SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Portaria não afeta nenhuma das 115 Unidades de Saúde da Família de Feira

3/7/2018, 18:50h

Não há prejuízo, para  a população de Feira de Santana, em  decisão recente do Ministério da Saúde, que descredenciou 46 unidades do Programa de Saúde da Família referentes a este município. A  Secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, esclarece que nenhuma das 115 unidades em funcionamento na sede e zona rural será  atingida pela medida, muito menos afetará o montante de recursos financeiros hoje recebidos, relativos à Atenção Básica. Portanto não se trata de perda financeira municipal, diferentemente do que alguns veículos estão divulgando.

Na verdade, a portaria trata das unidades de saúde da família que foram projetadas para Feira de Santana e todos os demais municípios brasileiros, para implantação futura, de acordo com a densidade populacional de cada um deles. Não foi possível, para os municípios brasileiros, atingir a totalidade das USFs projetadas em virtude de uma série de razões, especialmente a escassez de médicos e de recursos.

Em Feira de Santana, porém, atingiu-se a marca de 115 unidades implantadas.  A portaria do Ministério da Saúde não impede, absolutamente, a implantação de novas USFs e o prefeito Colbert Martins Filho planeja criar  outras 10, até o próximo ano.

O município dispõe ainda de 14 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em funcionamento.  A Atenção Básica no município alcança cobertura de 74,56%, o que equivale ao alcance de 467.850 pessoas.

O Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (COSEMS/BA) esclarece, em nota sobre o assunto, que o fluxo para habilitação de Equipes de Saúde da Família acontece a partir da elaboração do projeto pelo município, que submete ao Conselho Municipal de Saúde, passa pela análise da Diretoria de Atenção Básica da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e submete-se à Comissão Intergestora Regional (CIR) para, após ser aprovado na Comissão Intergestora Bipartite (CIB), ser remetido para o Ministério da Saúde (MS) para publicação em Diário Oficial com a respectiva reserva orçamentária para custeio federal.

“Vamos solicitar o credenciamento de maneira individual, a medida que estejam sendo implantadas as novas equipes, não havendo prejuízo na prestação de serviços para a comunidade”, afirma a secretária municipal de Saúde.

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Quatro mil crianças ainda precisam ser vacinadas contra gripe em Feira

28/6/2018, 9:34h

Feira de Santana ultrapassou a meta de vacinação contra a gripe estabelecida pelo Ministério da Saúde. Até o momento mais de 127 mil pessoas foram imunizadas. Mesmo com a cobertura vacinal em 101.15%, ainda há uma preocupação do município em relação as crianças que faltam tomar a segunda dose da vacina.

“Todas as crianças que possuem idade entre seis meses e menores de 5 anos e tomaram a vacina pela primeira vez devem retornar a unidade de saúde para o reforço com a segunda dose. Aguardamos uma média de 4 mil crianças para receber o imunizante”, informa a referência técnica em imunização, Carlos Henrique Valverde.

Ministério da Saúde não enviará novas remessas

O município conta com 14 mil doses da vacina contra Influenza, estas distribuídas entre Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Saúde da Família. “Cabe ressaltar que a qualquer momento algumas dessas unidades podem apresentar falta da vacina, já que com o fim da campanha o Ministério da Saúde não enviará novas remessas”, informa Carlos Henrique Valverde.

As doses remanescentes estão sendo disponibilizadas também para crianças de 5 a 9 anos e adultos maiores de 50, mesmo com a abertura para esse novo público, pessoas que fazem parte do grupo prioritário e ainda não foram imunizadas podem procurar a unidade. A vacina prossegue enquanto durar o estoque.

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Campanha de Vacinação Antirrábica tem início dia 3

26/6/2018, 18:5h

Com a expectativa de imunizar 70 mil animais, tem início no próximo dia 3 a Campanha de Vacinação Antirrábica em Feira de Santana. A vacinação segue até o mês de agosto. 14 de julho será o “dia D” da campanha.

O primeiro mês de vacinação irá contemplar 31 bairros, entre esses: Novo Horizonte, Feira VI, Alto do Papagaio, Baraúna, Sobradinho e Morada das Árvores. As equipes do Centro Municipal de Controle de Zoonoses (CCZ) estarão concentradas em praças, associações de moradores e Unidades Básicas de Saúde.

