Sociedade civil aprova projeto do Shopping Popular

25/2/2014, 18:53h
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Apresentação do projeto aconteceu na tarde desta terça-feira
 
O projeto Shopping Popular de Feira de Santana, que tem o objetivo de promover o reordenamento do centro comercial da cidade, retirando os camelôs de áreas como o calçadão da rua Sales Barbosa, avenida Senhor dos Passos e rua Marechal Deodoro, foi apresentado nesta terça-feira, 25, ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, em reunião em um hotel local. 
 
A proposta foi alvo de elogios por parte de todos os representantes da sociedade civil organizada que discursaram durante o evento. O prefeito José Ronaldo de Carvalho e o secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior, fizeram a apresentação do projeto, que faz parte do Pacto de Requalificação do Centro Comercial de Feira de Santana, o Pacto de Feira. A apresentação do projeto do shopping popular aconteceu exatamente um ano após o lançamento do Pacto. 
 
Entre as presenças, o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas, Alfredo Falcão; o presidente da Associação Comercial de Feira de Santana, Marcelo Alexandrino; o representante da Associação das Agências de Viagens da Bahia, Armando Sampaio; o dirigente regional da Associação Brasileira dos Shoppings Centers e do  Instituto Pensar Feira, Edson Piaggio; o presidente da Associação dos Comerciantes do Feiraguai; Nelson Dias e o presidente da Associação dos Camelôs, Robson Leite. 
 
Uma vez viabilizado, o projeto terá execução através de Parceria Público-Privada. Investidor que tem implantado o modelo de shopping popular em várias cidades brasileiras e já manifestou interesse em montar uma unidade em Feira, o empresário mineiro Elias Tergilene esteve presente e também falou, no encontro, sobre o empreendimento, que está orçado em aproximadamente R$ 30 milhões. O Município deverá arcar com cerca de 25% dos recursos – a parceira da iniciativa privada deverá investir a maior parte.
 
A plateia ficou impressionada com a maquete eletrônica do shopping popular, exibida no encontro. A edificação de três pavimentos é capaz de acolher 1.800 pontos comerciais. Áreas de convivência, praça de alimentação, bancos e diversas lojas de prestação de serviços estão previstos no projeto. O Shopping Popular deverá ser construído em um terreno de 30 mil metros quadrados na região do Centro de Abastecimento.
 
“Onde o shopping foi implantado, camelô não quer mais voltar para a rua”, disse o empresário que se candidata ao investimento.  No local estruturado, com limpeza, comodidade e segurança, sob um grande fluxo de pessoas, o ambulante ganha muito mais dinheiro e é dono do ponto, observa Tergilene.
 
Ele observa que, uma vez ordenado o centro comercial, o Município, com seu poder de polícia, terá “uma missão muito difícil”, que é impedir que camelôs voltem a se instalar nas vias públicas. “Será necessário um número bem maior de fiscais do que se tem hoje”, adverte.

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Fotos Washington Nery
 
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