beneficiárias do serviço. Há 17 anos leva o filho especial para atendimento em hospitais de Salvador. Heraldo, segundo ela, estaria em uma cadeira de rodas caso não passasse pelo tratamento. “E isso só tem sido possível graças a esse transporte gratuito que a Prefeitura proporciona. Não teria dinheiro para pagar as passagens”, salienta. Ela chegou a fazer duas viagens semanais a Salvador durante alguns anos e hoje faz a cada três meses.

Aposentado vai a Salvador toda semana há sete anos

Para Gilson Silva, aposentado, o transporte gratuito gera economia e conforto. Ele vai a Salvador sempre em companhia de um familiar devidamente cadastrado na Secretaria Municipal de Saúde. “Já são sete anos nessa luta. Toda semana preciso ir ao médico na capital e dinheiro tá difícil de conseguir pra isso. Graças a Deus que existe este serviço”, destaca.

PERSONAGEM

 

Valmir Lima é um dos motoristas que faz o trajeto todos os dias conduzindo passageiros a Salvador. A relação já é de amizade entre ele e a maioria dos pacientes e familiares. Mesmo após tanto tempo de serviço, o experiente motorista ainda se emociona. “Quando vejo crianças sofrendo com algumas doenças e precisando fazer esse deslocamento desgastante confesso que me emociono”, relata.

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Fisioterapia Domiciliar faz 200 atendimentos por mês em Feira de Santana

30/10/2017, 13:16h

Cerca de 200 atendimentos são realizados mensalmente pelo Serviço de Fisioterapia Domiciliar, oferecido em Feira de Santana pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde. Detalhes deste bem sucedido programa foram apresentados durante o II Encontro de Fisioterapia Domiciliar, na  sexta-feira, 27. O evento foi realizado no auditório Dr. João Batista de Cerqueira, na Secretaria de Saúde, e marcou a passagem do Dia do Fisioterapeuta – 13 de outubro.

A fisioterapeuta referência na rede municipal, Nádia Emília Gomes, apresentou o projeto, informando que os seis profissionais atendem pacientes das Unidades Básicas de Saúde, mediante as demandas que chegam a Divisão de Enfermagem. Eles desenvolvem atividades preventivas, reabilitadoras e funcionais. A equipe também orienta e capacita os familiares. O serviço também é levado para o Dispensário Santana e o Lar do Irmão Velho.

Cada fisioterapeuta atende em média 20 pacientes. Os atendimentos são realizados até duas vezes por semana em cada paciente. Nádia falou da evolução das pessoas assistidas – algumas delas conseguem retornar a funcionalidade total dos movimentos. Outros, a exemplo de pacientes que sofreram um AVC (Derrame Vascular Cerebral) conseguem parcialmente, sendo encaminhados para atendimento ambulatorial.

Em oito anos, foram realizados 10.046 atendimentos. Nesse período 80% dos pacientes assistidos não necessitaram de reinternamento. A secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, fez a abertura do encontro, parabenizando a equipe. Também presentes, a diretora da Rede Própria de Saúde, Joana Queiroz, e a chefe da Divisão de Enfermagem, Ana Cristina Franqueira.

 

Paciente em ventilação mecânica é exemplo de êxito do programa

O relato de sucesso de uma criança de seis anos de idade, que nasceu com 41 semanas de gestação e, por conta do atraso no momento do parto, veio a ter paralisia cerebral, foi apresentado no evento comemorativo pelo Dia do Fisioterapeuta. Há quatro anos, o menino é acompanhado em seu domicílio por uma fisioterapeuta da Secretaria Municipal de Saúde.

“Ao nascer o menor foi diagnosticado com hipotonia secundária a neuropatia e assimetria ventricular. Isso o levou a uma paralisia cerebral. Ele era restrito ao leito. Hoje, já vai à praia, a parques infantis e também à igreja, mesmo na condição de ventilação mecânica – respiração com auxilio de aparelhos”, relata a fisioterapeuta Gildete Abigail Souza, que o acompanha em seu domicílio.

PERSONAGEM

“O profissional vai até a residência do paciente para avaliá-lo. Se for constatada a necessidade desse serviço e que o mesmo está impossibilitado de andar, ele passa a receber esse atendimento”. 

NÁDIA EMÍLIA GOMES, FISIOTERAPEUTA REFERÊNCIA NA REDE MUNICIPAL

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Mais de 700 cavalos retirados das ruas até agora, em 2017

27/10/2017, 9:28h

Entre sete e dez cavalos são apreendidos diariamente por estarem soltos nas Feira de Santana. Neste ano, mostram as estatísticas do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), 722 destes animais já foram levados ao órgão. Grande parte apresenta graves problemas de saúde.