Campanha será iniciada no bairro Novo Horizonte

“A vacinação começa pelo Novo Horizonte, com postos de vacinação nas localidades Salgada e Coliseu, além do posto volante, com vacinação casa a casa, na rua Tanque do Moura”, informa a coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro.

De acordo com a coordenadora do CCZ, não existe contraindicação para a vacina e todos os animais devem ser imunizados. “A raiva é uma doença letal, contagiosa e incurável, que pode acometer animais e humanos. A vacina é a única forma de prevenção”, ressalta.

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Vacina contra gripe disponível para crianças e adultos na segunda-feira

21/6/2018, 17:2h

A partir de segunda-feira, 25, a vacina contra gripe estará disponível para crianças de 5 a 9 anos e adultos de 50 a 59 anos em Feira de Santana. A distribuição das doses para este público segue orientação do Ministério da Saúde enquanto durar o estoque.

O município, que já ultrapassou a meta de vacinação com 98,14% da cobertura vacinal, ainda encontra dificuldades na imunização de crianças. “Os pais não levam as crianças para receber o imunizante por estarem resfriadas, mas a vacina é contraindicada quando o paciente estiver com febre”, explica a referência técnica em imunização, Carlos Henrique Valverde.

Maior vulnerabilidade para o óbito

Segundo informações do Ministério da Saúde, a escolha de estender o imunizante para o grupo de 50 a 59 anos é devido a apresentação de maior carga de doença, elevando o percentual de risco e maior vulnerabilidade para o óbito.

Já no caso das crianças de 5 a 9 anos, o Ministério informa que estas apresentam melhor resposta à vacinação e também são transmissores do vírus para comunidade.

Mesmo com o fim da campanha nesta sexta-feira, 22, o público alvo ainda poderá receber o imunizante. “Enquanto estivermos doses nas unidades, as crianças de seis meses a menores de cinco anos, idosos, gestantes, mulheres em período pós-parto, portadores de doenças crônicas, professores e trabalhadores de saúde podem ser imunizados”, informa.

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Centro de Referência Municipal doa agasalhos a pacientes com doença falciforme

20/6/2018, 11:7h

Uma manhã que misturou alegria e solidariedade. Assim foi a terça-feira, 19, para os pacientes do Centro de Referência Municipal à Pessoa com Doença Falciforme. O evento, realizado em alusão ao dia mundial de conscientização da doença, presenteou cerca de 100 pessoas com agasalhos e cobertores, em um momento de sensibilização para a importância do tratamento.

De acordo com a referência técnica, Luciana Brito, a chegada do inverno e a diminuição das temperaturas agravam ainda mais as crises dos pacientes. “O tempo frio faz com que essas pessoas tenham vasoconstrição, que é a contração dos vasos sanguíneos, corroborando também para um agravamento dos sintomas da doença, como as dores musculares. Como muitas dessas pessoas são carentes financeiramente, nossa ideia é fazer com que elas se aqueçam e tenham um inverno tranquilo”, salienta.

Equipamentos de lazer para a criançada

Além das doações e palestras, o evento contou com um espaço de lazer para as crianças. Pula-pula, cama-elástica e piscina de bolinhas fizeram a diversão de pacientes como Isabela Souza, 10 anos, que sempre participa das atividades desenvolvidas pelo Centro.

“Gosto muito do atendimento e tratamento que recebemos dos profissionais. Isabela é sempre muito ativa e hoje (terça) que foi um dia para a conscientização da sociedade em geral, fizemos questão de estar presentes”, relata a mãe da paciente, Cláudia Souza.

Atendimento todos os dias

O Centro de Referência Municipal à Pessoa com Doença Falciforme é localizado no Centro Social Urbano (CSU). Os atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, com médicos especialista, enfermeiro, hematologista, neuropediatra, fisioterapeuta, nutricionista e serviço social.

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Saúde nas Escolas orienta alunos sobre combate ao aedes aegypti

19/6/2018, 16:44h

Com fantoches na mão e fantasia de mosquito da dengue, as educadoras do projeto Saúde nas Escolas encerraram as atividades pedagógicas, no bairro Mangabeira. A dramatização e reprodução de um desenho animado sobre arboviroses, serviu como alerta de prevenção para o mosquito aedes aegypti, visando divulgar as informações através dos alunos da Escola Municipal Professor Oscar Damião Almeida.