Por serem de grande porte, os cavalos representam perigos tanto para transeuntes, que podem ser agredidos com coices ou mordidas, como para os motoristas, que podem atropelá-los – não raro estes acidentes são graves.

A equipe do CCZ sai diariamente à procura destes animais, que são vistos pastando em avenidas movimentadas, como a Eduardo Fróes da Motta. “Animais soltos nas ruas é um perigo e os seus donos devem ter consciência do mal que poderão causar a terceiros”, diz a coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro.

Os donos dos animais apreendidos e que os reclamam a devolução na instituição são multados em R$ 100. Mas nem sempre os cavalos são procurados na unidade, porque, doentes e velhos, são abandonados para que vaguem pelas ruas, onde podem causar problemas.

Geralmente estão esgotados fisicamente, depois de anos quase sempre puxando carroças. Na semana passada, o CCZ retirou um cavalo que, doente, caiu no canal da avenida Anchieta. Mesmo sendo medicado, o animal morreu.

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Rede municipal faz doppler transcraniano em paciente de anemia falciforme

27/10/2017, 9:7h

Feira de Santana é um dos raros municípios baianos que oferece na rede pública o exame de Doppler Transcraniano, que avalia o fluxo sanguíneo cerebral, identificando se há risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral) em pacientes de anemia falciforme na faixa etária de 2 a 16 anos. A informação é da enfermeira Luciana Brito, do Centro de Referência Municipal, que funciona na Unidade Básica de Saúde do Centro Social Urbano. 

Esta sexta-feira, 27, é o Dia Nacional de Sensibilização à Pessoa com Doença Falciforme, que é hereditária, com diagnóstico obtido através do Teste do Pezinho ou de exame laboratorial (eletroforese da hemoglobina). De acordo com a enfermeira, para cada 17 pessoas que nascem na Bahia, uma delas tem o traço da doença falciforme. E para cada 650 nascidos, um é portador dela.

“A Secretaria de Saúde tem assegurado o acesso dos portadores da anemia falciforme aos serviços de saúde, disponibilizando aos usuários acompanhamento adequado e especializado”, afirma Luciana Brito, referência técnica da área no município.

Doença caracterizada pela alteração genética da hemoglobina – proteína responsável em absorver e transportar o oxigênio no sangue e liberá-lo no tecido – a anemia falciforme provoca dores pelo corpo, úlceras de difícil cicatrização, insuficiência renal aguda, alteração no baço e pode levar a um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Em crianças pode haver edemas nas mãos e pés.

Em Feira de Santana, 450 pacientes falcêmicos estão sendo acompanhados pelo Centro de Referência Municipal, que funciona na Unidade Básica de Saúde, do Centro Social Urbano, onde recebem acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, composta por hematologista, clinico, nutricionista, fisioterapeuta, assistente social, enfermeiro. O serviço é gratuito.

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Odontólogo deve "trabalhar o psicológico" das pessoas, diz professor

26/10/2017, 17:17h

O odontólogo deve estar preparado para “trabalhar o psicológico das pessoas (seus pacientes)”. A recomendação é do professor Sérgio Alex, palestrante da 2ª Jornada Interinstitucional de Odontologia de Feira de Santana, comemorativa ao Dia do Cirurgião Dentista. O encontro, ocorrido na quarta-feira, 25, na Universidade Estadual de Feira de Santana, foi bastante prestigiado pela classe.

Segundo o palestrante, que discorreu sobre o tema “Controle de ansiedade e estresse na prática odontológica”, destacou que por vários motivos alguns indivíduos resistem ao tratamento. “Estes profissionais (da odontologia) se destacam pela responsabilidade no exercício da atividade”, avalia.  “Vive-se uma epidemia de estresse”, assinalou o professor para uma atenta plateia. A integração da classe e apresentação de novas experiências também foram aspectos abordados na comemoração pela passagem da data.

Para o coordenador da Divisão de Odontologia da Secretaria de Saúde, Arilson Pereira, o evento, que reúne professores, profissionais da área e estudantes, é uma forma de promover a união e a integração da classe. “E as informações que todos nós vamos levar daqui serão usadas no desempenho das nossas funções”.

Na opinião do coordenador do curso de odontologia da Unef, Jeidsom Marques, este tipo de evento fortalece a categoria e valoriza a profissão. A jornada foi realizada pela Secretaria de Saúde, do Croba (Conselho Regional de Odontologia da Bahia), UEFS, FTC (Faculdade de Tecnologia e Ciências) e a UNEF (Unidade de Ensino Superior de Feira).