A linguagem pedagógica essencial para o aprendizado dos pequenos foi conduzida pela educadora em saúde, Luciene Menezes (foto), por meio de um fantoche médico na mão, ensinando as crianças a identificar sintomas da dengue, zika e chikungunya. “Tem pessoas que apresentam manchinhas vermelhas na pele. Se perceber isso fale com a mamãe para procurar um médico”, ensina Luciene.

Orientações básicas

“E para evitar que essas manchinhas apareçam, devemos cuidar de nossas casas, colocando as garrafinhas de cabeça pra baixo e evitando deixar os brinquedos expostos para não acumular água parada”, completou Joseneide Costa (foto), também educadora, que representava o agente de saúde.

Durante quatro meses o ônibus da saúde esteve presente na escola trabalhando temas relacionados às arboviroses e medidas de higiene para evitar o contágio do vírus da gripe H1N1. A conscientização foi feita semanalmente, sempre às sextas-feiras.

Atendimentos gratuitos

A enfermeira da Unidade Móvel de Saúde, Tatiane Borges (foto), relata que outras cinco escolas municipais da cidade também estão sendo beneficiadas com o projeto. Nesses locais são feitos atendimentos gratuitos com nutricionista, odontólogo, enfermeiros e médico clínico. “Pesamos as crianças, verificamos a altura e acompanhamos o cartão de vacina”, informa.

Mosquito feito com garrafa pet

O resultado das ações é refletido na atitude de algumas crianças, como a da aluna do 5º ano, Thayane Vitória (foto), que produziu em uma oficina a miniatura de aedes aegypti de garrafa pet, reutilizando o que iria para o lixo, podendo ser mais um recipiente de água parada. “Na minha casa eu virei as garrafas de água, tirei a água do pneu onde minha mãe coloca as plantas e coloquei em um lugar onde não cai água. Aprendi que não devemos deixar água parada para o mosquito não pousar”, relata.

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Diante da mesa farta das festas juninas, diabéticos e hipertensos devem evitar excessos

15/6/2018, 17:39h

Em época de festa junina as pessoas pensam logo em aproveitar as comidas típicas facilmente encontradas nesse período. Bolo, canjica, amendoim, não são poucas as opções. Diante da imensa variedade, pacientes hipertensos e diabéticos devem fazer as escolhas certas na hora de se alimentar. É o que orienta a nutricionista, Josinete Monteiro, no III Forró do Cadh (Centro de atenção ao Hipertenso e Diabético).

Antes de cair na farra, que contou com muita dança e animação, os pacientes foram alertados sobre a importância de não cometer excessos nesse período. “É uma festa cultural, tradicional da nossa região, então não tem como ficar de fora. Mas é importante ter todo cuidado ao se deparar com aquela mesa recheada de opções. Vamos priorizar as frutas por conta das fibras, a laranja principalmente que faz parte de nossas festas, e o milho. Ao observar a mesa, sempre escolher duas opções no máximo diante da variedade de bolos, pamonhas e canjica”, orienta.

Ingredientes podem ser substituídos nas receitas típicas

A nutricionista também ressalta que alguns ingredientes podem ser substituídos ou agregados na hora de preparar as receitas. “Você pode melhorar as receitas trocando, por exemplo, o leite de coco industrializado pelo natural, como também dividindo a quantidade de leite de coco com uma bebida vegetal feita com castanha de caju, aveia ou inhame”, indica.

Apaixonado por festas juninas, Inaldo ressalta importância dos cuidados com a saúde

Consciente dos cuidados com a saúde e apaixonado pelas festas juninas, Inaldo dos Santos (foto), 58 anos, diz aproveitar o momento eliminando muita coisa do cardápio. “A vida não é só bebida e comida, existem várias maneiras de se divertir sem os alimentos inadequados. Tenho meu controle, evito refrigerante, açúcar, farinha e outras coisas que não cabem em meu organismo. Eu amo esse período, dois meses antes já estou procurando saber do forró do Cadh, quem mais influencia os pacientes sou eu”, relata.

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Prorrogada campanha de vacinação contra gripe

15/6/2018, 16:41h

Por orientação do Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde continuará realizando a campanha de vacinação contra a influenza. A população que se enquadra nos grupos prioritários deve procurar as unidades de saúde até o dia 22 de junho.

A campanha teve início em 23 de abril e já ultrapassou a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. 96,81% do grupo prioritário compareceu, até o momento, para receber o imunizante.

Município com boa cobertura vacinal

De acordo com a referência técnica em imunização, Carlos Henrique Valverde, o município encontra-se com uma boa cobertura vacinal e é provável que ao final da campanha não reste imunizante. “A última remessa foi recebida há um mês, aproximadamente. Por isso, ainda não se pode garantir que teremos doses para estender aos demais públicos”, informa.

Caso haja disponibilidade de vacina em estoque, a partir do dia 25 de junho crianças de cinco a nove anos e adultos de 50 a 59 anos também poderão receber o imunizante.

Crianças apresentam melhor resposta

Segundo a nota do Ministério da Saúde, a escolha de estender o imunizante para o grupo de 50 a 59 anos é devido a apresentação de maior carga de doença, elevando o percentual de risco e maior vulnerabilidade para o óbito.

Já no caso das crianças de cinco a nove anos, o Ministério informa que estas apresentam melhor resposta a vacinação e também são transmissores do vírus para comunidade.

Até o momento, tem direito a vacina crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), idosos (com 60 anos ou mais), gestantes, mulheres em período pós parto, portadores de doenças crônicas, professores das redes pública e privada, trabalhadores de saúde, indígenas, pessoas privadas de liberdade (presos) e funcionários do sistema prisional.

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Campanha no Papagaio arrecada 43 bolsas de sangue

15/6/2018, 16:30h

A Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Hemoba, arrecadou 43 bolsas de sangue na I Campanha da Atenção Básica. A atividade foi realizada na quinta-feira, 14, no Dia Mundial do Doador de Sangue. A ação aconteceu no Centro Diocesano do Alto do Papagaio.

A campanha foi uma oportunidade para a nutricionista Livia Souza (foto) voltar a ser uma doadora. “Faz muito tempo que fiz doação de sangue. Fiquei sensibilizada ao saber da campanha e resolvi fazer a doação e quero permanecer retornando a cada seis meses”, relata.

Enfermeiros trabalharam com educação

Durante dois dias, o Hemóvel ficou estacionado no Alto do Papagaio. Para alcançar os doadores e esclarecer dúvidas da comunidade, enfermeiros trabalharam com educação em saúde nas unidades localizadas na região e adjacências. 

“Resolvemos fazer essa parceria com o Hemoba em alusão ao Junho Vermelho. Fizemos nossa parte enquanto profissionais na conscientização das pessoas da comunidade. Entendemos que por ser uma área mais afastada do centro da cidade é mais difícil atingir o público. Mas estamos contentes em poder contribuir e ajudar a salvar vidas”, relata Monalisa Oliveira, enfermeira e referência da Atenção Básica.

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Unidades de Saúde notificaram 29 casos de violência contra idosos em 2017 e oito este ano

15/6/2018, 14:20h

Com o objetivo de melhor amparar idosos que sofrem violência no município, a Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana realizou nesta quinta-feira, 14, capacitação sobre o preenchimento da ficha de notificação de violência. A qualificação foi voltada para enfermeiros das Unidades de Saúde da Família e Unidades Básicas.

Segundo dados epidemiológicos do município, no ano de 2017 foram notificados 29 casos de violência em atendimentos feitos nas unidades de saúde. Este ano, até o mês de maio, foram notificados 8.

Número de notificações ainda é menor que em outros órgãos

A enfermeira referência na saúde do idoso, Isabela Machado, ressalta que o número de notificações nas unidades ainda é bem menor quando comparado com de outros órgãos. “Estamos sensibilizando nossos profissionais para que façam uma abordagem mais ampla e preencham a ficha de notificação ao perceber ou suspeitar que o idoso está sendo vítima de algum tipo de violência, seja ela física, psicológica ou econômica”.

Maioria das vítimas são mulheres, viúvas ou solteiras, com mais de 75 anos

As fichas também demonstram um dado importante: os casos de violência são cometidos em sua maioria contra mulheres solteiras/viúvas, na faixa etária dos 75 anos ou mais. Estas também geralmente apresentam situação de baixa renda e doenças neurológica, reumática ou psiquiátrica.

“Nosso objetivo é fazer com que os profissionais de saúde alcancem essas pessoas, deixando claro a rede de serviços disponibilizada pelo município, onde o enfermeiro pode está encaminhando esse paciente, dentro da nossa rede, com psicólogos, assistente social entre outros”, informa a referência.

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