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Agentes vão visitar ainda mais de cinco mil imóveis fechados no combate ao mosquito da dengue

26/10/2017, 10:26h

O combate ao mosquito aedes aegypti em Feira de Santana tem sido feito constantemente pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica (Viep). Além das ações rotineiras, com visitas casa a casa para identificar possíveis focos de proliferação do mosquito, os agentes de endemias – equipe de bloqueio - também têm trabalhado aos finais de semana.

O objetivo é localizar os proprietários em seus domicílios, reduzindo as pendências. Conforme dados da Viep ainda há 5.249 imóveis pendentes de um total de doze mil. Ou seja, são aqueles em que os agentes encontraram as residências fechadas.

“Estamos trabalhando de domingo a domingo para reduzir esses números. Esse esforço tem dado resultado positivo, uma vez que, no início do ciclo estávamos com uma pendência de quase doze mil imóveis”, afirma Edilson Matos, coordenador de Endemias.

Ele explica que cada ciclo compreende ao período de dois meses, nos quais devem ser visitados 80% dos imóveis. Adilson Matos acrescenta que o trabalho aos finais de semana está concentrado nos bairros Muchila, Viveiros, Sobradinho, Mangabeira, Campo do Gado Novo, Jardim Acácia, Feira X, entre outros.

Aos sábados e domingos, os agentes de endemias também atendem as denúncias que chegam à SMS, através do Disque Dengue (0800- 284.66.56). “Nas áreas onde são detectados focos do mosquito realizamos o bloqueio com uso da máquina costal motorizada (fumacê)”, afirma.

Além disso, os agentes de endemias fazem o trabalho focal, que consiste em identificar o foco, eliminando-o mecanicamente ou fazendo uso de larvicida.  
 
SEMANA DE MOBILIZAÇÃO


    
Até o dia 27 de outubro, a SMS promove a Semana de Mobilização em Combate ao Aedes Aegypti com a realização de ações educativas. A iniciativa, idealizada pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo alertar a população sobre os riscos causados pela proliferação do mosquito transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya.

A programação nesta quinta-feira, 26, será na Escola Municipal Celso Ribeiro Daltro, bairro Queimadinha, às 9h. Já no período da tarde haverá uma blitz educativa na avenida João Durval Carneiro, em frente ao Boulevard Shopping, a partir das 14h30.

O encerramento acontece na sexta-feira, 27, na Unidade Básica de Saúde do bairro Mangabeira, das 9h às 16h, e também na Escola Municipal Maria Alves dos Santos, conjunto Feira X, a partir das 9h.

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Menino de 10 anos, desospitalizado, é atendido pelo Serviço de Atenção Domiciliar

25/10/2017, 16:53h

Cercado pelo carinho de amigos e familiares, Daniel Fonseca, 10 anos, é o primeiro paciente em ventilação mecânica (tratamento de pacientes com insuficiência respiratória) a ser desospitalizado do Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, pela equipe do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Na manhã de segunda-feira, 23, uma equipe multidisciplinar do SAD esteve na casa dele para a realização de exames de rotina. A médica Dra. Inalva Sapucaia, que acompanha Daniel, disse ficar contente com a evolução do paciente. “Ele foi acolhido por toda equipe do SAD e nós fizemos um compromisso de acompanhá-lo”, afirma.

Para realizar o procedimento de desospitalização e levar o paciente para o tratamento domiciliar a Prefeitura de Feira de Santana buscou qualificar os profissionais de saúde, investindo num curso de aprimoramento no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.

“A partir de agora o pequeno Daniel receberá visitas frequentes da equipe de saúde, mas sem dúvida o tratamento já ganhou um adicional de peso: o aconchego do lar. Ele segue estável, sob orientações da equipe”, informa a referência técnica Mirella Ribeiro.

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Totalmente ampliada, José Ronaldo reinaugura a Policlínica do Tomba

25/10/2017, 16:10h

Primeira unidade a contar com a implantação do Sistema de Saúde Digital, bem como o Sistema de Atendimento de Emergência 24 Horas, através de um convênio firmado, em novembro de 2003, com o Governo do Estado, a Policlínica Osvaldo Monteiro Pirajá, no bairroTomba, foi reinaugurada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, na manhã desta quarta-feira, 25, após sofrer uma ampla reforma em sua estrutura física.

O equipamento, que historicamente atendia a uma demanda média de 250 pacientes/dia, após a reforma passou a contar com mais quatro salas de atendimento, um necrotério; duas salas para consultórios especializados em ortopedia, proctologia, ginecologia e otorrinolaringologia. As salas de estar dos médicos e enfermeiros também foram ampliadas.

O ato contou com as presenças da secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, o vereador Luiz da Feira, o suplente de deputado Federal, Zé Chico, além de lideranças comunitárias.

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